Foi o que li nesta última quarta-feira, 3, ao abrir a página para chegar de espírito aberto à bem-humorada crônica semanal de Luiz Augusto de Paiva e deparar com o imprevisto, já um mês depois de decorrido.
De jornal largado às pernas, entra-me sala adentro, aqui nos Expedicionários, o salão burocrático do Palácio de fins dos anos cinquenta, naquele mesmo cenário que tentei reviver com outra funcionária, Ismália Borges, a regente do expediente lembrada nas “Notas do meu lugar”, meu primeiro livro de vivência com a cidade e sua gente.
Não lembro, agora, naquela fase cerimoniosa ambientada em Palácio, se esse rosto fiel às mesmas feições já pertencia a seus quadros. Certamente que não, dada, entre nós, a
Pouco depois conquistei a amizade de Miguel Targino, seu irmão, chegado de Araruna e hóspede, como eu, do quarto que a API e José Leal reservavam para os jornalistas visitantes. Ocupávamo-lo indebitamente, eu por ser tesoureiro e Miguel por vir da terra de minhas primeiras grandes amizades sedimentadas no Pio XI de Campina, José Moura e Tota dos Carneiro da Cunha.
Na página que volta a escrever nas primeiras semanas de luto, o confrade José Octávio, entre as demais virtudes, realça, comovido, que todo mundo era amigo de Amável Maria, “beneficiário do seu companheirismo de amizade e amor”. E, linhas adiante: “Tinha a qualidade de não alimentar ódios” e “Não apoiava meus destemperos”.
É sobretudo nisto, creio, que conservo da jovem funcionária de Palácio a dívida de seu apego ao bom relacionamento. Não deve ter sido
Era a casa de D. Otília, na Santos Dumont, família que não havia nome que não a ilustrasse, desde Inalda de Arruda Mello, com quem me defrontei numa mesa de Liceu para convalidar os dois anos de ginásio que eu trazia na bagagem de retirante.
Família sem anônimos, a partir do chefe, Doutor Arnaldo, integrante da equipe de agrônomos que deu nome à Paraíba na produção de qualidade do seu algodão, da sua pecuária e, dependesse da sua intervenção na nossa agricultura, estaríamos em outro patamar na fruticultura nordestina.
Com atraso, peço desculpas à família por não ter chegado em tempo com o pesar que não se encerra no aperto de mãos.








