Há aqueles que querem morrer num dia chuvoso e outros em pleno dia ensolarado. Há aqueles que querem morrer sozinhos na cama, tranquilos em pleno sono. Eu quero morrer no palco. Em frente dos projectores. Sim, eu quero morrer no palco. O coração aberto a todas as cores. Morrer sem qualquer dor na última apresentação. Quero morrer em cena, cantando até ao fim.”
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Entre grandes canções e ecos de tragédia “Eu que escolhi tudo na minha vida, eu também quero escolher minha morte. Há aqueles que q...
Dalida, a Diva trágica
Há aqueles que querem morrer num dia chuvoso e outros em pleno dia ensolarado. Há aqueles que querem morrer sozinhos na cama, tranquilos em pleno sono. Eu quero morrer no palco. Em frente dos projectores. Sim, eu quero morrer no palco. O coração aberto a todas as cores. Morrer sem qualquer dor na última apresentação. Quero morrer em cena, cantando até ao fim.”
Vodka e lima da pérsia com pimenta rosa, Caipiríssima Brasil. e no mais... sou eu soul... alma livre mergulhada feito um canudo ...
Noite de lua cheia
Vodka e lima da pérsia com pimenta rosa, Caipiríssima Brasil.
e no mais...
sou eu soul... alma livre
mergulhada feito um canudo
por onde circula o álcool da benção do entorpecer que permite que as palavras se soltem feito folhas em dias de outono e voem livres anunciando vida.
Ela existe, mas há quem diga o contrário. Ela é perseguida, desejada, avaliada, relativizada e individualizada. Os filósofos discut...
Sobre a felicidade...
A igualdade tem como base o princípio de que todos devem ser submetidos às mesmas regras e possuir os mesmos direitos e deveres. Já...
Justiça como Equidade
Sempre quando chegávamos ao local do trabalho, antes de qualquer atividade, íamos até a árvore onde o beija-flor preparou seu n...
O primeiro voo do beija-flor
"Agora estamos nos transformando naquilo em que nunca quisemos nos transformar, ou seja, em velhos..." ,
Reflexões sobre a passagem de animal à pedra
,
Vez por outra dou meus passeios na orla do Cabo Branco, pela manhã, e nessas ocasiões revejo amigos e conhecidos. Um deles – mais con...
Ciclotímicos sociais
O engenheiro e capitão italiano Agostino Ramelli (1531—1610) nasceu na comuna de Ponte Tresa, hoje um Cantão da Suíça. Ele viveu no áp...
Embebida em éter
Para Luísa Hoje eu quero paz de criança dormindo E abandono de flores se abrindo (Dolores Duran) Final de ano, fico triste com as r...
A primeira noite com a minha neta
Hoje eu quero paz de criança dormindo
E abandono de flores se abrindo
(Dolores Duran)
Aficionada às artes, sempre gostei de visitar museus, sobretudo aqueles voltados para pintura, escultura e mobiliário antigo. Certa...
A magia do Belo
Conheci o doutor Nereu Santos nas lides forenses. Eu, na qualidade de procurador da UFPB, e ele, na de representante do Ministério Pú...
Nereu Santos, cidadão exemplar
As mulheres sempre lutaram por seus direitos seja nos bastidores ou no protagonismo. Se, segundo Homero, uma mantinha sua Ítaca livre d...
Olhares relacionais para um conceito de Nação conjugado no Feminino
A ESCRITA É UMA LIGA DE SANIDADE Muitos diriam para não fazer esses malabarismos de letras sem sentido Diriam que a set...
Ser o vento desperdiçando a força nas folhas mortas
Muitos diriam para não fazer esses malabarismos de letras sem sentido Diriam que a seta é a cura para a obtusa tortuosidade do nômade Mas buscar o visgo na ressurreição diária faz lampejar os olhos O Eu triturado renasce, não sóbrio, pois a vida não permite
Germano Romero é arquiteto, cronista e... bacharel em música. Eu, que tantas vezes lhe passei mensagens parabenizando-o pelos textos no...
A Paraíba não para de me surpreender
Numa definição exígua, o poder consiste na capacidade de influenciar ou controlar o comportamento, as ações ou as decisões de outras ...
O poder
No âmbito político, ele foi considerado sob diferentes perspectivas, das mais idealistas às mais pragmáticas.
QUANDO EU MORRER Quando eu morrer, não me enterrem em cova rasa - dispenso o canto dessa casa -. Não me deixem só no c...
Quando eu morrer, joguem ao vento pétalas de flores
Quando eu morrer, não me enterrem em cova rasa - dispenso o canto dessa casa -. Não me deixem só no cemitério, nesse espaço lúgubre, deletério. Quando eu morrer, que o meu coração seja doado e bata forte no peito de algum enamorado. Que os meus olhos sirvam para alguém ver, o que, displicente, não pude perceber.








































