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Quando dobrei a esquina da Avenida João Machado no sentido da Rua João Amorim, mudei de lado da calçada para passar em frente da casa o...
A redação que anda comigo
Sábado, 6 de agosto de 2022. 5h30. O relógio na cabeceira da cama chama atenção para a hora de despertar. O dia amanhece com o primor...
Um dia para guardar no sítio que anda com Gonzaga
Próximo dali, nos esperam, a mim e ao meu filho Tao, o jornalista José Nunes e o fotógrafo Antônio David, para nos unirmos ao publicitário Alberto Arcela, em companhia dos queridos Roberta e Paulo Emmanuel.
... ou uma história prodigiosa num Domingo ensolarado. Era o primeiro Domingo de 2021. Cedo. Praia do Bessa ensolarada. Resolvemos...
Machado de Assis no Bessa e Pilatos em Roma
Conheço gente que não tem muito respeito pelo Dia dos Pais. Acha-o tão-somente ...
Pai é pai
ALUVIÕES Um minuto mais e a cidade Some, setada por Raios bruxos, despejados Do ocaso Um minuto só e ela desaparece...
Um leão é cavernoso, mas tem a cor do sol
Um minuto mais e a cidade Some, setada por Raios bruxos, despejados Do ocaso Um minuto só e ela desaparece Dragada por seu Porto Onde ainda vejo aquela mulher Desse porto, o do Capim: Adoecida no leito A pobre mulher se deflagra Por um filete verde De candeia Um minuto mais e a cidade É acuada por um cão Pisoteada pelos cascos De nova revolução Sulcada pelas rodas
No livro "Funes, o Memorioso", Jorge Luís Borges conta a saga de um jovem de 19 anos que caiu do cavalo e sofreu um terrível...
Órfão de Kazan
Borges convida a refletir nossas vidas a partir da construção afetiva da memória. Ele sugere que precisamos esquecer para sobreviver, porque existem verdades que a vida repele; devemos deixar pra trás lembranças sem conteúdo afetivo;
Jô Soares, ao morrer na sexta-feira, 5 de agosto, era um patrimônio nacional. Para além do clichê, isto significa que ele tinha alcança...
Jô, foste rei!
NÁUTICA ODISSEIA PARAIBANA Canto I Corcéis e cavaleiros destacados De tradicionais praias paraibanas Partiram com...
Odisseia de argonautas
Canto I Corcéis e cavaleiros destacados De tradicionais praias paraibanas Partiram com destinos planejados Pra outras litorais vistas praianas Movidos sem temor pela coragem Do rico e grande desafio da viagem
O gesto de paparicar netos, que extrapola o carisma de pai, ecoou no Dia dos Avôs. Numa perspectiva de vida longa, quando nasce um n...
Infinito em sua paternidade
Numa perspectiva de vida longa, quando nasce um neto, completa-se o ciclo da existência humana.
Como pesquisador de sentimentos íntimos, recolhemos os netos em gestos dos filhos, nos mistérios do amor de pai.
A passagem de efemérides, como a do segundo centenário da nossa Independência, faz com que algumas figuras históricas daquele momento s...
Esqueceram o Marquês
Caro Humberto Melo, Não quis incomodá-lo, por mais que saiba a hora do amanhecer dos homens da nossa idade. É que acordei julgando-me...
Praça do refúgio
Não quis incomodá-lo, por mais que saiba a hora do amanhecer dos homens da nossa idade. É que acordei julgando-me na calçada de livraria de Otacílio Gama, as mulheres de xale ou de mantilha se protegendo do sol molhado daquele fim de inverno para assistirem cedinho à missa da Misericórdia.
(Esse “sol molhado,” você sabe, é coisa do “Quarto minguante” do poeta José Américo. O poeta que ele escondeu na prosa desde a primeira novela.)
Está na moda assistir à série Stranger Things . Ali, para quem é do ramo (época), dá uma certa nostalgia da criatividade extrema, da mu...
Mergulhe nos livros
“A infinita riqueza da natureza em coisas belas e sublimes reserva a todo o homem, que tenha os olhos abertos e seja dotado de senso e...
Quando os Artistas se encontram: Ernst Haeckel e Augusto dos Anjos
Haeckel, Os enigmas do universo, Capítulo XVIII, p. 399-400
DAS INÚTEIS REFLEXÕES O que pensa um gato, quando dormita em sua casinha de plástico? O que ouve um gato se, com voz d...
Entre cochilos e sobressaltos
O que pensa um gato, quando dormita em sua casinha de plástico? O que ouve um gato se, com voz de afeto e agrado, falo fininho, em falsete apaixonado? O que espera um gato, dia após dia, entre cochilos e sobressaltos? Sem respostas, prossigo e desisto de dar sentido ao que em mistérios já nasceu envolvido.
Alguém abandonou um papagaio que vivia, há anos, aprisionado. Liberto, leve e solto, ele pôs-se a gritar o nome do dono, no telhado do vizinho. De tanto estar preso, não sabe ser livre e quer voltar para quem o largou sozinho.
Deslizam nos ventos das recordações, fatos, pessoas e datas que assomam renitentes na nossa existência. São eventos e situações vivida...



































