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O que chamamos de Universo, hoje, abrange toda a forma de matéria possível. Não há mais espaço para o “nada” da metafísica, na Física a...
O “nada” da Metafísica não tem mais lugar na Física Moderna
Estou feliz, disse ao amigo. Ele me olhou de forma estranha com o canto do olho, talvez procurando uma justificativa para o meu estado. O...
Como surgem as dúvidas
Olhou em volta e praticamente pesquisou a fisionomia dos que passavam, na busca de uma justificativa para minha estranha condição anímica. Quase todos, embora talvez ampliando um certo grau de “otimismo” uns 70%, exibiam ostensivamente um rosto de desaprovação com a vida, no mundo e no Brasil.
A vida muda rápido. A vida muda num instante. Você se senta para jantar e a vida como você conhece termina. Ontem, em meio a uma tarde ...
Coragem, sete letras…
Ontem, em meio a uma tarde fria e nublada pelas cenas de uma guerra insana, lembrei das frases com que Joan Didion inicia o romance “O Ano do Pensamento Mágico”, no qual a escritora narra a morte do marido, John Gregory Dunne, e a doença fatal da única filha.
A escritora, ensaísta e pensadora inglesa Virginia Woolf viu a guerra de perto. Viveu no início do século XX e perdeu seu irmão em um dos...
As mulheres, a guerra, e a Hora Mais Escura
O Shopping Centro Terceirão – como ostenta (ou, pelo menos, ostentava) a fachada na Av. General Osório, no coração de João Pessoa – é um ó...
O CD está mesmo morto?
O casamento deles andava morno. Os dois fingiam não reconhecer isso, mas chegou um momento em que não dava mais para disfarçar. Foi então ...
Fidelidade canina
– Acho que devemos dar um tempo.
– Concordo – disse ela prontamente.
– Amanhã vou dar entrada nos papéis.
Foi simples assim. Um certo dia, não faz muito tempo, dei-me conta, demo-nos conta - os pessoenses, os turistas, os moradores do bairro - ...
Roubaram-nos o mar
Da solidão de não pertencer à quarta dimensão - de Daniela Della Torre (Editora Nankin, 2009) – Qual seria a melhor imagem de Clarice,...
Autoentrevista a respeito de Clarice Lispector
– Qual seria a melhor imagem de Clarice, após essa leitura?
– A da fotomontagem de Wanda Wuls, Moi+Chat, de 1925, que aqui em seguida está.
– Alguma surpresa, no livro da Della Torre.?
Quem conhece bem João Pessoa sabe da história que vou contar. É a história do “frade sem cabeça” que aparecia, altas horas da noite, sain...
O frade sem cabeça
Durante sete anos (de 1965 a 1972), ocorreram, no Brasil, diversos festivais de música popular, que marcaram de tal forma o ambiente cult...
Uma canção que resiste ao tempo
Como saldo da “Era dos Festivais” ficaram músicas imortais do nosso cancioneiro popular, a exemplo de “Arrastão” (Edu Lobo/Vinícius de Moraes – 1965), “A Banda” (Chico Buarque – 1966), “Disparada” (Geraldo Vandré/Théo de Barros – 1966),
Para Silvana Romani, que perdeu Sinhá O atento leitor e a cautelosa leitora já devem estar se perguntando: Quem será esse déspota que e...
Adorável tirano
Poderia, não! Pode! Vou contar quem é. O nome dele é Fred. Fred do quê? De onde? Irão me perguntar. Vou ter que contar. Fred é para mim apenas Fred, um cão que compartilha o mesmo endereço que eu. Assim, já está respondido, o “do quê” e o “de onde”. Vamos então, às demais considerações.
Temos muito a dizer dessa coletânea de perfis dirigidos à história literária da Paraíba. Simplesmente dizer, sem consequência crítica ...
Paraíba na Literatura
O poeta Linaldo Guedes disse ter acordado cheio de perguntas. Despertou assaltado por questionamentos sobre a validade da classificação “...
Por que classificamos?
Há muito tempo, o materialismo, o niilismo, o ateísmo, interpõem-se como resistente bloqueio de união entre Ciência e Religião. Os materia...
O materialismo sucumbe
A História registra lamentáveis episódios entre pensamento científico e vertentes religiosas que chegaram a se confrontar com resquícios de violência. Galileu foi obrigado pela religião dominante a desdizer revelações que depois se confirmaram pela Ciência. Joanna D’Arc foi presa, queimada,
DA ROSA Orvalho e sombra, na rosa amarela. Brilho e lágrima, tão próprios dela. É, decerto, o espinho que a mantém
Da rosa
Orvalho e sombra, na rosa amarela. Brilho e lágrima, tão próprios dela. É, decerto, o espinho que a mantém
























