“ A credito que o mundo, hoje, sofre muito porque existe muito pouco amor no lar e na vida familiar. Não temos tempo para as nossas crianças...


Acredito que o mundo, hoje, sofre muito porque existe muito pouco amor no lar e na vida familiar. Não temos tempo para as nossas crianças, não temos tempo para nos dar uns aos outros. Não temos tempo para apreciarmos uns aos outros”.
“Sabemos que o que fazemos é uma gota no oceano, mas o oceano sem essa gota torna-se menor”.
“Se você julga as pessoas não tem tempo de amá-las”.
“Se você ama até doer, não tem mais dor, mas somente amor”.
"Não ser amado, não ser desejado, é muito pior do que a lepra”.
“Cada vez que você sorri para uma pessoa, é uma forma de amar”.
“Sou uma pequena caneta nas mãos de Deus enviando cartas de amor”.
“Nesta vida não podemos fazer grandes coisas, mas pequenas com muito amor”.
(Madre Teresa de Calcutá)

E is aí dois verbos bastante necessários à nossa existência. Tão necessários como o ar que respiramos. Afinal, tanto é bom lembrar, como esq...


Eis aí dois verbos bastante necessários à nossa existência. Tão necessários como o ar que respiramos. Afinal, tanto é bom lembrar, como esquecer. Para muita gente é difícil esquecer. Lembrar é fácil.
É bom lembrar os aniversários. É agradável para muita gente, sobretudo as crianças e jovens, ouvir aquela modinha de parabéns para você com a conclusão: “e muitos anos de vida”... E eu fico pensando, como as pessoas parecem gostar da chamada velhice. Ninguém diz: “muitos anos de vida, até os cinquenta”...
E essa é mais uma das grandes incoerências humanas: desejam muitos anos ao aniversariante mas ninguém quer saber da velhice, embora eu ache que acumular anos é acumular experiências, e acumular experiências é somar sabedoria. E não há riqueza maior na vida do que a sabedoria. Tenho, às vezes, uma certa pena das crianças e jovens, que estão começando a vida agora. Deus me livre de retroagir até eles...
Lembrar, esquecer... Tanta coisa positiva para a gente lembrar, recordar, em nossa vida! E, ao mesmo tempo quanta coisa para a gente esquecer. Esquecer é uma boa terapia. Por exemplo, esquecer as coisas negativas de nossa vida. Esquecer mágoas, ressentimentos...
Nada sabemos sobre o nosso futuro. Eis aí uma incógnita necessária à nossa existência. Já pensou se a gente, ao nascer, já soubesse de tudo que iria acontecer conosco? Muitos, talvez, se suicidassem antes dos fatos. Daí a sabedoria divina: a gente nasce sem saber de nada que nos vai acontecer.
Repetimos: esqueçamos as coisas negativas e lembremos das coisas positivas. Não esquecer, por exemplo, um benefício recebido, ajuda-nos a ser sempre gratos.
Já esquecer ofensas, ingratidões, indiferenças, esquecer os males que nos foram feitos, é uma grande vantagem. O não esquecimento das coisas negativas pode se tornar uma tortura.
Rememorar, recordar... que estes verbos sejam aplicados às coisas boas e positivas da vida. Aquele que não consegue esquece as coisas ruins da vida é um doente, merecedor de compaixão e remédio. Está muito longe de aprender o que Jesus ensinou ao dizer: “perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores”...

Se você teve pesadelos ao ver as 40 capas de discos mais bizarras de todos os tempos e pensou que não podia existir nada mais esquisito n...



Se você teve pesadelos ao ver as 40 capas de discos mais bizarras de todos os tempos e pensou que não podia existir nada mais esquisito no mundo, dê uma olhada nestas outras arrepiantes 'obras de arte'.

Chega uma certa idade em que é impossível dedicar-se, com a profundidade desejada, ao aprendizado de um idioma, não é mesmo?


Chega uma certa idade em que é impossível dedicar-se, com a profundidade desejada, ao aprendizado de um idioma, não é mesmo?

Um velho senhor italiano, que vivia sozinho em Nova Jersey, desejava muito plantar o seu jardim de tomates, como todos os anos fazia, mas n...


Um velho senhor italiano, que vivia sozinho em Nova Jersey, desejava muito plantar o seu jardim de tomates, como todos os anos fazia, mas não tinha condições físicas para a tarefa, principalmente porque o solo estava muito seco e duro.

FOTO | Iván Martínez O site NewspaperMap utiliza os recursos do Google Maps para apresentar, de um modo prático, os links para as versões ...


O site NewspaperMap utiliza os recursos do Google Maps para apresentar, de um modo prático, os links para as versões online de jornais escritos nos mais diversos idiomas.

A ssim como as montanhas nos ensinam a transcendência, isto é, sair da horizontalidade para a verticalidade, as pontes nos ensinam a superar...


Assim como as montanhas nos ensinam a transcendência, isto é, sair da horizontalidade para a verticalidade, as pontes nos ensinam a superar os abismos do caminho.
Graças às pontes, fabricadas pelo homem, os obstáculos são superados. Elas facilitam a comunicação, assim como os túneis. Vá o leitor perdoando a obviedade do cronista, mas, é muito agradável passar pelas pontes, contemplando as paisagens lá embaixo. As pontes são excelentes símbolos de confraternização.
Estou me lembrando agora mesmo das pontes de algumas cidades que visitei, nas minhas viagens fora do país. E a primeira que me salta à memória é a bonita ponte vermelha de São Francisco da Califórnia, uma de suas maiores atrações turísticas, na qual tive a agradável emoção de passar, contemplando, à distância, a grande metrópole com suas luzes.
E o que dizer da Harbour Bridge de Sidney, lá na Austrália? Muito bela. E a pequena Veneza, construída dentro d'água, não poderia dispensar as pontes, que são muitas, embora pequenas.
Mas, aqui para nós, há uma ponte que mais me impressionou pela sua extensão, e que, quando a avistei, não quis acreditar no que estava vendo. Adivinhe o leitor onde foi que vi tão belo trabalho da engenharia. Foi na doce Lisboa. A ponte se chama Vasco da Gama, com seus 15 quilômetros de extensão. Passa orgulhosa e gigantesca por cima do rio Tejo. E aqui para nós, vale a pena ver esta imensa obra humana, e, se puder, dirigindo um automóvel em cima dela, como fizemos. Ah, brasileiros atrevidos! Diante da ponte Vasco da Gama, a de Salazar, na mesma Lisboa, fica até com inveja...
Graças à ponte Vasco da Gama você pode visitar as belas lojas do tipo “outlet”, do Freeport, a preço de fábrica, e outras novidades turísticas.
Lembro de outras, como as de Budapeste, Praga, Florença, e as belas pontes de Paris, por cima do Sena. Como eu as admiro, sobretudo pela sua função de vencer os obstáculos do caminho. E metaforizando, direi que devemos, na vida, ser pontes. Jamais abismos. E não esquecer que o próximo é a ponte que nos leva a Deus.
Mas a fome chegou e eu vou retirando os dedos do teclado deste computador. Antes, porém, leio no jornal que em Campina Grande acaba de ser inaugurada uma ponte feita de material reciclado sobre o açude Bodocongó. Que beleza. Campina sempre com suas singularidades e autenticidades.

Você ainda pensa que os animais são 'irracionais'? Seu conceito sobre os bichos certamente mudará após ver essas gifs animadas.


Você ainda pensa que os animais são 'irracionais'? Seu conceito sobre os bichos certamente mudará após ver essas gifs animadas.

Alguns objetos, quando são adaptados ou modificados, podem resultar em ótimas soluções para facilitar o nosso dia-a-dia. Veja alguns exemplo...

Alguns objetos, quando são adaptados ou modificados, podem resultar em ótimas soluções para facilitar o nosso dia-a-dia. Veja alguns exemplos.

1Amplificador para iPhone
Com uma pequena tigela de plástico é possível ampliar o volume dos alto-falantes do iPhone/iPod.
A forma côncava propicia o aumento do som.

A s cores! Que seria da vida sem elas?... Teve razão o grande Goethe quando dedicou grande parte de sua existência ao estudo das cores. E co...


As cores! Que seria da vida sem elas?... Teve razão o grande Goethe quando dedicou grande parte de sua existência ao estudo das cores. E como ele soube adorá-las e amá-las!
Mas a beleza das cores está na sua diversidade. Já imaginou o mundo com uma cor única? Que monotonia! O mundo vestido só de branco, só de verde, só de amarelo, só de preto, e assim por diante. Deus soube vestir magnificamente o nosso mundo. É verdade que ele carregou mais no verde e azul. Veja o céu, o mar, os lagos e a nossa vegetação. O verde é a cor da esperança. E o azul? É a cor da espiritualidade, do Infinito. O astronauta russo ficou besta quando viu o nosso planta, lá de cima de sua astronave. E gritou: “A Terra é azul”.
O vermelho é a cor do alerta, do perigo, da vida. Lembrar que Deus fez o nosso sangue vermelho, justamente, para chamar a atenção. E ninguém pense que tem “sangue azul”. Mas já imaginaram se o sangue fosse transparente, da cor da água? E o sinal vermelho do trânsito, despertando a nossa atenção?!
Aliás, sobre o vermelho, sabe o leitor que certo acupunturista disse que minha cor deveria ser a vermelha. Ela ajudaria no meu equilíbrio fisiológico, segundoa cromoterapia. O vermelho é a cor da vida.
E o que dizer da cor roxa? Muito triste, não leitor? E a branca? Esta simboliza a pureza. Daí as batas dos médicos, cirurgiões, enfermeiros e enfermeiras serem brancas. Esta cor esconde mostra logo qualquer sujeira. Mas isso não quer dizer que a cor negra seja suja, pois a sujeira depende de quem a vestiu. A cor negra apenas esconde mais o que está sujo.
Os padres outrora usavam batinas pretas. O preto é símbolo de solenidade, de introspecção. A noite se veste de cor negra, cujas estrelas não conseguem apagá-la. As vestes dos homens da Justiça são pretas, e, outrora, as pessoas usavam luto preto. As viúvas, coitadas, tinham que o usar o chamado luto fechado. Costume que, hoje, praticamente está fora de moda. Afinal, o sentimento não está na vestimenta, sim no coração.
E o amarelo? Dizem que é a cor do desespero. Não sei a razão. Deus soube muito bem vestir o mundo das mais variadas cores. E fez esta exposição no arco-íris, onde estão expostas as sete cores e suas nuances.
Vermelho, branco, preto, amarelo, verde, roxo, cinzento, azul, todas têm sua significativa beleza. Mas a cor mais importante mesmo, é aquela que simboliza a vida. A cor vermelha, a cor do sangue, a cor que o acupunturista recomendou que eu usasse...

A figura acima, divulgada pelo Instituto Geológico dos Estados Unidos , nos dá uma noção da 'pouca quantidade' de água que existe n...


A figura acima, divulgada pelo Instituto Geológico dos Estados Unidos, nos dá uma noção da 'pouca quantidade' de água que existe na Terra, em comparação com os seus elementos sólidos.

A proposta do site stolecamerafinder é interessante: localizar câmeras que tenham sido roubadas, perdidas ou furtadas.


A proposta do site stolecamerafinder é interessante: localizar câmeras que tenham sido roubadas, perdidas ou furtadas.

A gente pensa, a gente sente, a gente age, a gente fala. Esses os grandes verbos de nossa vida. Deles depende a nossa paz interior. E paz in...


A gente pensa, a gente sente, a gente age, a gente fala. Esses os grandes verbos de nossa vida. Deles depende a nossa paz interior. E paz interior é tudo na nossa existência, um estado que não depende do dinheiro, nem do poder.
Mas vamos ao primeiro item: o pensar. Somos o que pensamos. É a vez de dizer: dize-me como pensas e eu te direi quem és. Sim, porque os nossos atos são reflexos dos nossos pensamentos. Muita gente ignora que o pensamento é coisa, vibração, energia de natureza eletromagnética. Você não o vê, mas ele existe. E ainda bem que é invisível. Já imaginou se a gente soubesse os pensamentos dos outros? Deus sabe o que faz. O pensamento é tão importante que o filósofo Descartes chegou a afirmar: “Penso, logo existo”. Repetindo, você é o seu pensar. Daí o cuidado que devemos ter com o pensamento. Tudo começa com ele. Quem pensa bem, sente bem, quem sente bem, fala bem, age bem. E basta de tanto bem.
E o falar? Quantos desentendimentos, quantas discussões, quantas brigas por causa da fala. A discussão é uma briga. Briga de palavras. Mas é bom lembrar que estou, aqui, me referindo à má discussão, em geral movida pela vaidade, pela intransigência, pelo orgulho, pelo ódio. E onde há ódio, não prosperam o amor, a concórdia, nem a compreensão.
E digo tudo isso em beneficio da saúde. Uma pessoa com raiva é capaz de tudo e o seu organismo termina somatizando e sofrendo as consequências desse comportamento negativo.
Ah, como é importante o falar... Disse bem Jesus: que o teu falar seja: sim, sim, não não. Nada de subterfúgios, dissimulação.
É preciso que saibamos ser moderados em tudo. Nada de afobação, nada de discussão exagerada. Não esquecer que tudo vem dos nossos pensamentos, que a gente não vê, e que, às vezes, terminam se materializando em atos dos quais podemos vir a nos arrepender.
É muito importante que estejamos sempre vigilantes, pois a gente erra, muitas vezes, por falta de vigilância. Daí a grande recomendação de Jesus: “orai e vigiai para não entrardes em tentação”. E o homem vive numa ilha cercada de tentações por todos os lados. Tentação do dinheiro, do sexo, do poder, da vaidade, do orgulho, da inveja. Então, não esqueçamos: muito cuidado com estes verbos: pensar, sentir, agir, falar!

Muitas expressões que utilizamos no dia-a-dia têm origem em textos religiosos, como a Bíblia e o Alcorão. Do Velho e do Novo Testamento, p...



Muitas expressões que utilizamos no dia-a-dia têm origem em textos religiosos, como a Bíblia e o Alcorão. Do Velho e do Novo Testamento, por exemplo, herdamos os seguintes termos:

É   sabido que a semana tem sete dias. Mas falam também dos seus dias úteis. Quais seriam eles? Seriam aqueles em que há trabalho: Já o domi...


É sabido que a semana tem sete dias. Mas falam também dos seus dias úteis. Quais seriam eles? Seriam aqueles em que há trabalho: Já o domingo é chamado o dia do descanso. Do descanso ou da adoração a Deus. Tanto é assim que a palavra domingo, etimologicamente, significa Dia do Senhor. Mas isso era, antigamente. Hoje, o domingo é mais dia de diversão do que do repouso. È bom lembrar também que é no domingo que muita gente curte a ressaca do sábado. Sábado! Eis aí um dia que todo mundo curte. Todavia, um dia que todo mundo gosta é a quinta, sem esquecer a sexta. A semana só começa mesmo para o trabalho na segunda à tarde e termina na quinta. Na sexta, quase todo mundo está se preparando para o lazer, para uma viagem.
Continuando a crônica, outrora trabalhava-se no sábado. Folga só depois de meio-dia. Mas isso era antigamente. E se você me perguntar qual o dia da minha predileção eu diria sem pestanejar: segunda! Predileção esta que deve assustar muita gente. Quando viajo para o Exterior, só Deus sabe como suporto o domingo, com tudo fechado, tudo morto. E vem-me à memória aquele domingo, lá em Mainz, Alemanha, quando vi várias senhoras gordas (o que não falta naquele país) sentadas nas cadeiras, ao ar livre, em longas e tediosas conversas. Um espetáculo que faz a gente abrir a boca num longo bocejo.
Foi-se o tempo da semana rigorosamente de seis dias úteis. E antes que a crônica se acabe, para sermos francos, pelo menos aqui no nosso país, os dias ditos úteis mesmo são apenas quatro: segunda, terça, quarta e quinta.
E quer saber de uma coisa? Domingo só em Paris e Londres. Não, leitor, talvez em Riacho dos Cavalos, o domingo seja de uma tranqüilidade gostosa. E se você se deitar numa rede com um bom livro, a vida corre tranqüila e gostosa. A rede é uma beleza. Se não me engano, o grande Câmara Cascudo fez um suculento e profundo estudo sobre a rede e o nosso Alcides Carneiro disse, certa vez, que, para fazer um discurso, ele só precisa de meia hora de rede.
A rede é excelente para o estresse. Acho que Hitler nunca conheceu, nem, muito menos se deitou numa rede. Daí a sua mania de perseguição e violência. E quantas reflexões a rede sugere. Rede num dia de domingo, que beleza!

A  gente viaja com os pés, com os olhos, com os ouvidos, com a mente e com a boca. Assim, depois dos passeios, das visitas aos museus, às li...


gente viaja com os pés, com os olhos, com os ouvidos, com a mente e com a boca. Assim, depois dos passeios, das visitas aos museus, às livrarias, ao cotidiano da cidade, o grande e cobiçado momento é aquela entrada no restaurante. Meu amigo e globe-trotter, Davi, me disse que restaurante com pouca gente é um sintoma de que não é bom. E tivemos a prova disso. Restaurante superlotado, a ponto de a gente ficar aguardando a nossa vez, vale a pena esperar.
Mas o gostoso , ainda não é a comida, mas o ritual inicial: o erguer de um brinde, e depois a leitura dos cardápios. Tem deles luxuosíssimos, sobretudo na encadernação. Tantos pratos apetitosos e gostosos enchendo nossa boca d'água... Esse o momento da senhora boca.
Escolher o prato é um procedimento às vezes difícil. E, de vez em quando, a gente erra, pois que chega um prato que não nos agrada. Principalmente em países exóticos, como já nos aconteceu na Rússia e no Marrocos.
A verdade é que a escolha do restaurante e a escolha do prato, nem sempre é fácil. Mas vale a pena aquele momento. Todo mundo comendo, todo mundo conversando, comentando o que se viu durante o dia, todo mundo sorrindo e, às vezes, até falando alto. Há os que estão reunidos, mas não unidos. Ou ninguém olhando pra ninguém. Quantas latitudes juntas!...
E que dizer dos restaurantes chineses? É mais uma boa opção. Do restaurante indiano fujo às léguas, devido aos pratos frequentemente picantes.
Mas o momento da boca é muito importante. Vale a pena observar as pessoas, os garçons, estes uns verdadeiros artistas, ou melhor, excelentes equilibristas. Como eles se desdobram, se multiplicam em sorrisos, e às vezes são até mal tratados por gente insensível e arrogante.
Admiro muito suas excelências os garçons. E tem vez de a gente encontrar alguns deles brasileiros. Quanta alegria! Estou agora me lembrando de um restaurante em Lisboa, cujos garçons, por sinal muito elegantes, se desdobravam em gentilezas.
Restaurante com pouca frequência não é bom sinal. Deles quanto mais animado e entupido de gente, melhor.
Mas vale observar o comportamento das pessoas por este mundo afora. Está aí um bom campo para um psicólogo, ou um cronista.
Fui falar de comida, e eis que estou desejando agora uma gostosa pizza. E viva o turismo da boca!