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Ave fugidia Ave tão fugidia Avezinha selvagem, Pousa na minha janela Para depois se evadir Deixando a solidão nela.

volia loureiro amaral ambiente de leitura carlos romero poesia paraibana ciencia e religiao vida efemera

Ave fugidia

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Ave tão fugidia
Avezinha selvagem,
Pousa na minha janela
Para depois se evadir
Deixando a solidão nela.

Ancianidade Sinto na alma A ancianidade das montanhas, E nos ombros pesam A passagem do tempo.

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Ancianidade

Sinto na alma

A ancianidade das montanhas,

E nos ombros pesam

A passagem do tempo.