Sabe aquela resistência em entender que as pessoas mudam? Em aceitar que as amizades se desfazem que amigos traem, fami...

Mudanças

 
 
 
Sabe aquela resistência em entender que as pessoas mudam? Em aceitar que as amizades se desfazem que amigos traem, familiares abandonam que algumas mães matam os próprios filhos para agradar os seus amantes? Ela luta com todas as forças que lhe restam para compreender que nada é eterno que nem sempre as coisas são o que parecem e que alguns humanos, não se comportam como humanos que os ensinamentos do Sidarta Gautama sobre a impermanência das situações também se atribuem aos relacionamentos não importando seu grau de compromisso eis que o grau de comprometimento pode ser reduzido a cinzas, e nem sempre ressurge feito fênix Desde quando ela vive neste mundo de fantasia? De credulidade tola e pueril Não entendeu ainda que muitos só ficam por perto quando estão lucrando que só vêem os outros como coisa como aquele vaso de porcelana encantando os sentidos… Ao primeiro contato, é exposto em uma bela coluna na sala principal até que outro vaso chega, e este de Murano, deve agora, ocupar o pedestal E aquele primeiro e valioso vaso passa a uma sala de estar íntimo Com o tempo, outros vasos, esculturas e objetos mais valiosos vão ocupando todos os espaços o primeiro vaso, acolhe poeira e abandono até ser doado a uma instituição religiosa mas lá, eles não valorizam, pois recebem demais: vasos, móveis, flores e outros utensílios E o vaso é quebrado por desprezo e falta de cuidados… É assim com um vaso de porcelana, pintado à mão com filetes de ouro é assim com as pessoas. As pessoas mudam, e geralmente para pior ou nunca foram o que aparentavam ser.

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