A narrativa do Mito de Narciso, presente no Livro III das Metamorfoses , de Ovídio, é uma das minhas preferidas! Nela, forma e conteúdo...

barberini roma mito artes plasticas caravaggio
A narrativa do Mito de Narciso, presente no Livro III das Metamorfoses, de Ovídio, é uma das minhas preferidas! Nela, forma e conteúdo compõem um par perfeito! É interessante pensar como, de fato, o poeta/artista é um ser que transcende, pois consegue dar forma e expressar tão bem aspectos humanos através da criação. Há um fazer, uma técnica de que se utiliza, mas há, principalmente, um talento, que pode ser chamado inspiração, transcendência, espírito criador, enfim, trata-se de algo a mais, o toque de Midas que transforma determinado material em ouro, metal precioso pertencente à esfera dos deuses, diversa daquela dos homens comuns a que pertenço.

"Egoísmo não é viver como queremos, egoísmo é querer que os outros vivam como queremos que eles vivam" Oscar Wilde Certa ...

egoismo esnobismo egocentrismo
"Egoísmo não é viver como queremos, egoísmo é querer que os outros vivam como queremos que eles vivam"
Oscar Wilde

Certa vez, declarei não ser egoísta, mas ter o ego centrado. Explico, ou melhor, Flávio Gikovate, psicoterapeuta, explana bem o que eu gostaria de dizer com essa frase, no artigo “Individualismo não é egoísmo”. Nele, Gikovate faz a distinção entre o individualismo e o egoísmo. O individualismo está relacionado à individualidade, ou seja, à capacidade

      COMPREENDER Dar, sem prender. Ser, sem incomodar. Estar, sem cobrar. Pedir, sem mendigar. Aceitar, sem questionar...

poesia paraibana ana paula cavalcanti ramalho
 
 
 
COMPREENDER
Dar, sem prender. Ser, sem incomodar. Estar, sem cobrar. Pedir, sem mendigar. Aceitar, sem questionar. Não é fácil, mas possível de ser feito.

A arte eterniza os sentimentos humanos. Antigos gregos e romanos, privilegiados pela inteligência, pela arte de guerrear ou governar, ...

carlos romero jornalismo literatura paraibana cronica
A arte eterniza os sentimentos humanos. Antigos gregos e romanos, privilegiados pela inteligência, pela arte de guerrear ou governar, esculpiram imagens em mármore ou compuseram poemas épicos para exaltar suas façanhas e se perpetuar.

O primeiro advogado “carioca” — assim entendido como o bacharelado e licenciado por Coimbra — foi o português judeu Jorge Fernandes da ...

rio antigo
O primeiro advogado “carioca” — assim entendido como o bacharelado e licenciado por Coimbra — foi o português judeu Jorge Fernandes da Fonseca, que concluiu seus estudos em 1603, aos 18 anos. Em 1613 ele já residia na cidade do Rio de Janeiro, tendo se casado com Beatriz da Costa Homem, filha do Capitão Aleixo Manoel Albernaz, o Velho, um dos que lutaram na expulsão dos franceses, em 1567, com Estácio de Sá.

O balão se eleva no céu denso de fumaça. Por um momento se confunde com os outros fogos, mas ...

sao joao quadrilha bom humor
O balão se eleva no céu denso de fumaça. Por um momento se confunde com os outros fogos, mas logo segue vitorioso ao empuxo do vento. Seu brilho, contrastando com as sombras em volta, é uma imagem de triunfo e esperança.

    Pólos Para Gabriel Meu pai vestia uma pele de sonhos amarrotados. Tardava horas campeando pequenos nadas. Grande ...

poesia capixaba jorge elias neto
 
 
Pólos
Para Gabriel Meu pai vestia uma pele de sonhos amarrotados. Tardava horas campeando pequenos nadas. Grande colecionador de figurinhas, trazia colada nos olhos sua fortuna de desejos.


Eventualmente, ouço vozes que comentam como alguns indivíduos tiveram sorte em suas vidas, mas que suas próprias não ganharam oport...

picasso mandela balzac historia de vida
Eventualmente, ouço vozes que comentam como alguns indivíduos tiveram sorte em suas vidas, mas que suas próprias não ganharam oportunidades semelhantes. Lembro de muitos casos que negam essa verdade sem noção.

A valiosa contribuição psicográfica do Apóstolo do Bem, Divaldo Franco , rendeu frutos sazonados com a produção de esclarecedores t...

livros divaldo franco espiritismo
A valiosa contribuição psicográfica do Apóstolo do Bem, Divaldo Franco, rendeu frutos sazonados com a produção de esclarecedores textos de natureza psicológica redigidos pela Veneranda Joanna de Ângelis.

São 16 volumes que integram a denominada Série Psicológica, iniciando-se com o tocante Jesus e a atualidade e culminando com o expressivo Psicologia da gratidão.

Era para ter vindo antes, mas antes tarde do que nunca. Finalmente, a Academia Brasileira de Letras abriu seus sonolentos olhos para en...

adelia prado
Era para ter vindo antes, mas antes tarde do que nunca. Finalmente, a Academia Brasileira de Letras abriu seus sonolentos olhos para enxergar a obra da mineira Adélia Prado, para muitos a maior poeta viva do Brasil. Ela não é nenhuma estreante e já tem em torno de vinte livros publicados, todos bem acolhidos pela crítica e pelo público. Já era, portanto, para a ABL ter lhe premiado antes, muito antes. Mas essas coisas da vida literária são assim mesmo, sabemos. Há muitas interferências extraliterárias nas decisões das instituições culturais e é por isso que um Jorge Luís Borges e um Philip Roth, por exemplo, morreram sem ganhar o Nobel, enquanto outros, menores, embolsaram o grande prêmio. Que fazer?

A vida nos traz lições simples que preparam a nossa alma para responsabilidades maiores que nos vão sendo atribuídas gradativamente, à ...

A vida nos traz lições simples que preparam a nossa alma para responsabilidades maiores que nos vão sendo atribuídas gradativamente, à medida em que passamos em cada prova.

      Um Blues e Seus Azuis Queria ser um acorde Perfeito Maior E ecoar além das nuvens E mergulhar no mar E reverberar...

poesia paraibana aurelio cassiano
 
 
 
Um Blues e Seus Azuis
Queria ser um acorde Perfeito Maior E ecoar além das nuvens E mergulhar no mar E reverberar pelas montanhas Queria ser uma nota Musical tão triste Quanto uma lágrima Que se perdeu da face

Quase não alcanço o final da subida da Rua da República, rua traçada por B. Rohan e cenário da melhor crônica que nos legou Luiz Ferrei...

cronica joao pessoa nostalgia paraiba
Quase não alcanço o final da subida da Rua da República, rua traçada por B. Rohan e cenário da melhor crônica que nos legou Luiz Ferreira, um cultor eciano da escrita que dirigiu A União na fase de instalação no Distrito. Não lembro o título e só o narrador a recontaria, se é que não fosse um conto dos russos. Perdeu-se na efemeridade do jornal. Foi ele um lavrador bem-sucedido da literatura a retalho deixada por rigor perfeccionista fora do livro. O que não foi nem tem sido diferente com Martinho Moreira Franco, que tanto nos alertava para cada gol de placa de Ferreira, comportando-se, ele também, com a
cronica joao pessoa nostalgia paraiba
Google Imagens
mesma desconfiança do seu talento e, no final de contas, da aceitação do seu grande número de leitores, sobretudo dos colegas de ofício.

Eu gostaria de ter o dom da palavra para dar a certas narrativas a intensidade que merecem. Mas, quanto mais são intensas, parece q...

nostalgia mae caligrafia analfabetismo
Eu gostaria de ter o dom da palavra para dar a certas narrativas a intensidade que merecem. Mas, quanto mais são intensas, parece que as palavras fogem e fica o sentimento em um compartimento especial do coração.

Sempre me perguntei o porquê de minha mãe não querer aprender a ler. Creio que, hoje, depois de tanto tempo que a perdi,

É admissível e até necessário que a linguagem específica da tecnologia, da ciência ou de uma profissão, como a dos computadores, por e...

lingua portuguesa colonialismo cultural
É admissível e até necessário que a linguagem específica da tecnologia, da ciência ou de uma profissão, como a dos computadores, por exemplo, mantenha o uso de empréstimos (como deletar), ou de estrangeirismos (como download, shift, etc.), até porque sua universalidade os torna cômodos. Mas a existência de equivalentes semânticos no nosso léxico deveria inibir o uso ou o abuso desses recursos linguísticos ou metalinguísticos estranhos ao nosso idioma,

O desenvolvimento da humanidade se deu pelos conflitos entre modos diferentes de organizar a vida social e de se apropriar dos recurs...

dignidade diversidade cultural
O desenvolvimento da humanidade se deu pelos conflitos entre modos diferentes de organizar a vida social e de se apropriar dos recursos naturais e transformá-los, também de conceber a realidade e expressá-la. Neste último processo, a História registra as transformações por que passam as culturas e as características que as unem e as diferenciam. A cultura é um produto coletivo da vida humana e está em constante transformação por ser um fenômeno da interação social e é necessária a percepção da identidade, dos costumes, das crenças e dos hábitos de cada comunidade, nação ou povo. Marilena de Souza Chauí (1941), filósofa e escritora brasileira, em seu livro Convite à Filosofia afirma:

Postagens mais visitadas