Dor da alforria Queria estar feliz Era um desejo Havia urgência Desejo puro, firme, duro De coração a galope Ouvir em sons...

As ondas voltam para as praias

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Dor da alforria
Queria estar feliz Era um desejo Havia urgência Desejo puro, firme, duro De coração a galope Ouvir em sons tua voz Pedir pra te ver agora Era a essência E você disse não Que não era o dia E qual seria? Eu não entendi, Você falou que hoje não Não se sentia bonita Mas como saberias ? Se era eu que te veria Pensei, e a verdade? mesmo a mais dura verdade Quem poderia saber? Beleza muda mas não se perde E fui Impedido, rechaçado Sem entender, Mas entendendo Da dor a ser arrancada do meu peito Para ser livre afinal, Miseravelmente livre.
Ondas
Na vida muito pouco é esquecido do que foi guardado nas memórias da felicidade ou nos infortúnios poderosos da tristeza. Sou o resultado desta soma de ocorrências. Elas podem se fingir perdidas, desaparecidas, mas os fatos bem ou mal vividos estão lá, atentos, poderosos, na imponderabilidade dos retornos. Sem atenuantes, gigantescas ondas se reciclam e voltam para as praias como sugestões de vida ou morte.

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