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“Sempre, às seis horas da manhã No Largo do Maracanã Eu ouço com emoção Uma mensagem que o sino Da igrejinha do Divino Dirige ao meu cora...

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“Sempre, às seis horas da manhã No Largo do Maracanã Eu ouço com emoção Uma mensagem que o sino Da igrejinha do Divino Dirige ao meu coração...”
A Deusa do MaracanãJaime Guilherme

Revisando notas e arquivos recolhidos a escaninhos de memória e outros repositórios, vez por outra encontro registros como este, que lança...

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Revisando notas e arquivos recolhidos a escaninhos de memória e outros repositórios, vez por outra encontro registros como este, que lançados, por razões diversas, no baú de esquecimentos, foram submetidas a uma hibernação da qual refluem em momentos impensados, como o que me trouxe, agora, esta recordação.

Zapeando pelas muitas páginas deste universo internetiano, encontro em um blog pernambucano – Jornal da Besta Fubana, artigo que me fez pe...

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Zapeando pelas muitas páginas deste universo internetiano, encontro em um blog pernambucano – Jornal da Besta Fubana, artigo que me fez pensar em outro tempo e comparar procedimentos daqui e de além.

Outro dia estava com meu amigo, num restaurante, e vimos um vinho daqueles bons e caros. O garçom, muito cortês, logo perguntou se quería...

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Outro dia estava com meu amigo, num restaurante, e vimos um vinho daqueles bons e caros. O garçom, muito cortês, logo perguntou se queríamos aquela safra para acompanhar o pedido. Meu amigo, sem pensar duas vezes, disse: “mete o saca-rolha”.

Depois de dar boas risadas com a expressão, ele me contou que a frase servia para a vida; que tempos atrás havia perdido um grande amigo possuidor de uma grande adega com vinhos caríssimos, e os deixava lá, sem abrir.