Nada como deixar a criança — ou mesmo o adolescente — sair e tomar os comandos por alguns instantes. E um bom cenário para isso é um p...

Versão criança

parque diversao retorno infancia aventura nostalgia
Nada como deixar a criança — ou mesmo o adolescente — sair e tomar os comandos por alguns instantes. E um bom cenário para isso é um parque de diversão. Ah! Que sensação gostosa embarcar em um dos brinquedos e encarar solavancos, balanços, “sustos” e escorregos gigantes! Foi justamente isso que eu e Rachel fizemos, como
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um bom casal de enamorados adolescentes. Nós nos colocamos para a diversão, feitos crianças, nos brinquedos do Universal Parque, armado no costumeiro endereço às margens da BR-230, vizinho ao Unipê. A criança que reside em mim eu faço questão de que viva dando umas voltinhas, vez por outra.

Domingo de tardezinha, e lá vamos nós nos carrinhos de bate-bate. E acelera, gira o volante, colide com outros “motoristas”, dá ré e mais batidas. Risos, luzes, sons — e todos parecem ter uns 8 anos de idade. Sim, com direito a repetir a dose várias vezes. A alegria está no rosto de todos.

Próxima parada... o Trem Fantasma. O minúsculo carrinho adentra o túnel escuro com promessas de muitos sustos. A cada curva aparece uma “assombração”: um corpo humano com as entranhas para fora, um caixão que se abre e deixa sair o boneco defunto, um monstro com uma foice na mão, esqueletos pendurados numa grade no alto, uma aranha gigante... No meio disso tudo, risos e gritos contribuem para o clima “horripilante”. A diversão é tanta para os adultos-crianças que o passeio merece repeteco.

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Depois, nada mais infantil, simbólico e nostálgico do que o tradicional Carrossel. Cavalinhos proibidos para os grandinhos, mas há a opção de uma espécie de xícara giratória, garantia de novas e boas risadas e das lembranças da antiga Festa das Neves, que renascem no emaranhado de luzes do brinquedo.

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Bom, se está divertido, vamos continuar e experimentar. E logo eu, um assumido medroso de alturas, desafiei a lógica e subi uma rampa de vários metros, levando nas mãos uma espécie de tapete, só para descer um grande escorrego chamado de “Ciclone”. Confesso que a maior adrenalina, para mim, foi a subida, especialmente a aproximação do cume. Porém, respirei fundo e percorri os últimos metros com o restinho da coragem que me sobrava. Descer o escorrego foi moleza. Sentado no tapete “mágico”, desci a toda velocidade até ser freado por um grande colchão de espuma. Valeu a pena! Fui novamente!

Sigamos. Nem sei o nome do brinquedo em que você se senta numa cabine, põe uma trava e ele começa a girar ao som de músicas agitadas, no estilo funk. A cabine se movimenta em círculos ao redor do eixo central do brinquedo, gira em relação às demais cabines vizinhas e roda em torno de si própria. Sem falar nas subidas e descidas aceleradas, mantendo os movimentos circulares.
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Claro, o risco é terminar o “passeio” meio fora do próprio eixo. Fui, conferi, sobrevivi ao gosto de boas risadas e conquistei a saída sem auxílio de qualquer tipo.

Como é bom segurar firme e sentir a velocidade do carrinho numa curva, num brinquedo em formato de Minhocão, subir e descer no giro do “Helicopter”, observar o cenário de luzes, sons, falatórios empolgados e gritos dos passageiros dos brinquedos mais céleres. Sons de alegria, satisfação.

Ao término, a criança-adulta continua sem coragem para os brinquedos mais radicais. Quem for mais aventureiro que encare a Montanha-Russa e outras estruturas, como o barco viking e coisas do tipo. Com a maratona de brincadeiras do domingo no parque finalizada, uma parada para caldo de cana e pastel, e voltamos para casa com novas memórias alegres criadas. Uma delícia!

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