“Os sonhos dos poetas, as visões dos místicos, as criações do gênio, as realizações mais perfeitas da Arte são apenas ecos e percepções débeis que os homens, com melhores dotes, captam como em um relâmpago quando a matéria, dominada por poucos instantes, permite que a alma possa entrever alguns pálidos reflexos do mundo divino”.
Léon Denis
Nesse profundo ensinamento, o filósofo e parapsicólogo francês, Léon Denis, demonstra a importância da produção intelectual na evolução da humanidade. A propósito, Kardec obteve resposta dos guias que os auxiliaram em sua grandiosa obra afirmando que os espíritos se sentem sempre felizes ao serem lembrados através dos legados que aqui deixam. E que é o nosso pensamento em sua direção que os atrai para nós e não os objetos materiais que deles guardamos.
Léon Denis (1846–1927), filósofo francês, escritor, um dos maiores divulgadores do espiritismo após Allan Kardec, dedicou grande parte de sua vida ao estudo da imortalidade da alma, da reencarnação e das relações entre ciência, filosofia e espiritualidade
▪️ Fonte: cursoespirita.com
Na viagem que tivemos oportunidade de empreender, diversas experiências em contato com obras de arte divinas nos proporcionaram sintonia extasiante capaz de nos fazer lembrar de como seus autores devem se regozijar ao ver que após tantos séculos suas produções permanecem vivas e redivivas.
A exposição imersiva ultramoderna de Van Gogh, as emocionantes visitas ao Louvre, a Barcarola dos Contos de Hoffmann, de Offenbach, que vimos dramatizada na Opéra Comique, e a 3ª sinfonia de Saint-Saëns, com Myung-Whun Chung, na Maison de La Radio France, em Paris; Carmen de Bizet, na Ópera de Sidney e em Florença onde todo o brilho do Renascimento desponta em suas ruas, fachadas e calçadas; a 8ª sinfonia de Bruckner, com Simon Rattle e a Filarmônica de Berlim, as monumentais sinfonias nº 2 (Ressurreição) e nº 8, de Gustav Mahler, entre outros, constituíram momentos de intensa conexão com a beleza que foi presenteada à humanidade.
Royal Albert Hall, uma das mais célebres salas de concertos do mundo e um dos maiores símbolos culturais de Londres, inaugurado em 1871 pela rainha Vitória em homenagem ao príncipe Albert ▪️ Fonte: bachtrack.com
Cité Musicale em Metz (França) na noite do 95º aniversário de Carlos Romero (10/06/2018) comemorado com familiares ▪️ Acervo ALCR
Germano, Carlos e Alaurinda Romero (Metz, França, 10/06/2018) ▪️ Acervo ALCR












