Mostrando postagens com marcador Denise Sabino Villanova. Mostrar todas as postagens

Vamos falar de... inteligência? Em suas várias formas. Sim. Assim mesmo. Mas vamos por "bifurcações" explanatórias. Antig...

inteligencia tecnologia artificial conhecimento humanidade hipocrisia
Vamos falar de... inteligência? Em suas várias formas. Sim. Assim mesmo. Mas vamos por "bifurcações" explanatórias.

Antigamente se falava em "Photoshop", que dava um melhor aspecto a fotos: por exemplo, apagava rugas, afinava bochechas e por aí afora. Por "antigamente" estamos falando de 3 anos atrás!!! Agora fala-se em "essa foto, com certeza, teve o dedo (???) da inteligência artificial". Até a Princesa de Gales passou por escrutínio e condenação, ao dar um "jeitinho" no que considerou

Poucas frases da psicologia sobreviveram ao tempo com tanta força quanto a escrita por Erich Fromm (1900-1980) em A Arte de Amar , d...

romance ciume casamento
Poucas frases da psicologia sobreviveram ao tempo com tanta força quanto a escrita por Erich Fromm (1900-1980) em A Arte de Amar, de 1956: "O amor imaturo diz: amo você porque preciso de você. O amor maduro diz: preciso de você porque amo você." A inversão de apenas duas palavras altera completamente o sentido da relação amorosa e revela uma das questões mais delicadas da vida afetiva. Deveras amamos alguém? Ou queremos, "precisamos" preencher um vazio? (Você estranhou a palavra "deveras"?

Muito se tem falado no recente filme de Christopher Nolan, A Odisseia . Note-se a forma como escrevi "odisseia" no título...

Muito se tem falado no recente filme de Christopher Nolan, A Odisseia. Note-se a forma como escrevi "odisseia" no título – com letra minúscula. No caso, é um "caminho tortuoso". Não o título do poema ou do filme.

Muitas pessoas me perguntaram se eu iria ao cinema para assistir "A (tal) Odisseia". Não pretendo, mas também não gosto de dizer a palavra "nunca". Estudantes de Letras, Filosofia e Psicologia saberão que A Odisseia faz parte

Feliz mês de julho a todos/as! Vou recorrer a um ditado delicioso que aprendi com minha amiga Nina, de João Pessoa: "Meiou, findo...

namoro amizade
Feliz mês de julho a todos/as! Vou recorrer a um ditado delicioso que aprendi com minha amiga Nina, de João Pessoa: "Meiou, findou!" Traduzindo: metade do ano já foi embora. Agora, sem percebermos, começaremos a ouvir falar em Natal, amigo secreto e panetone. O tempo não anda; ele corre uma maratona. Mas deixemos o calendário descansar um pouco.

Dia desses , comentei com uma amiga que gosto do número 7. E de 8, 6 e 3. Ela gosta do número 4, por exemplo. Ou seja: gostamos de num...

sociedade comportamente linguagem
Dia desses, comentei com uma amiga que gosto do número 7. E de 8, 6 e 3. Ela gosta do número 4, por exemplo. Ou seja: gostamos de numerologia. Há quem diga que é crendice. Mas, afinal, como não ter um pouco disso no Brasil? O sincretismo, aqui, é cultural.

Um cordel não "em português", se assim posso dizer, mas português "da gema", vivido e vivenciado no coração da Am...

cordel porto alegre rs
Um cordel não "em português", se assim posso dizer, mas português "da gema", vivido e vivenciado no coração da Amazônia. Assim é o cordel que hoje vos apresento, para não perder o tom português. Peço que "ultrapassem" minha digressão até chegar à parte em que falo sobre o referido cordel. Adianto que tudo, na minha mente, tem a lógica da "introdução", desta vez sobre essa linda forma de literatura, o belíssimo cordel, e que, sim!, correu tanto o mundo que agora tem um português escrevendo um sobre

Tenho várias amigas muito queridas, cada uma com seus problemas. Uma, com os pais velhinhos, não consegue visitá-los tanto quanto g...

mulheres ambicao dor interior
Tenho várias amigas muito queridas, cada uma com seus problemas. Uma, com os pais velhinhos, não consegue visitá-los tanto quanto gostaria, pois vive em outro país. Outra, foi despejada de onde morava, por uma amiga (?),

Há preconceitos que desaparecem com o tempo. Outros apenas mudam de roupa. Quando alguém anuncia que vai cursar Medicina, os apl...

estudar ler aprender escrever
Há preconceitos que desaparecem com o tempo.
Outros apenas mudam de roupa.
Quando alguém anuncia que vai cursar Medicina, os aplausos costumam ser imediatos. Direito? Excelente escolha. Engenharia? Ótimo futuro. Informática? A profissão do momento – ou do "amanhã" (que "amanhã"? Tudo é tão rápido!). Mas experimente dizer que pretende cursar Letras.

Postagens mais visitadas