O amor não perdeu o encanto, porque o amor é eterno. Podem mudar as formas de manifestá-lo, nunca a essência. Poetas foram levados a outro...

Veredas e enseadas


O amor não perdeu o encanto, porque o amor é eterno. Podem mudar as formas de manifestá-lo, nunca a essência. Poetas foram levados a outros caminhos que não os encantos da Musa, mas muitos continuam a traduzir os remansos e as sensações emotivas da paixão. Os poemas a seguir constam de dois livros inéditos: O Sol do Entardecer e A Voz do Vento na Terra Invisível.
 
 
 
Teu sorriso
Posso perder tudo: o pão na Primavera, o livro de Neruda e não fazer versos, vagar errante por terras estranhas, mas não posso perder teu sorriso.
Sofia é poema
Poema e poente. O poente é poema. Ambos são poemas. No poente com Sofia, o momento é poema. O poente é Sofia, meu poema.
Bela paisagem
Ao reencontrar teus olhos escuto brisa nos canaviais, do meu coração vem paisagem para te recolher e nunca mais partir.
Declaração de amor
Silencioso, contemplo tuas curvas, veredas e enseadas. Embriagado pelo aceno das palmeiras e da babugem que acaricio, percorro ladeiras e canaviais, onde plantei devaneios. As mãos da aurora vêm acarinhar esse corpo entregue aos afagos.
Peregrinação
Essa terra me agasalha, musa de regato exótico onde repouso minhas mãos. Não aguentava dizer que te amo, precisava andar por tuas curvas despidas. A mulher que se ama a gente quer sem tirar proveito.

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