Muitas vezes agimos sem pensar nas conseqüências. As escolhas feitas com precipitação, em geral produzem dissabores. Afinal de contas tudo...

Só colhemos o que plantamos

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Muitas vezes agimos sem pensar nas conseqüências. As escolhas feitas com precipitação, em geral produzem dissabores. Afinal de contas tudo tem seu preço. O destino não prega peças, somos nós mesmos que as provocamos. Erros cometidos nem sempre dão para voltar atrás.

Pior ainda quando as consequências advêm de equívocos cometidos por influência de outros, ao sermos vítimas de manobras que atendem interesses alheios aos nossos. O caminho certo só será reconhecido quando fazemos uma cuidadosa avaliação dos passos que queremos dar. Não adianta depois se vitimizar por condutas mal analisadas ou culpar terceiros. O livre arbítrio exige, acima de tudo, senso de responsabilidade.

Sabemos que o mundo é movido por atitudes. Mas só colhemos o que plantamos. Por isso o cuidado em selecionar bem as sementes. As precauções evitam o agir impulsivo. O problema maior é quando nossas atitudes impensadas atingem outros que não têm nada a ver com o que estamos decidindo. As consequências podem ser dentro e fora de nossas vidas.

É a chamada Lei do Retorno. Causa e Efeito. Portanto, tudo o que fazemos traz uma reação, boa ou ruim. Medir as consequências de nossos atos é a melhor forma de garantirmos resultados mais acertados em nossa vida.

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