Selecionei alguns interessantes jogos online, que ajudam a dar uma relaxada e servem para escapar, de vez em quando, da dureza que é esta vida real.
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Ó doce solidão, amiga da lembrança, como estás uma delícia ao som deste silêncio. Mais ainda, quando fazes do afeto teu parceiro. A que o...
O Som do Silêncio
Ó doce solidão, amiga da lembrança, como estás uma delícia ao som deste silêncio. Mais ainda, quando fazes do afeto teu parceiro. A que ora desfruto, num momento de agosto, muito longe do desgosto, sente ir o doce inverno, aos acenos de um setembro que já vem por acolá.
Mas de volta ao aconchego, deixo vir a solidão. Há quem possa sentir só com o afago deste vento, e a luz que traz a vida de um céu que há lá fora? Há quem possa não ter fé, quando sabe que a Terra gira sem que se a perceba?
E as lembranças que não houve? Solte e veja como é bom. Voe ideias pra bem longe, ou a séculos de um mundo que um dia você viu... Uma ladeira de pedra ao sol, bouganvilles que lhe riam, em um muro sem lamento. Ah quem sabe quantas vidas vêm e passam na memória, e nos falam do eterno, e de tudo que renasce.
Há quem possa ser só, ao saber que se quiser faz de conta que não é? Ao saber que tem a lua, as estrelas e o mar? E a música de um piano à surdina duma sonata, como espelho de si próprio que revela o lado bom.
E a ladeira, onde vi?... Chega agora à lembrança, sem dizer onde eu estava, mas trazendo a tal manhã, salpicada de alegria, e das cores do azul. Era céu naquelas flores, era dia à luz do sol, mas o cheiro de alfazema não negava que de outra era a vida que me vinha.
Será que isso é poesia? Então, só já não estou. Pois a forma da sonata tanto fez que me contou que jamais estará só, quem puder ouvi-la assim. E os olhos maviosos que nos filtram tanta cor?
Como pode estar só quem o mundo sabe olhar? Quem nas árvores vê a alma do planeta a suplicar que não pensem em coisa alguma mais divina que esta Terra.
Não pode estar só quem o mar sabe espiar. Esse sim, um grande amigo, em verdade um deus de água, que nos deu a vida há anos, e há anos ainda dá. É o mar com quem contamos, quando a mente quer trair os anseios do amor.
O amor sem egoísmo, que se dá sem se cobrar, que se quer na vida a dois, e se sabe que pra sempre terá ele que durar.
Como pode estar só quem possui o que amar? E é possível nesta vida não se ter a quem amar?...
Mas o dia virou tarde, cá estou a escutar. Ora, e tempo se escuta? Sim, na hora de uma noite que talvez lhe deixe só. No silêncio do escuro em que ouve as badaladas, dum relógio lá de dentro, que não para de tocar.
Mesmo assim hás de pensar, na manhã que um novo dia faz da noite seu passado. Do passado em que terás outro amigo da saudade.
A ladeira vou descendo e pensando o que virá, lá na curva desta tarde que setembro me trará. Ah lembrei do por do sol, que mais tarde eu verei. Como todos da memória de quem nunca fica só.
Mesmo assim, ó solidão, sendo amada ou odiada, acredite se quiser, que aqui terás guarida, nesta tarde ou nesta noite, de uma vida que se vai, sem cessar, tal é a lei.
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Uma das coisas que mais me distraem nas caminhadas à beira-mar, do tipo “pé na areia”, é ver a saga das marias-farinhas correndo pra lá e...
Sobre crianças e falta de educação
Uma das coisas que mais me distraem nas caminhadas à beira-mar, do tipo “pé na areia”, é ver a saga das marias-farinhas correndo pra lá e pra cá pelas bordas de espuma. É notável a coragem com que elas disparam em direção à água e desaparecem sendo levadas pela enxurrada das ondas. Mesmo as pequeninas não se intimidam e deixam-se literalmente ser tragadas até pela maré cheia.
Fico imaginando o prazer que sentem naquela aventura que mais parece uma mistura de balé, surf, mergulho e esporte radical, inteiramente harmonizadas com o seu habitat.
E quando não estão a pinicar a areia molhada com alegres zigue-zagues, em minúsculas correrias, numa manhã ensolarada, ou no aconchego de uma tarde de inverno, essas douradas galeguinhas estão por ali a cavar os mini-buracos de suas efêmeras moradias.
Outro dia, eu estava sentado lá, olhando o mar, quando notei curiosamente pequenas porções de areia sendo sacudidas de dentro um buraquinho. Pouco mais aparece a danadinha me espiando, com dois pontinhos de olhos pretos e arregalados, como a me perguntar: “que estás a fazer cá à minha porta ó intruso de outro mundo?”...
Calado estava, quieto fiquei. Como havia trazido uns petiscos, assim que ela sumiu novamente, coloquei um pedaço de castanha perto de seu buraco. Antes que meu olhar se esquecesse novamente no atlântico horizonte, não tardou para que a maria reaparecesse desconfiada, logo percebendo a inusitada oferta gastronômica à sua frente. Aproximou-se devagar, apossou-se da comida e sumiu veloz pelo buraco.
E do infinito horizonte desço a imaginação à “casa” da feliz caranguejinha e ao que dentro acontecia. Haveria outros mantimentos alojados em sua despensa? E mais tarde, quando o mar enchesse, que seria da maria? Ou vai ver que esses buracos são para o pão de cada dia?...
Saí a caminhar sem me despedir, e sem dela me esquecer. Mais à frente, outras marias corriam livres, e como a outra, se jogavam de corpo e alma no marzão que já enchia.
Foi quando avistei três garotos, entre 8 a 12 anos, dando com um pau no chão, como atrás de pegar algo. E o súbito receio me veio à mente... seria alvo deles uma daquelas pequenas marias?
Acelerei-me a constatar, e, para a triste surpresa, foi de lá que correu uma. Nisso, o garoto maior que vinha atrás, pegou no chão um coco seco, e perseguiu-a ameaçando-lhe uma tacada, que, só ao som do meu grito, foi enfim interrompida.
Eles se foram desconfiados, e eu, amargurado, a pensar: Que esperança pode-se ter de um país a cujas crianças faltam poesia e não recebem educação?...
A internet proporciona métodos de aprendizado gratuitos, que incluem leitura, vídeos, exames e até conversação direta.
Velhice não. Maturidade... esta é a designação correta.


































