DO CANTO
Não me canso de ouvir o canto claro e harmônico do bem-te-vi. Bem-te-vi bem-te-vi, eu estou aqui! FÚTIL
Há que se estancar a dor e calar o desejo de amor tão inútil. INSÔNIA
Nas ondas da noite, a mente surfa. No balanço das emoções, é fértil este deserto. No vai e vem das mágoas, a dispersão assusta. E o mar, em ressaca, traz areia aos olhos dos afetos. DESPEDIDA
Ao poeta Juca Pontes Silêncio profundo no mar do olhar. A brisa leve move as flores do jardim. O brilho do sol se reflete nas cinzas espargidas no ar. Orvalho contido escorre por dentro de mim. BABEL
a linguagem se espalha a língua une a palavra pune o silêncio fala
Não me canso de ouvir o canto claro e harmônico do bem-te-vi. Bem-te-vi bem-te-vi, eu estou aqui! FÚTIL
Há que se estancar a dor e calar o desejo de amor tão inútil. INSÔNIA
Nas ondas da noite, a mente surfa. No balanço das emoções, é fértil este deserto. No vai e vem das mágoas, a dispersão assusta. E o mar, em ressaca, traz areia aos olhos dos afetos. DESPEDIDA
Ao poeta Juca Pontes Silêncio profundo no mar do olhar. A brisa leve move as flores do jardim. O brilho do sol se reflete nas cinzas espargidas no ar. Orvalho contido escorre por dentro de mim. BABEL
a linguagem se espalha a língua une a palavra pune o silêncio fala





