Mostrando postagens com marcador Maria de Lourdes Batista. Mostrar todas as postagens

Era uma caixa grande, que deixava antever os vinte e quatro lápis de todas as cores do arco-íris. Hoje, talvez, poucas crianças deem ...

nostalgia infancia triste
Era uma caixa grande, que deixava antever os vinte e quatro lápis de todas as cores do arco-íris. Hoje, talvez, poucas crianças deem importância a isso. No meio de tantos brinquedos “irados”, por que uma caixa de lápis?

Poderia estar falando do preço de beijos que marcaram a história. Beijos de amor eterno. Beijos fraternos. Beijos traidores. Beijos po...

conto carencia gentileza
Poderia estar falando do preço de beijos que marcaram a história. Beijos de amor eterno. Beijos fraternos. Beijos traidores. Beijos políticos. Beijos comerciais. Beijos que nada mais representam do que um instante de prazer. Não é a esses e tantos beijos sobre os quais há tanto a dizer que me refiro.

Eu gostaria de ter o dom da palavra para dar a certas narrativas a intensidade que merecem. Mas, quanto mais são intensas, parece q...

nostalgia mae caligrafia analfabetismo
Eu gostaria de ter o dom da palavra para dar a certas narrativas a intensidade que merecem. Mas, quanto mais são intensas, parece que as palavras fogem e fica o sentimento em um compartimento especial do coração.

Sempre me perguntei o porquê de minha mãe não querer aprender a ler. Creio que, hoje, depois de tanto tempo que a perdi,

As atitudes frias e distantes, sempre contraditórias do que diziam, já tinham mostrado àquela criança de seis anos um pouco do mundo....

boneca pano
As atitudes frias e distantes, sempre contraditórias do que diziam, já tinham mostrado àquela criança de seis anos um pouco do mundo. Amarga era a sua sina por longo tempo, depois de ter sido a caçula de um pai que se fora no quinto aniversário dela. A mãe, em busca de esperança, sob o efeito de vãs promessas, o Atlântico atravessou. Deixaria, para sempre, o verde vale, onde nascera.