O esforço maior tem que ser o de não nos colocarmos como vítimas, em hipótese alguma. Por maior que seja a dor emocional que esteja nos a...

Um não ao desânimo

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O esforço maior tem que ser o de não nos colocarmos como vítimas, em hipótese alguma. Por maior que seja a dor emocional que esteja nos abatendo. Expectativas frustradas costumam causar decepções, angústias e inconformismo. Ficamos procurando explicações para a ocorrência que nos surpreende. Aquele sentimento de injustiça que não quer nos desgarrar.

Quando absorvidos por mágoa, potencializamos um sofrimento que dificulta ser amenizado. O mais sensato é focarmos em nós mesmos e buscarmos saídas que não impliquem em responsabilizar outros pelo que estejamos passando. É preciso distanciarmo-nos dos fatos que estão provocando aflição. Isso apazigua o coração e ajuda encontrarmos as formas de superação do problema. Termos serenidade para tentarmos compreender os fatos.

Talvez seja a hora mais apropriada para fazermos um exercício de autoconhecimento. Assim, mais facilmente, ficaremos em paz conosco, sem satisfações a dar a mais ninguém. Nem efetivarmos cobranças ou exigirmos esclarecimentos. Talvez, se possível, arriscarmos um diálogo que restaure confianças mútuas.

Encontrar nas orações a força para reagir positivamente é um caminho silencioso e fortalecedor. Em Deus encontramos sempre a coragem para vencer dificuldades circunstanciais. Nada é insuperável pela vontade d'Ele. O mais importante é não deixarmos que a vida vire uma confusão. E não permitirmos que o inesperado que desagrada, tire do nosso rosto o sorriso de confiança no futuro.

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