Já subi e desci ladeiras em Olinda, me perdi na Sé e me encontrei com Elefantes e Pitombeiras nos Quatros Cantos onde beijei na boca de Al...

Quarta, quem sabe eu vá...



Já subi e desci ladeiras em Olinda, me perdi na Sé e me encontrei com Elefantes e Pitombeiras nos Quatros Cantos onde beijei na boca de Alçeu com gosto de cajú e manga.

Brinquei o melhor Carnaval da minha vida em Tiradentes - MG. Dancei num chão de areia grossa onde se esparramava mais o corpo do que provavelmente se dançava, ali no centrão de Salvador onde a Praça Castro Alves é do povo e tem um cheiro novo. Onde subi praia da Barra acima com o joelho bichado, depois de um pulo mal dado numa quarta-feira de fogo, e me via agora como pipoca, pois fui sair da corda quando me disseram que bom era ver o Ilê, logo ali concentrado, e depois sentir o tamanho das mãos dos Filhos de Gandi.

Ó paí, ó!...Me vi na Marquês, sim, de Sapucaí, me sentindo show na passarela que lá vinha eu, depois do Suvaco, Simpatia e da Banda de Ipanema. E tome bloco!

Rodei centenas de vezes em clubes, dos 13 aos 18, 19, ao som de "a nossa vida era um carnaval", de arlequim e pierrô. Até pescadora de piabas já fui e não sei o que houve com a antes atleta do bloco, com tudo que agora só tem medo de tiro e endurece as pernas e coxas, tirando toda vontade de ver a Banda de Chico passar, sem que não seja só da janela?

Eh!...oooh... arreios de prata me achando prateada, virada na belle de jour!... Quarta, quem sabe eu vá...


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