Cada um tem sua própria maneira de encontrar a felicidade, e ela se molda ao tamanho de quem a sente.
Para uns, ela chega com o entusiasmo de um novo amor, aquele que vira o mundo de ponta-cabeça. Para outros, ela mora na quietude de uma tarde com os netos, entre o cheiro de bolo assando
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Usar os “óculos da felicidade” não é achar que o mundo é perfeito. Sabemos que a perfeição é uma ilusão e, muitas vezes, é apenas um intenso otimismo disfarçado. Na verdade, ser otimista é um ato de teimosia, de querer buscar o que se acha que fará feliz, e não há nada de errado nisso.
A felicidade é astuta e pode surgir quando menos se espera. São momentos em que se percebe que existem tantas coisas boas dentro da gente e que nos fazem sentir bem, afortunados e aconchegados... Agora mesmo isso pode estar acontecendo com você. Estar feliz não é a ausência de problemas ou o fim da tristeza. É a habilidade de encontrar uma faísca de luz quando o corredor parece escuro demais.
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Ser leve é o jeito mais bonito de carregar a vida, sabendo que felicidade não é uma mera linha de chegada; trata-se de saber e priorizar onde procurá-la. Às vezes, o segredo está em se distanciar das notícias alarmantes vindas da televisão ou das redes sociais, que só nos transmitem peso e desânimo por algo que não é nosso.
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Pense na simplicidade em que a felicidade pode se esconder: às vezes, no cheiro do pão quentinho, no calor do sol que invade a varanda ou no rastro de um perfume novo que você esperou tanto para comprar.
A vida é feita desses pequenos momentos que parecem insignificantes, mas que nos fazem um bem enorme.
Eu o desafio a se lembrar de quais foram as três pequenas alegrias do seu dia. O abraço que demorou um segundo a mais, o vídeo que o fez rir sozinho ou aquele momento clássico de procurar os óculos e descobrir que eles já estavam na sua cabeça?
Anote esses momentos, escreva. Seu cérebro e sua alma merecem esse carinho.









