Nem os ministros do STF escapam do julgamento do povo. Enquanto eles julgam com base na Constituição, o povo os avalia pelo que deixam escapar além dos votos ou acórdãos que produzem e, ultimamente, muito mais por fatos que extrapolam seu ofício.
Talvez fosse conveniente que soubessem o que o povo acha deles. Um exemplo simples ocorre todos os dias nas “sessões de julgamento” da padaria onde tomo o café da manhã. Ao redor da mesa, não é
Gilmar Mendes ▪️ Foto: Nelson Jr /// STF
Um investidor do mercado paralelo de juros (se é que vocês me entendem) interrompeu: “Ah, eu prefiro aquela discussão de Gilmar (olha só a intimidade deles com os ministros do STF) com Barroso. No meio do voto, Gilmar disse algo que irritou o colega. Barroso botou quente; disse para deixá-lo fora dos seus maus sentimentos e depois ainda afirmou que Gilmar era uma mistura do mal com o atraso e pitadas de psicopatia”.
O industrial Gil, que fabrica rói-róis e baladeiras em Nazaré da Mata, gargalhou: “O que acho mais bonito é que eles arengam demais, mas continuam se chamando de Excelências. Se fosse no bar do Zuca...”.
Gilmar Mendes e Luiz Roberto Barroso ▪️ Fotos: Sérgio Lima e André Dusek /// STF
Fiz um teste: quantos nomes dos jogadores de futebol da seleção brasileira que jogou a última Copa do Mundo eles lembravam? E quais os nomes dos ministros do STF que conheciam?
Adivinhem quem ganhou de goleada...







