Houve um tempo, por conta de um desvio de coluna cervical, que andei sofrendo umas quedas. A derradeira foi me deixar numa cama de hospital. É que quando caí, por sinal no asfalto da avenida Cabo Branco, fiquei desacordado. Mãos amigas me acudiram logo, colocando-me num carro e me levando para o Memorial do Dr. Ítalo Kumamoto. E viva os bons samaritanos, que continuam erguendo os caídos nos caminhos.
Houve um tempo, por conta de um desvio de coluna cervical, que andei sofrendo umas quedas. A derradeira foi me deixar numa cama de hospit...
Queda no gelo
Houve um tempo, por conta de um desvio de coluna cervical, que andei sofrendo umas quedas. A derradeira foi me deixar numa cama de hospital. É que quando caí, por sinal no asfalto da avenida Cabo Branco, fiquei desacordado. Mãos amigas me acudiram logo, colocando-me num carro e me levando para o Memorial do Dr. Ítalo Kumamoto. E viva os bons samaritanos, que continuam erguendo os caídos nos caminhos.
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Viajar é sonhar acordado
Quando viajo por este mundo afora, uma das coisas que mais me chamam a atenção e mexe com a minha sensibilidade, é a paisagem lá fora me dando lições com a sua mudez. São as montanhas, são os rios e lagos, é o campo, a cachoeira, a floresta, onde quase não se vê o homem.
Ver edifícios, ver gente apressada, ver carros no trânsito, metrôs correndo como uma bala, lojas, restaurantes, praças, monumentos... Mas para ver e rever cidades, temos que buscar as estradas, com o seu chão que parece um prato. Ah, os campos que se estendem diante de nossos olhos! Quanta beleza silenciosa! A beleza silenciosa das montanhas ao longe, desertas e misteriosas! E vem um desejo súbito de subir até lá em cima e ficar contemplando a paisagem lá em baixo. As montanhas falam a linguagem da transcendência. É por isso que Jesus proferiu o seu sermão inaugural do alto de uma elevação de terra. Ele era a grande montanha contemplando os homens lá embaixo, os homens famintos de verdade e de amor.
O carro deslizando na estrada , as montanhas nos acompanhando e um forte desejo de que a viagem demore mais. As montanhas, depois delas um lago, mais adiante um rio, que vez por outra se transforma em cachoeira. O rio, às vezes, gostar de brincar de saltar.
Nunca mais me esqueci daquela primeira viagem à plana Holanda, onde não vi montanhas, mas campos muito bem cultivados, com seus girassóis, suas ovelhas e carneiros olhando para baixo, interessados apenas em comer, como fazem muitos homens. Os carneiros e ovelhas não olham para cima, para o céu.
E as estradas da Austrália e Nova Zelândia ainda permanecem na minha imaginação e memória. Não há melhor terapia do que a visão das montanhas, dos campos, da Natureza. Como a gente esquece a cidade inquieta, nervosa, devassando os espaços subterrâneos com os seus metrôs e sua ânsia de consumismo e de trabalho! Que tristeza nos infunde o homem fora da Natureza, do campo, do céu aberto com suas nuvens ensaiando um balé!
E que dizer daqueles montes gelados dos Alpes e dos Andes, que só em olhá-los a gente sente frio?
Sim, já ia me esquecendo dos túneis, muitos deles ricamente iluminados, passando debaixo das montanhas e nos dando lição de que a nossa vida é uma passagem até alcançarmos a luz lá fora, o sol, a natureza, o céu.
É preciso transformar uma viagem turística numa viagem terapêutica, contemplativa, reflexiva. Jamais esquecer do “olhai os lírios do campo” e nada de preocupação. A viagem é um ir e voltar, com as nossas bagagens mais aumentadas e nossa vida enriquecida de experiências.
Viajar é sonhar acordado.
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