Alguns empresários que disputaram a eleição de uma associação aqui na Paraíba decidiram criar um grupo de zap para orientar suas ações durante a campanha. Perderam a eleição, porém o grupo de zap continuou ativo, composto por pessoas que tinham perfis absolutamente diversos. Seguiram assim até que, um dia, alguns integrantes do grupo começaram a convidar os demais, com urgência, para uma manifestação que estavam fazendo naquela hora em favor de Bolsonaro. Mandavam fotos e vídeos, reclamando a presença de todos naquele ato.
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Mais meia hora de insultos trocados e o primeiro disse ao segundo que sim, iria encontrá-lo para fechar a tampa do seu caixão. O ameaçado disse que, devido ao adiantado da hora, teria que recolher-se. Usou esse termo: recolher-se. O mais exaltado então surfou na brabeza:
— Vai recolher-se? Você é um idoso, é? Isso de ir dormir cedo é coisa de velho.
Ao que o outro respondeu que iria recolher-se ao presídio porque estava no regime semiaberto por conta de um homicídio duplo.
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Acho que essa é uma boa definição do que é bater pino.
Outro caso aconteceu aqui em João Pessoa, no Bar da Caça, que adquirira fama de servir a carne de todos os tipos de animais, a maioria deles de comercialização proibida. O dono recitava o cardápio e o cliente escolhia entre jacaré, arribaçã, tartaruga, cotia e uma danação de outras caças. Até que um dia, ao recitar seu cardápio para um cliente novo, foi interrompido:
— O senhor sabe quem eu sou? Sou fiscal do Ibama.
E o proprietário, em cima da bucha:
— E o senhor sabe quem eu sou? Pode perguntar por aí; sou o maior mentiroso da Paraíba.
Ensina o filósofo Índio do Gelo que pino foi feito para bater, né? Senão, que utilidade teria?








