Durante certo tempo, pensei que escrevia porque gostava das palavras. Hoje sei que elas vieram depois. Muito antes delas, vieram as le...
Por que escrevo
Os versos que abrem Poema Sobre as Obras da Terra , de Solha , funcionam como uma verdadeira chave de leitura da obra. Vejamos os que ...
W. J. Solha e a poética da continuidade humana
O "Causos & Lendas" é muito mais do que uma associação: é uma fraternidade futebolística que agrega a fina flor do futebo...
Memória e Paixão: O Legado do ''Causos & Lendas'' ⏤ Ensaio Memorialista
Rafael Há um jardim invisível crescendo dentro de você. Nem sempre ele recebe sol, nem sempre as estações são gentis; às vezes o...
Pai poeta
Bem-aventurados Bem-aventurados os professores! Porque, com paciência e luz, abrem caminhos onde antes havia trevas e fazem do sab...
Bem-aventurados
Março é mês de reflexão, de luta e de celebração consciente. É tempo de reconhecer a força, a coragem e a determinação das mulheres qu...
Dia Internacional da Mulher: Dia de posicionamento
A inveja não tem fronteiras. Infiltra-se nos bastidores, cochicha nas sombras e alimenta-se da pequenez. Pessoas falam pelas costas e,...
Sobre a inveja pessoal e literária
Nem toda dor requer silêncio. Algumas passam, outras permanecem… outras nos transformam. A dor na poesia – sonetos nasce desse territó...
A dor na poesia
“A solidão é fera, a solidão devora…” Para mim, a solidão não é fera nem devora: é companhia. É aconchego, colo e escuta — e, m...
Sobre minha solidão
Sou o décimo segundo filho de uma prole de treze (sete homens e seis mulheres). Nasci dentro de uma casa cheia de ancestralidade, v...
Primeiras memórias
POEMA-MANIFESTO Não escrevo quando o céu está se recompondo. Escrevo com o trovão aberto, quando a palavra ainda treme...
Na mão, a pena é o arado
Não escrevo quando o céu está se recompondo. Escrevo com o trovão aberto, quando a palavra ainda treme e o medo não terminou de cair no chão de mim. Não espero a paz para escrever. A escrita, em mim, nasce molhada, com os pés no barro e o coração em estado de vento. O verso não é descanso, troféu, chegada, partida e nem moldura.
Setembrou, e as cercanias, De um céu bem emplumado, Traz poema, Primavera, Mostra um cenário sagrado. Um coqueiro solitário...
Segredos do mar
GALOPE À BEIRA-MAR I * HILDEBERTO BARBOSA FILHO POETA HILDEBERTO, POETA MADURO, A SUA POESIA É MOTE PRA MIM, SO...
Galopes à beira-mar
* HILDEBERTO BARBOSA FILHO POETA HILDEBERTO, POETA MADURO, A SUA POESIA É MOTE PRA MIM, SOU UM PASSARINHO, NUM TERNO JARDIM, E CANTO TRILANDO, CONTENTE NO MURO. EU LEIO UM POEMA MARCANTE E SEGURO, E FICO PENSANDO SE VOU DECLAMAR, O SEU ‘ESTAÇÕES’, NUMA MESA DE BAR, CERCADO DE AMIGOS, DE VATES QUERIDOS,
A lua cheia no céu E um barquinho no mar. As ondas num vaivém, O oceano a bailar. Outono é a estação, E o meu pobre coração, F...
Congruências de belezas
POEMA Ele vem como vidência, Oração... Contém história. Como as pedras, têm memória, Solidez e resistência. Presto a ele, reverên...
Lá vem o poema
Ele vem como vidência, Oração... Contém história. Como as pedras, têm memória, Solidez e resistência. Presto a ele, reverência, Me ajoelho em devoção. Meu poema é só paixão, _ Escrevo desde menino _
Quando o vento é o maestro, Faz valer a sinfonia, E tudo é pura beleza, E tudo é pura poesia: As folhas se entrelaçando, As...
Quando o vento é o maestro
Poemas em cenas de Agosto Agosto voltou, Com mar distraído. Coqueiros dançando, O verde provido. O céu emplumado, Em belo ve...
Poemas em cenas de Agosto
Agosto voltou, Com mar distraído. Coqueiros dançando, O verde provido. O céu emplumado, Em belo vestido.
ESSÊNCIA FEMININA No mês de junho, em Campina, Em arretado forró, No bairro Bodocongó, Vi a essência feminina. Coisa l...
Coisa linda, nordestina
No mês de junho, em Campina, Em arretado forró, No bairro Bodocongó, Vi a essência feminina. Coisa linda, cristalina, Conquistou meu coração, Me pegou de supetão, Com vestido todo em flor: Encontrei o meu amor, Numa noite de São João.
O MEU MOTE Ele vem devagarinho, Se aloja dentro de mim. É uma inspiração sem fim, É o cantar de um passarinho. Se achega...
Poemas de Abril
Ele vem devagarinho, Se aloja dentro de mim. É uma inspiração sem fim, É o cantar de um passarinho. Se achega que nem carinho, _ E me trata com respeito _ O seu cortejar aceito, Num mês de do outono chuvoso:
























