Espaçosos, invasivos, touchers, gozadores das fortunas alheias... tem para todos os gostos. Ultimamente, comecei a catalogar quantas espécies de chatos existem. Uns mais e outros menos chatos, mas todos eles irritantes. Como eu gosto muito de conversar, vou logo adiantando que prefiro mil vezes um mentiroso a um chato, mesmo porque os mentirosos são divertidos e nunca falta assunto... eles inventam.
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Aliás, chato corretor é o que não falta. Você conta uma história fantástica ou explica uma tese política ou econômica bem interessante e, no meio do grupo, o chato corretor está consultando o Google para confirmar se o nome que você perifericamente citou é realmente aquele. E então faz um escarcéu porque o certo seria Pedro Álvares Cabral e não Gouveia. É tão imbecilmente chato que sequer sabe a evolução do nome do descobridor do Brasil. Ariano Suassuna contava a história de Chicó e o tubarão. É bem assim.
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O chato invasivo vai por aí. Só que ele se dá ao desplante de perguntar a você coisas absolutamente pessoais e constrangedoras. É muito comum perguntar se é verdade que sua esposa, antes de casar com você, namorou fulano ou como vai o câncer que você está tratando.
Tenho mais seis tipos de chatos catalogados; vocês conhecem algum?








