Estava discutindo com amigos sobre feriados, festas e outros que tais nestes tempos escuros. De repente, ante um comentário idiota, me bateu a obrigatoriedade de nós, homens, respeitarmos mais as mulheres. É que, em nosso mundinho masculino, não atinamos para a oceânica maravilha que são as mulheres. Só que, às vezes, elas também não têm conhecimento do quanto são fantásticas.
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Na verdade, mulher de verdade nem deve se preocupar com etiquetas e butiques. Qualquer forma de ostentação é mau gosto; bacana é ser simples. A diferença está em usar as etiquetas para dentro, porque, se é certo que uma mulher veste-se muito mais para impressionar as outras do que para agradar o outro, cabe às outras que, de fato, entendem do que é bom identificar o que é bacana sem ficarem perdidas na cor menos clara da alça de uma bolsa francesa que a diferencia da paraguaia.
Mulher tem que deixar de ser medrosa, tem que ter coragem de ser carinhosa, tem que assumir que pode ser mais mãe do marido do que de seus filhos se, um dia, uma lágrima reclamar colo.
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Mulher tem direito a tudo, inclusive direito a conservar esse maravilhoso dom que Deus lhe deu: ser sempre muito mais inteligente do que o homem. Pena que algumas partam para um desnecessário confronto quando facilmente se impõem pela evidente superioridade que as sábias escondem e as inseguras expõem.
Ah, mulheres!
Um pouco mais de bom humor é tudo que esperamos e tememos, porque, então, não serviremos para quase mais nada, a não ser amarmos e admirarmos tanto mais vocês.
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Se me fosse dado escolher, a figura de Deus seria feminina e Jesus Cristo teria vindo mulher.









