N ão, não foi a recente eleição para prefeito da capital, sob o comando seguro e eficiente do jovem desembargador Marcos Cavalcanti...

A eleição foi uma festa!


Não, não foi a recente eleição para prefeito da capital, sob o comando seguro e eficiente do jovem desembargador Marcos Cavalcanti.
A eleição a que me refiro é a da nossa venerável Academia Paraibana de Letras. Uma eleição que teve tudo de festa de confraternização, pois não houve competidores. Ninguém quis concorrer com o desembargador Marcus Cavalcanti que ficou sozinho do páreo. E ele ia recebendo os que iam votar, com muitos sorrisos e fraternais cumprimentos.
A “eleição-confraternização” trouxe até Eilzo Matos, lá do sertão, onde a seca está matando o sertanejo. Trouxe também de longe o irrequieto, bom falante e homem de televisão, Jsoé Nêumane. E o nosso Damião pra lá e pra cá, em plena lua de mel com a presidência da venerável casa. Ele começou sua gestão colocando corrimãos na entrada do prédio, facilitando o acesso dos mais idosos, que devem evitar quedas e ficarem atentos às topadas e escorregadelas. A passarela está uma beleza.
Marcos numa serenidade invejável, esquecido da toga, das maçantes reuniões do Tribunal e dos acórdãos, agora estava ele como escritor, como pesquisador de alentadas obras sobre sua terra Mamanguape. Sereno, o desembargador Marcos estava esquecido das recentes eleições para prefeito, quando ele teve impecável atuação.
Vi muitos colegas imortais, que há muito tempo não via, a exemplo do poeta Jomard, autor do belo e lírico Intinerário da nossa capital.
E o presidente Damião me mostrando o que já fez e o que vai fazer pela nossa Academia, que sempre foi bem presidida.
O clima fraternal era tão gostoso que eu desejei que os que estavam na Galeria, em forma de retratos, descessem dos quadros e viessem participar da festa.
Enchi os ouvidos de boas e salutares conversas. E cadê as imortais femininas? Só vi Ângela, que com seu enigmático sorriso e boa conversa, sempre contribuiu para enriquecer o ambiente. E enquanto todos se confraternizavam, o imortal Juarez Farias, auxiliado por uma boa equipe, ia recebendo os votos dos imortais.
Infelizmente não pude esperar pelo esperado resultado da urna. Não pude abraçar o meu colega de imortalidade Marcos Cavalcanti, que vai ocupar a cadeira, antes preenchida pelo grande Joacil Pereira, sempre presente na nossa memória e no nosso coração.

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