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A imortalidade de Abelardinho

Bonita a festa de posse de Abelardinho na Academia Paraibana de Letras, onde foi receber a imortalidade, que é o que todo mundo deseja. Afinal, ser imortal é não ser esquecido, e a gente deseja sempre ser lembrado.

Mas, vamos à festa da posse. O menino não precisa cantar como Roberto Carlos para dizer que deseja ter um milhão de amigos. Pois a Academia foi pequena para caber tanta gente, tantos amigos. E o presidente Damião Cavalcanti ainda achou de criar mais espaços para a casa da imortalidade. E aqui vai um destaque para o atual presidente. Ele está fazendo uma bela administração, o que nunca deixou de acontecer na Casa de Coriolano.

A verdade é que a nossa Academia estimula cada vez mais a pesquisa. Esta é a sua grande finalidade. Como grande também é a finalidade do congraçamento, a união cada vez mais firme de seus componentes. O acadêmico deve estar cada vez mais consciente do espírito de família que deve haver na entidade.

Voltando a Abelardo, ou Abelardinho, como é, carinhosamente, chamado, ele não cabia em si de contente. Fez o discurso de praxe, homenageou seu pai, o fidalgo Abelardo Jurema, e depois foi saudado pelo erudito e respeitável crítico e homem de letras, José Mário da Silva Branco.

E Abelardinho, num recanto da sala, morrendo de emoção. Imaginem o espírito de seu pai, o grande Abelardo, como estava feliz!

Esta posse do nosso Abelardo atraiu uma multidão, que, decerto, ficou maravilhada com o que viu. E Damião sorrindo de morrer.

Agora é a vez de dizer: Como é bom compartilhar. Como é bom sair de si para abraçar o outro. Como é bom ser humano. Só não gostei de saber que o meu amigo imortal, Wills Leal, não vai bem de saúde. Um espírito muito solidário, a quem desejamos plena recuperação.

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