Paraíba, 8 de maio de 2022

Pauta Cultural (Ep. 40)

Paraíba, 8 de maio de 2022

⧏ Aconteceu
Cibele Laurentino
No último sábado, 7 de maio, a escritora Cibele Laurentino, filha do poeta campinense Zé Laurentino, lançou seu 3º livro: "Todas em mim". São 26 contos sobre dores, amores, empatia, perdão e outras “graças do universo feminino”, segundo a autora.

A sessão de autógrafos aconteceu na Livraria do Luiz, com apresentação de Jessica Queiroz, assessora de marketing da livraria. O livro tem orelhas assinadas pelas escritoras Vanessa Passos e Helena Cardoso, que nele identifica “reflexões profundas sobre empoderamento, patriarcado, feminilidade, depressão e gênero; assuntos tão pertinentes para a sociedade e para as mulheres”.


Cibele Laurentino nasceu em Campina Grande e reside com sua família na Praia de Tabatinga, em Conde (PB), onde vive com sua família. Foi curadora do Prêmio Book Brasil 2021 e idealizadora do projeto “Conversando com escritoras”, por meio do qual divulga autoras brasileiras contemporâneas nas mídias sociais.

O livro “Todas em mim” pode ser adquirido pelo Instagram (link) ou WhatsApp: 83 ▪ 9 93 17 69 44.
Giovanna Maropo
A
cantora paraibana Giovanna Maropo, que ora se dedica ao aperfeiçoamento de sua carreira nos Estados Unidos, teve a honra de ser convidada a se apresentar no Carnegie Hall, em Nova York, em um concerto promovido pela Syracuse University, onde estuda.
A própria cantora se surpreendeu com a oportunidade e, emocionada, comentou nas redes:

“Viver é uma coisa espantosa! Aos 21 decidi cursar Música e fui me aventurando nesse caminho, muitas vezes medrosa com os desafios e despreparada com as críticas [...] segui a minha intuição. Entre altos e baixos, permaneço feliz nessa busca pela minha identidade na música e na vida.”

Mesmo tendo se decidido pela carreira de cantora lírica já adulta, Giovanna rapidamente teve a qualidade de sua voz e o seu talento reconhecidos pelos meios musicais da Paraíba e do Brasil, por onde se apresentou. Está prevista para este mês de maio, uma visita da cantora à capital paraibana, onde desfrutará algumas semanas de férias.

⧎ Acontece
Foi aberta no último dia 2 de maio, em Vitória do Espírito Santo, e prossegue em cartaz até o dia 31, a VII EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL DE ARTE NAÏF, com subtítulo “UNIVERSO DA ALMA INGÊNUA”.

O evento é uma realização do “Atelier e Galeria de Arte Naif Ângela Gomes” e presta homenagem às artistas plásticas argentinas Pilar Sala e Martha Tominaga. Além do Brasil, são mais de trinta artistas, de vários países, como Argentina, Portugal, África, Croácia, Cuba, Itália, França, Romênia e Israel, entre eles a própria Ângela Gomes, premiada internacionalmente, nascida em Cachoeiro de Itapemirim, de cuja obra a curadora Márcia Selvátice Tourinho diz: “expressa o amor da artista pelo Espírito Santo e pela arte, o olhar naif com que observa, vive e sente o mundo”.

Ângela Gomes
Sobre o Naïf, a arte-educadora e artista visual Laura Aidar descreve: uma palavra francesa que tem como significado algo que é "ingênuo ou inocente", um termo usado para designar um tipo de arte popular e espontânea, com características baseadas na simplificação dos elementos, com grande quantidade de cores, valorizando a representação de temas cotidianos e manifestações culturais do povo”.

Pilar Sala

O fotógrafo e cineasta paraibano Hélio Costa produziu documentário sobre a exposição em seu canal do YouTube:


Endereço da exposição: Rua Ignácio Higino, nº 3 ▪ Praia da Costa ▪ Vila Velha ▪ Espírito Santo.
Cristina Siqueira
Um projeto inovador vem despertando atenção na cidade de Tatuí, São Paulo. Em muros, paredes e paredões, de vários recantos de vias públicas, são pintados poemas ilustrados, numa iniciativa que bem reflete uma tendência que cresce nas cidades do mundo inteiro: a “gentileza urbana”.

Trata-se do projeto “Livro de Rua”, que já está na terceira edição, segundo informa sua idealizadora, a escritora e poetisa Cristina Siqueira, autora de outros projetos na área de humanização e transformação social. A proposta constitui-se em poemas ilustrados nas ruas de maneira que se harmonizem com a paisagem urbana e natural.



Segundo Cristina, “esta é uma ideia de fácil acesso à poesia pela população, produzida em espaços públicos, envolvendo a comunidade em todas as etapas de sua realização”. Nesta edição, o Livro de Rua divulgará 50 páginas “desencadernadas” de livros publicados por Cristina Siqueira, curadora do projeto, já lançados não apenas no Brasil, mas também em Lisboa, Coimbra, Barcelona, Córdoba, e Granada.
⧐ Acontecerá
Luiz Augusto Paiva
Novo livro do cronista e escritor Luiz Augusto Paiva da Mata, atual presidente da União Brasileira dos Escritores (seção PB), será lançado no próximo dia 19 de maio, às 17h, no Bar e Restaurante Corais, na Av. Cabo Branco, nº 5100, na capital paraibana.

Neste título “37 não é febre”, o autor reuniu 10 contos baseados em músicas do cantor e compositor romântico brasileiro, Lupicínio Rodrigues (1914—1974), em torno de temas que, segundo diz Luiz Augusto, “afetam a vida de muita gente, como dor de cotovelo, traições e outras destemperanças, sempre com um viés bem humorado”.

Editado pela Mondongro, a obra já se encontra disponível por meio da loja virtual da editora (link), assim como na Amazon (link). Um resumo como prévia gratuita também pode ser lido em PDF, no site “Ler Livros” (link).

No dia 21, a obra será lançada em Campina Grande, às 11h, no Museu dos Três Pandeiros.

Para quem adquirir o livro pela Mondrongo, há opção de serem enviados exemplares com dedicatória do próprio autor para os nomes e endereços cadastrados no formulário do pedido.
João Matias
No dia 14 de maio será lançado novo livro de João Matias, Os Santos do Chão Bravo (contos), com a presença de Maria Valéria Rezende, Bete Menezes e Luísa Gadelha. O evento acontecerá às 18h30, no Recanto da Cevada, na rua Waldemar de Mesquita Acioly, nº 53, Bancários, na capital paraibana.

A obra, editada pela Caos e Letras, que está disponível em pré-venda no site da editora, traz “nove narrativas interconectadas que apresentam ao leitor o universo árido, humano e intenso de uma comunidade remota. São contos, nas palavras do prefaciador, Bráulio Tavares, que ‘mostram as tragédias repentinas, os amores desconfortáveis, as lições brutais, os projetos mirabolantes, as ambições de mangas curtas. Mapeiam as lavouras, as biroscas, os bancos de feira, as casinhas de porta e janela onde cada drama é uma tragédia grega que não foi escrita’”.

Veja no canal da Caos e Letras (YouTube), resenha produzida pelo escritor João Matias:

⧉ Imperdível
“Nem as máscaras e nem o confinamento da pandemia calaram a arte de talentos como o de Rodolfo Athayde , tampouco esconderam a expressão de gente boa que foi selecionada para figurar em seu mais novo livro de fotografias lançado há poucos dias. Sobre o qual a cronista Sandra Raquew Azevedo conta no texto “Xis”.
“Perambular, deambular, o vagar, divagar do ambulante, do viajante, é tudo obstáculo, desvio de rota, da vida urbana e suas surpresas. Entre elas, encontrar-se com a poesia, no fluir das coisas, que importam ou não... É saber escolher, é saber perceber, como na crônica-poema de Clóvis Roberto “Placas, carros e passos”.
“Muita gente, sobretudo bacharéis, advogados, magistrados e estudantes de Direito, já ouviu falar e admira o professor paraibano Flóscolo da Nóbrega. Carlos Romero é um deles. Talvez nem todos saibam ou conheçam a veia de seu fino bom humor, como conta o cronista e bacharel José Leite Guerra, em lembranças de seu tempo da faculdade de Direito da UFPB, no texto “Humor em sala de aula”.
Caix@ Postal
"Muito lindo, Rejane, seu texto. Sua superação e a força não lhe deixaram abater. Admiro a sua maneira de conviver com tudo. Grande abraço."
Graça Cunha Lima ▪ 07.05.2022
Comentário sobre o texto “A troca de pele”, de Rejane Vieira.


"Tempos diferentes! A publicidade mexia com a nossa mente juvenil, e acreditávamos no que líamos ou ouvíamos, como se fosse verdade! Contudo, nos tornamos precavidos."
Lenilson Miranda ▪ 06.05.2022
Comentário sobre o texto “Quando virávamos tamanduá”, de Frutuoso Chaves.


"Os poemas de Marineuma Oliveira tocam não só nos nossos corações, mas também nas nossas memórias nos transportando para diversos mundos."
Maria Rita Queiroz ▪ 07.05.2022
Comentário sobre os poemas “Identidade”, de Marineuma de Oliveira.


DEIXE O SEU COMENTÁRIO
  1. Super parabéns!! amigo Germano Romero... mais uma Pauta Ilustrativa/ Cultural..a 40a !! nos transmite informações ..culturais e eteceteraetal!!.. Bem lembrado a publicação de Clovis Roberto ..
    que "Adorei"..
    Paulo Roberto Rocha

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Leitor especialíssimo você, Paulo Roberto, cuja presença ilumina sempre o ALCR,

      Excluir

leia também