O escritor sul-africano de ascendência holandesa, Laurens van der Post, revelou que, quando viveu entre os bosquímanos do deserto de Kalahari, eles ficaram surpresos quando descobriram que ele não podia "ouvir as estrelas".
Hoje o jornal A UNIÃO chega aos 132 anos impresso em papel, 80 dos quais coçando nos meus dedos, acendendo lembranças, atraindo-me quase a vida toda para o que tem se passado fora de mim e em mim se revertendo continuamente.
Na sessão da Assembleia da Paraíba, realizada no dia 17 de setembro de 1884, foi apreciado um projeto que autorizava o governo da Província a adquirir os direitos sobre uma História da Paraíba que havia sido escrita por um historiador paraibano. O projeto proposto por oito deputados do Partido Liberal, entre eles o jornalista Irineu Joffily e o vigário de Bananeiras José Euphrosino Ramalho, tinha o seguinte texto:
O politicamente correto é uma ideia que criou um monstro com o objetivo de destruí-lo. Em outras palavras, proíbe-se hoje o que antes era permitido e inocentemente encarado, até que o politicamente correto o tachou de monstro a fim de destruí-lo.
Refletindo sobre a leitura das três primeiras estrofes de Os Lusíadas, que correspondem à Proposição do poema, dá para perceber a complexidade do que se diz, o mais das vezes de modo simples na expressão, mesmo com as inversões sintáticas de praxe, mas com uma construção, em direção à significância, que exige muito do leitor.
Muito provavelmente os que como eu tiverem a sorte de ultrapassar os setenta anos estarão na fila das quedas.
Explico. Acreditadas estatísticas demonstram que nos últimos dez anos dobrou o número de idosos que todos os dias sofrem com quedas, na maioria das vezes em suas residências e às vezes com consequências permanentes nas fraturas de ossos e infelizmente com um número crescente de óbitos.
Talvez um dos textos que mais exprimem a impetuosidade devastadora da paixão seja a tragédia de Hero e Leandro, imortalizada pelo poeta grego Museu, que traz um signo como a indicar o quanto uma história de amor é sempre trágica. E, se não for uma tragédia, não é uma história de amor.
Bancada do telejornal formada com o âncora e seus convidados. Você olha para aquela gente e, prontamente, é levado a crer em que tem diante de si, na sua sala de visitas, as criaturas mais sábias e capazes do planeta. A vinheta e as primeiras imagens do programa trouxeram-me à lembrança um conselheiro aposentado do Tribunal de Contas conhecido por suas tiradas. Grupo reunido para a fotografia, ele gritava antes do clique do fotógrafo: “Todo mundo com cara de inteligente”.
POEMAS DO LIVRO “XXI Sombras (Editora COUSA – 2023)
O poema corre contra o sol nascente
para que se espalhe a sombra dos homens
sobre as cores da Terra.
PORQUE CARECEMOS DA ILUSÃO
Precisamos de um novo herói,
de um mago, de um mestre dos tempos,
que nos corrompa e seja obsceno,
que nos derrame o sangue de seu afeto
e nos apresente os desígnios das nuvens.
“Em 'Ainda estou aqui', você não é apenas nossa história ou a atriz que encarna o papel de uma mulher extraordinária, sem derramar uma só gota de lágrima. Você coloca no centro da sala o debate sobre o que ocorre com uma família quando a arbitrariedade do autoritarismo vinga… A resistência é a insistência de Eunice em fazer com que, diante do fotógrafo, todos estejam sorrindo. Algo insuportável aos movimentos autoritários…
A arte de escrever é, em sua essência, uma ponte que conecta mundos invisíveis, um instrumento mágico que transforma palavras em sonhos e ideias em realidades palpáveis. Ao escrever, o autor não apenas expressa suas próprias emoções e pensamentos, mas também convida o leitor a embarcar em uma jornada única, a explorar paisagens desconhecidas da mente e do coração. Cada frase se torna um portal, cada parágrafo uma passagem para universos onde a imaginação não conhece limites.
Já andei comentando neste espaço algumas das proezas de Dona Zuleika, uma cigana degarrada da tribo e que foi viver o outono da vida como agregada na granja dos pais de Ideto, um japonesinho (na verdade era nissei), meu colega de classe na escola e parceiro em minhas primeiras aventuras.
Ao longo do tempo no mundo jurídico de nossa Paraíba, enxerguei um imensurável número de pessoas dedicadas ao estudo das Leis e do Direito, especialmente os que são “perquiridores de justiça”, perante a Justiça, demais situações que ensejam o reconhecimento de mérito de uma “apelação”, para alguém ou qualquer situação.
Assim, em face do grande número de desconhecedores da origem do Recurso de Apelação, venho lembrar que ele é uma “invocação de auxílio”
A lei Edwin Howland
– a mais consagrada perante os Tribunais –, já que é classificado como “O Recurso por Excelência” por permitir plena análise dos fatos quanto ao direito a ser reavaliado.