Como estão teus relacionamentos com as pessoas que te são caras? Estás realmente valorizando o que recebes? Ou acreditas que quem se dedica, se preocupa, se desdobra para estar presente não faz mais do que obrigação por ter tua amizade?
Será que funciona assim?
Já paraste para pensar?
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Não posso obrigar ninguém a fazer parte da minha caminhada; ela pode não ser tão interessante e proveitosa a ponto de despertar o desejo de alguém de perder tempo investindo nela.
Cada um escolhe como conviver com quem lhe é importante. Caso queira mais do que recebe ou acredite merecer mais, tem que se fazer entender; porém, se mesmo assim não consegue ter os anseios atendidos, precisará decidir se fica com as migalhas do fim da noite ou se prefere sentar com quem possa oferecer lugar à mesa.
Se as migalhas recebidas não são suficientes, já, já a fome do amor-próprio irá fazer o coração reclamar por uma alimentação mais saudável, com ingredientes certos para deixar vivo o relacionamento.
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Recebi um texto no WhatsApp que mexeu muito comigo, fazendo-me avaliar como tem sido meu comportamento para com os outros.
Eis o texto:
Uma mãe liga várias vezes para os filhos e sempre recebe a negativa de irem visitá-la; cada um relatava um impedimento, mesmo ela informando que faria o prato predileto de cada um.
Nada de conseguir reunir todos eles.
Um dia, uma filha resolve ligar para saber o motivo de ela não ter ligado mais. Ela responde que estava se preparando para fazer uma viagem longa e não teve tempo. De imediato, a filha liga para os irmãos, indagando se sabiam que a mãe estava para viajar. Ninguém lhes havia informado.
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Amados filhos,
Desculpem, não pude esperar. Tentei convencer meu corpo de que precisava resistir um pouco mais, que tivesse paciência, que vocês iriam chegar, mas ele não acreditou. Não se preocupem, agora estou bem, apesar da saudade.
Estarei sempre cuidando de vocês. Continuarei a sentir falta das nossas conversas à mesa depois das refeições, dos abraços, dos cheiros bem particulares de cada um, do som das nossas risadas. Sei que vocês também sentirão. Quando a saudade apertar, fechem seus olhos e lembrem desta mãe que sempre os amou. Deus os abençoe!
Desculpem, não pude esperar. Tentei convencer meu corpo de que precisava resistir um pouco mais, que tivesse paciência, que vocês iriam chegar, mas ele não acreditou. Não se preocupem, agora estou bem, apesar da saudade.
Estarei sempre cuidando de vocês. Continuarei a sentir falta das nossas conversas à mesa depois das refeições, dos abraços, dos cheiros bem particulares de cada um, do som das nossas risadas. Sei que vocês também sentirão. Quando a saudade apertar, fechem seus olhos e lembrem desta mãe que sempre os amou. Deus os abençoe!
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