Um professor de filosofia neozelandês, chamado Josh Parsons, da Universidade de Otago, elaborou um curioso ranking de bandeiras dos países do mundo, classificando-as segundo critérios de beleza, tais como a harmonia das cores, a simplicidade do desenho e o formato.
O estandarte do Brasil foi considerado o quarto mais horripilante do planeta, por ser repleto de detalhes (estrelinhas, losango, arco branco, círculo etc) e por conter escritos em seu contexto.
Tenho minhas dúvidas quanto à humilhante posição conferida à nossa bandeira.
Não devemos e nem podemos evitar a saudade de quem gostamos. Que ela venha de mansinho enxugar as nossas lágrimas, em companhia da esperança e a nos dizer que ninguém desaparece para sempre.
Por que esse medo da saudade dos que se foram? Por que não rever as antigas fotografias? Por que não colocá-las na parede? Felizes daqueles que não se esquecem dos seus ausentes. Que os têm sempre presentes na saudade, na lembrança, na recordação.
Ter saudade é bom. Ela é fome de presença. Lembre-se que as pessoas apenas se ausentam do nosso
convívio. Elas jamais se extinguem. Não fosse assim, que sentido teria a existência? É preciso que tenhamos em mente a grande lição que a vida nos dá: que amanhecemos, crescemos, amadurecemos, desaparecemos e depois voltamos, assim como o sol, que jamais morre nas sombras da noite.
Se você ama, não esqueça. Faça da lembrança um culto. Toda vez que você pensa numa pessoa, com ela você estabelece uma ligação, uma sintonia. Pense bem e sua vida se iluminará.
Se quer incrementar o visual de seu blog ou de sua área de trabalho, não deixe de conferir os sites a seguir relacionados, que oferecem texturas e wallpapers de altíssimo nível gráfico, a maioria criada com o Photoshop.
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Pixel PatternsO próprio nome diz tudo: trata-se de texturas "pixelizadas", criadas pelos usuários do site. |
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Melbourne é a segunda cidade australiana em ordem de importância e tamanho. Contudo, não fica devendo nada a Sydney, a maior e mais famosa cidade daquele gigantesco e belo país.
Melbourne é moderna, bonita e - o melhor de tudo - é muito charmosa. De dia, as suas largas avenidas, ruas e vielas fervilham de gente passeando, fotografando e fazendo compras. À noite, temos a impressão de estar em uma cidade diferente daquela que vimos à luz do sol. Os seus edifícios ganham cores brilhantes que são refletidas nas águas do Yarra. Em alguns momentos, esse rio, de tão calmo, mais parece um imenso espelho, duplicando a altura descomunal dos arranha-céus que ficam ao longo do Southbank.
O charme maior da cidade talvez sejam os bondinhos elétricos, que se misturam à gente, aos carros, às bicicletas e às motocicletas, em uma harmonia colorida e perfeita. E, por falar em bonde, há uma linha gratuita de comboios antigos que circulam pelo centro, proporcionando uma grande comodidade (e economia) não só para os turistas, mas também para quem mora na cidade.
Se for a Melbourne, aproveite bem tudo o que a zona urbana tem a oferecer, mas não deixe de fazer um passeio de veículo (carro alugado ou ônibus) pela Great Ocean Road com destino à praia Twelve Apostles, um dos lugares mais famosos da Oceania. A enseada é absolutamente imprópria para o banho, mas a visão daquele conjunto de rochedos no meio do mar é estonteante e merece uma visita de pelo menos uma hora. Algumas daquelas formações já ruiram, mas eram doze, originalmente, dai a correlação do nome com a quantidade dos primeiros seguidores de Cristo.
Twelve Apostles
___Mais sobre Melbourne:
Wikipedia
Melbourne Official Site
Portal Oceania: Melbourne
Cursos em Melbourne
Tudo nesta vida muda a olhos vistos. Vejam a Natureza, por exemplo, e a incessante dança das estações que ela proporciona. Aquele flamboyant no jardim que agora está nu de flores, um esqueleto de galhos, logo logo terá uma bela vestimenta de cor vermelha. Suba o seu olhar até o céu e contemple o balé silencioso das nuvens. Quantos castelos o vento vai formando! Sinta este dia de sol, que em questão de horas dará lugar a uma noite escura e, pouco depois, ressuscitará em uma madrugada festiva que os galos e os passarinhos saudarão com muita euforia.
E que dizer daquela lagarta que se arrastava pelo chão? Não demorará muito e ei-la transformada em borboleta, voando espaço afora.
As coisas passam. Este livro, cuja leitura está me deleitando, que faz com que eu saia de mim, se acabará, assim como este Concerto nº 2 para piano e orquestra de Rachmaninoff. A música cessará e, por mais bela que seja, não convém que seja eternizada em meus ouvidos.
E, nós? Também chegamos a um fim com a morte? Evidente que não. A morte, como o flamboyant, como a lagarta, como o dia, como o céu enevoado, é apenas uma etapa da nossa mudança. Porque a lei é essa: nascer, viver, morrer e renascer.
O que passamos no presente é apenas uma festa. E essa festa tão esperada, tão desejada, se acaba. O silêncio desce, os pratos e copos ficam vazios e os bocejos invadem o salão. E chega a vez de dizer, dramática e filosoficamente, como ressalta o poeta: “E agora, José?” Ora, ora, agora é esperar por outra festa.
Nós não nos extinguimos quando o pulmão deixa de respirar, quando o sangue deixa de circular, quando o coração deixa de bater. Eis a grande lição da vida, ou melhor, da morte. Deixamos a vestimenta terrestre para habitar outras dimensões. Todavia, nosso pensamento permanece íntegro, e um dia teremos a oportunidade de dizer para o outro, depois de uma longa ausência: “Que bom te ver aqui!” E aquele abraço, e aquela alegria e todas aquelas lágrimas vão aos se transformando em sorrisos! Tenhamos sempre isto em mente.
FlickRiver é um site moderno, que apresenta um "rio caudaloso e incessante" de fotografias em alta definição, armazenadas no Flickr.
Experimente correr com a barra de rolagem até o final da página e você não conseguirá, pois dezenas e mais dezenas de imagens de excelente qualidade lhes serão mostradas sem cessar.
É interessante e gratificante observar os costumes de um determinado lugar, de uma cidade, de um país. E como surpreende notar como algumas coisas que já cairam em desuso em algumas regiões ainda permanecem vivas em outras comunidades.
Em Buenos Aires, por exemplo, avistei alguns profissionais na ruas, trajados de forma impecável, engraxando calçados dos transeuntes, o que há muito eu não via nas cidades brasileiras. Não resisti e sentei-me numa cadeira para lustrar os meus sapatos, que estavam clamando por um bom trato depois da temporada em Bariloche.
O engraxate, um sujeito alegre, presenteou-me com um gostoso batepapo, enquanto fazia espelhos dos meus sapatos. Aliás, o calor humano, a receptividade e a amabilidade são aspectos facilmente encontrados nos portenhos. As rusgas com os brasileiros não vão além dos debates sobre futebol.
Nao é uma tarefa muito fácil digitar no iPod, mas eu vou tentar.
Chegou a hora de partir de Bariloche. Cidade linda, onde é possível apreciar bons pratos e fazer uma boa leitura.
Sim, aqui tem uma excelente livraria, a Cultura, com muitas novidades e interessantes publicacoes em lingua espanhola.
Existem tantos brasileiros nas ruas, nas lojas, nos pontos turísticos, que os próprios moradores chamam a cidade de BRASILoche.
Em breve, espero voltar a esse lugar magnífico, talvez com um pouco menos de frio...
Quando uma coisa é inverossímil, a gente diz: "isto nao existe". Tal pensamento se aplica facilmente à cidade de Bariloche, com suas montanhas geladas, oníricas, absolutamente inverossímeis.
Hoje de manha, alugamos roupas de neve, pesadas, com galochas antiderrapantes, luvas grossas e toda uma indumentária que lembra aqueles macacoes das pessoas que habitam a estacao espacial. Decidimos subir ao Cerro Catedral, famosa estacao de esqui. A neve já é abundante naquelas alturas. Paisagem glacial, branca. Lá em cima, a visao é nao só poética, mas também mística. A medida que iamos sendo elevados no teleferico era como se nos dirigissemos ao espaco, entrando em zona nebulosa, com a coragem de astronauta.
Nunca um silêncio falou tao alto! Pisando na neve, tivemos a sensacao gostosa de que caminhávamos na lua. E, quando descemos, a impressao de que conhecêramos um pouco do céu e de que fôramos ressuscitados. Saimos do transe lunático.
Definitivamente, essa Bariloche nao existe.
Desembarcamos em Bariloche as 9h00, vindos de Buenos Aires. O frio é intenso por essas bandas da América do Sul. O termômetro marca 1° C de dia. À noite, Deus sabe o que nos espera...
Montanhas nevadas, branquinhas... um espetáculo de paisagem, digna de calendário.
Ontem, ainda em Buenos Aires, compramos algumas roupas para enfrentar o clima polar da Patagônia. Enquanto estávamos no caixa da loja, ouvi meu filho comentar, baixinho:
- Mas olha só quem está aqui juntinho de nós comprando meias!
Olhei de lado e nao vi ninguém conhecido. E perguntei-lhe de quem se tratava.
- Esses dois que estao aqui pertinho de nós, papai, sao astros de Hollywood: Dominic Managhan e Evangeline Lilly - ele respondeu.
- Ahn!? - foi o que eu falei.
- Eles interpretam Charlie e Katie no seriado Lost - complementou.
E lá estavam os dois artistas, abracadinhos, namorando, esperando na fila, sem ninguém dar pela sua notoriedade. Gentis, eles forneceram autógrafos ao meu filho.
E eu dei de ombros: Dominique, Evangeline, Charlie, Kate, Hollywood, Lost, nao queria saber nada disso... o que eu queria mesmo era ir para uma boa livraria.
P.S. O teclado aqui na Argentina nao é muito amigavel, nao. Desculpem a falta do til e do cedilha...
Meus caros leitores,
Não se admirem se nos próximos cinco dias não houver postagens inéditas neste blog.
Estarei em Bariloche para um rápido e merecido descanso, mas tentarei, a todo custo, se o tempo cronológico e o tempo meteorológico permitirem, enviar algo pelo email.
Por ora, sugiro-lhes apenas que consultem algo de interesse nas postagens anteriores. Basta clicar em algum dos temas que se encontram ai ao lado, na "nuvem de assuntos".
See you soon.
Existem milhares (ou milhões) de sites na internet em que é possível encontrar excelentes fotografias artísticas digitais, sejam elas em cores, em preto-e-branco, atuais, antigas, de paisagens, de pessoas, de bichos, de plantas etc. E, com a popularização das câmeras digitais, essas páginas têm se multiplicado a cada dia.
OnePhoto Site polonês com uma imensa quantidade de fotografias. Se você não tem muita afinidade com a língua polaca, não se preocupe. Clique na opção GALERIE e, pronto, você será levado um oceano de fotos impressionantes. |
| PBase Site de compartilhamento de fotografias. Para acessar a base de dados, clique na aba GALLERIES e escolha entre as fotos RECENTES ou as mais POPULARES. |
PhotoDomSite russo com texto em inglês. Ele tem uma impressionante e infinita coleção de imagens. Clique na opção PHOTO e você será direcionado à galeria do dia. Aperte no botãozinho vermelho com sinal de "menos" (-) para acessar as fotografias das datas anteriores. O site é muito bom mesmo!!! |
PhotoSigEm inglês. Clique na aba PHOTOS. Você poderá visualizar o catálogo, optando pelas fotos mais votadas pelos usuários, as mais comentadas etc. |
EyeFetchSite social em que os usuários expõem as suas fotografias digitais. No menu à esquerda, clique em EXPLORE e, depois, escolha alguma coleção de seu interesse, com destaque para a TOP 10 RANKED IMAGES e a HALL OF FAME. Caso se cadastre no site, você poderá criar um fotoBlog com as suas imagens preferidas. |
dpChallengeUma interessante coleção de fotografias digitais. Escolha no menu algum dos muitos assuntos oferecidos (artes, horror, história, animais, música, texturas) e você terá acesso a uma boa coleção de imagens. |
Clique na aba GALLERY e depois, escolha alguma das opções mostradas no menu à esquerda, em especial a BROWSE THE GALLERY. |
Na minha caminhada de ontem, encontrei uma grande novidade. Não só uma novidade, mas uma saudável e agradável companhia invisível, que me fez pensar em muita coisa naquele passeio matinal. Não pensem que foi um espírito, que também nos faz companhia e é invisível. A novidade a que me refiro foi a presença do vento.
Ele assanhou os cabelos das pessoas, mexeu com as árvores, movimentou embarcações, varreu o chão, fez as folhas das árvores dançarem, expulsou tristezas e acariciou o nosso rosto.
Inimigo da rotina, da mesmice, da ociosidade, do conservadorismo inócuo, ele está sempre nos advertindo que é preciso mudar sempre, que a vida não pode ficar parada, porque tudo que pára cria ferrugem, mofo e morre. É ele que anima a paisagem, que transporta a vida, a vida que está imobilizada no pólen das plantas. Onde ele está, tudo se renova, tudo muda.
Violência, poluição, barulho, falta de educação, fome... são tantas as mazelas desse mundo!
Esse videozinho ai embaixo, de apenas 2 minutos e meio, nos chama a atenção para a necessidade de melhorar o planeta, combatendo os seus males, mudando nossos preconceitos e atraindo coisas boas para o nosso redor.
Veja outras animações interessantes no aniBoom
Este post vai para quem é fanático por música e vive garimpando a internet em busca de tudo o que diz respeitos aos intépretes e suas canções (favoritas ou não).
Existem alguns bancos de dados musicais na web em que podem ser encontradas as mais ricas e variadas informações sobre músicas, desde a história que envolve o nascimento da composição até as imagens dos CDs em que foram originalmente lançadas (em excelente definição).
Para músicas brasileiras, o melhor site é o Discos do Brasil.
Nele, você poderá consultar os trabalhos musicais, efetuando buscas por discos, intépretes, participações especiais, arranjadores, instrumentos, compositores, parcerias etc. Experimente, por exemplo, fazer uma consulta na opção "intérprete" digitando o nome "Caetano Veloso". Você, então, obterá uma nova janela com as informações sobre o cantor (inclusive data de nascimento) e uma listagem dos discos lançados, desde os mais antigos até os atuais.
Para músicas estrangeiras, em geral, um dos sites mais interessantes (e talvez o melhor) é o AllMusic , que tem uma interface muito bonita e é praticamente completo, contendo, inclusive, dados sobre músicas eruditas.
Nessa lista não pode faltar o RateYourMusic, um programa de relacionamento social da Web 2.0, que contém uma imensidão de imagens de CDs.
Acesse o site, vá ao campo de busca que fica no canto superior direito da página e nele digite o nome de um artista de seu interesse [A procura pode ser feita. também. pelo nome de uma música específica, de um determinado álbum ou de um gênero musical]. Clique ok e o programa apresentar-lhe-á, como primeira opção, a entrada para o banco de dados do artista escolhido. Clicando o nome do artista, você terá acesso aos diversos trabalhos por ele lançados, divididos por CDs, compactos e até mesmos os antigos EPs.
Finalmente, para quem domina o inglês e deseja conhecer algumas curiosidades que envolvem as canções, não pode deixar de consultar o SongFacts, que fornece o "DNA" de uma infinidade de canções. A imagem abaixo, por exemplo, mostra alguns fatos relacionados ao "nascimento" da canção Hey Jude, dos Beatles.
Firefox 3.0, novinho em folha.
Eu já baixei o meu: mais veloz, com visual limpinho e alguns recursos interessantes.
E você? Ainda não? Então clique na imagem abaixo para ir direito ao site do mozilla e baixar a versão em português. Os idealizadores do navegador pretendem entrar para o Livro dos Recordes como o software mais baixado em um só dia.
Se estiver com pressa, baixe o programa aqui mesmo, clicando no botão abaixo:
Cumprimentar os outros é uma atitude tipicamente humana. Os animais não fazem isso (exceto os cachorros que nos saúdam com a cauda) já que não sabem falar, nem sorrir. Quando se encontram com os seus semelhantes não dizem "Olá, tudo bem?” ou "Como vai você?".
Cumprimentar faz parte de um bom relacionamento. E quer saber de uma coisa? O cumprimento define uma personalidade. Por ele, você fica sabendo se a pessoa é triste ou alegre, feliz ou infeliz, otimista ou pessimista, cheia de secura ou de ternura. É a vez de proclamar: “Dize-me como cumprimentas e eu te direi quem és”.
É verdade que, em geral, a gente só cumprimenta os conhecidos. No entanto, esta regra tem exceção. Nas localidades humildes as pessoas costumam dar um bom dia a estranhos, e nisso vai um profundo sentimento de solidariedade. Dizem que o presidente Roosevelt costumava cumprimentar com muita efusão os empregados da Casa Branca, desde o mais importante ao mais humilde. Informam também que Napoleão não só cumprimentava individualmente todos os seus soldados, mas sabia de cor seus nomes.
É agradável receber uma saudação fraterna de uma pessoa. Mas há cumprimentos tão tristes, tão mal-humorados, tão secos que chegam a nos fazer. Há pessoas que nem sequer falam. Elas rosnam. E o curioso é que ainda dizem “Bom dia”, da boca para fora, de forma automática, mecânica. Falam como estivessem com raiva. Mas piores são aqueles que fogem a um cumprimento, que fazem que não nos vêem. Em geral são criaturas cheias de problemas existenciais.
Certo psicólogo aconselha que aprendamos a cumprimentar os outros com amor, com alegria. Afinal, não somos máquinas, não somos robôs. Somos criaturas humanas, em cujo peito pulsa um coração que não é feito de pedra...
Seja pessoalmente, seja por telefone, seja onde for: não deixa de cumprimentar o outro. Até mesmo num apertado e prosaico elevador. Não custa nada um bom dia, um boa tarde, um boa noite, acompanhados de um leve sorriso. Se negamos um simples cumprimento ao outro, que dizer das outras coisas?...
O pugilista cubano Erislandi Lara - que abandonou a delegação de seu país durante os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, realizados no ano passado, e que foi entregue, em uma operação sumária, pelas autoridades brasileiras ao governo ditatorial da ilha do Caribe, sob a alegação de que havia se arrependido e desejava voltar para casa - finalmente conseguiu a verdadeira liberdade ao fugir novamente e ser acolhido pela Alemanha.
A desculpa do governo brasileiro para entregar o cordeiro aos lobos nunca foi digna de credibilidade. A verdade, agora, ficou esclarecida: se o atleta, em tão pouco tempo, buscou abrigo em outros ares, é sinal que jamais teve "vontade" de regressar a Cuba após a sua deserção, no Rio de Janeiro, o que deixa às claras a mentirinha contada pelas autoridades nacionais para deportá-lo com extrema rapidez ao país caribenho.
Blog Diário de Bordo: O Boxeador Cubano
Notícias do Pan 2007: Sumiço de 2 Atletas Cubanos
Democrata 25: Em Busca de Explicações
A TV por Assinatura no Brasil necessita de uma urgente e profunda modificação. Aliás, precisa mesmo é de uma grande faxina.
Nas primeiras horas da manhã, os canais transmitem, simultaneamente, entediantes programas de televendas, que comercializam de facas e tapetes persas a vacas holandesas e cavalos árabes, passando por panelas de cozinha mirabolantes e por eletrodomésticos capazes de transformar qualquer coisa em suco, até mesmo pedras.
Tudo se complica ainda mais durante os finais de semana, quando os tais programas são esticados até o começo da tarde, causando mais aborrecimentos e torrando a paciência do assinante. Pagamos um preço alto para ter uma programação decente e o que exibem são esses canais ridículos.
Outra coisa incompreensível neste país é o fato de sermos obrigados a assinar um pacote repleto de canais (quase 150), quando, no final das contas, costumamos ver apenas 10 deles, no máximo. A maioria dos canais veicula assuntos que não nos interessam nem um pouquinho, e nós ficamos com a impressão de que estamos jogando dinheiro fora, de que estamos sendo ludibriados.
Por exemplo, se todos os membros de uma determinada família de assinantes já estão bastante crescidinhos e bem encaminhados na vida, é muito pequena a probabilidade de que algum deles venha a se interessar por canais infantis, tais como Cartoon, Boomerang, Disney, Ra-tim-bum, Jetix e assemelhados. Para eles, seria bem melhor que fosse possível optar pelo pagamento apenas daquela meia dúzia de canais que realmente assistem no final do dia, após o cansativo dia de trabalho.
Fico imaginando se há alguem neste país que realmente se interessa por um canal exclusivo de jogos de golfe 24 horas por dia, sete dias por semana, e faz questão de tê-lo em seu aparelho de TV!!!
Para alguns grupos de assinantes, as emissoras que transmitem seriados e filmes sanguinolentos são dispensáveis. Mesmo assim, vêem-se eles obrigados a ter esses canais em seu pacote, porque a operadora os impõe de modo incondicional, e nem mesmo disponibiliza algum recurso no controle remoto que permita suprimi-los da grade (caso da Sky). Se não soubermos decorado o número do canal que queremos ver, somos obrigados a percorrer todos aqueles que não nos interessam, pois não existe nenhuma opção para eliminá-los do receptor.
Já está na hora dos órgãos governamentais adotarem alguma medida nessa lógica absurda e incompreensível das operadoras, a fim de que o consumidor pague somente por aquilo que deseja ver em sua tela, dispensando-se as despesas pelos canais que considera inúteis.
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Leia outros desabafos sobre o assunto:
Fórum VcFaz!
Outros Olhos
Reclame Aqui
Portallos: TV por Assinatura corre o risco de extinção (I)
Portallos: TV por Assinatura corre o risco de extinção (II)
De Nova Friburgo: Cuidado cliente de TV por Assinatura
Pimentus Ardidus: Programação de conteúdo nacional
Direito e Trabalho: TV por Assinatura e pequenos ladrões...
Os homens não têm asas, mas têm a imaginação. E haverá dom mais divino do que esse? A imaginação é aquele tapete mágico que nos conduz a toda parte. É aquela varinha de condão das histórias infantis que tudo transfigura. Graças a ela, podemos viver situações jamais sonhadas.
A imaginação é ainda um excelente veículo de viagem no tempo. Com ela, você visita o passado e idealiza o futuro. Agora mesmo, se eu desejar, posso ver Sócrates, de túnica e pés descalços, conversando numa praça de Atenas, ensinando a filosofia. Posso ver Galileu jurando, com a Bíblia na mão, por imposição da Igreja, que é mentira que a Terra gira em torno do sol.
Posso ver Joana D'Arc sendo tragada pelas chamas da Inquisição, sem um grito, um lamento, uma revolta. Posso contemplar Napoleão no exílio de Santa Helena, sofrendo de solidão.
Por força da imaginação, posso ver a tomada da Bastilha; Victor Hugo escrevendo Os Miseráveis; Leonardo da Vinci pintando a Monalisa; Beethoven caminhando numa floresta e ouvindo o canto da Natureza, para depois sentar-se à beira de um lago e começar a compor a partitura da sua ecológica Sinfonia Pastoral. Posso ver Santos Dummont, sob os aplausos do povo francês, contornando a Torre Eiffel , numa certa manhã
Um homem sem imaginação é um pássaro de asas mutiladas. Imaginação é sonho, é transcendência, é transfiguração. Bem disse o físico e místico Albert Einstein: "Eu penso 99 vezes, e nada descubro; deixo de pensar, mergulho num grande silêncio - e a verdade me é revelada."
A imaginação não é apenas dos poetas. Ela poder ser exercitada por todos aqueles que conseguem transcender, pular o círculo de giz da existência...
Após o acesso do Pandora ter sido restringido aos usuários residentes nos Estados Unidos, por complicações comerciais incompreensíveis, o Last.Fm desponta, agora, como a melhor e mais completa opção para ouvir músicas online.
O funcionamento do Last.Fm é bastante simples. Uma vez inscrito, o usuário lista algumas músicas, artistas e gêneros de sua preferência e o programa, partir dessas informações, apresenta-lhe algumas músicas, as quais podem ser aprovadas ou não pelo ouvinte, formando-se então um banco de dados pessoal com suas músicas prediletas.
À primeira vista, a interface do site parece ser complicada, por apresentar vários links. Mas não se preocupe, a mais importante parte encontra-se na aba "Ouvir". Nela, você digita o nome de um artista (solo, duo, grupos etc) de sua preferência e o programa automaticamente começa a tocar canções de artistas considerados "semelhantes". É uma barbada: aperte no coração se você gostar da canção e ela será armazenada em seu perfil; se não gostar, aperte no sinal "proibido" e a música será banida de sua relação e jamais lhe será oferecida novamente.
O site tem uma versão em português e já oferece o download de um software que tem praticamente a mesma "cara" da página da internet. Mas ai vai o melhor: o programa se comunica com o seu tocador (iTunes, WMP, Winamp etc) e até mesmo com o iPod, e classifica em seu perfil (na internet) as músicas de que você mais gosta e que costuma ouvir, para apurar ainda mais o seu banco de dados personalizado e, assim, poder sugerir cancões com o maior potencial de afinidade com a sua preferência.
Como se vê, o site é excelente para descobrir novas canções, inclusive de intérpretes dos quais você nunca ouviu falar anteriormente.
Cascavilhando a internet, encontrei uma matéria capaz de nos deixar tinindo de orgulho: o livro infantil "Conto de Escola", de Machado de Assis, publicado no Brasil pela Cosac Naify, será adotado na França.
De acordo com a Folha Online, a obra foi selecionada pelo Ministério da Educação Nacional, e será destinada a alunos de oito a dez anos.
Machado é, sem dúvida, o maior escritor da língua portuguesa no Brasil. E, embora jamais tenha saído do país em vida, estará agora em solo europeu, em espírito, com um pedacinho de sua grande obra.
Essa não é nova, eu sei. Já circula na internet há mais de cinco anos. O Blog da Alê Félix alerta para os "problemas" enfrentados por aqueles que não conseguem passar um dia sem pensar e sem postar no BLOG.
Você sente que o blog está lhe fazendo mal quando:
- As pessoas perguntam como foi seu dia e você diz para lerem no blog.
- Deixa de sair com os amigos para ler comentários.
- Comenta em vários blogs qualquer coisa, só para fazer propaganda do seu.
- Não consegue ficar um minuto sequer longe do micro.
- Quando está longe, não vê a hora de voltar pra casa, conferir as estatísticas, os comentários e escrever sobre a sua preocupação em voltar logo para frente do micro.
- Passa o dia pensando no que postar.
- Fica deprimido porque ninguém comenta os seus posts.
- Vive colocando seu nome e o do blog no Google pra ver quem escreveu sobre você.
- Deseja esganar um pescocinho quando vê que copiaram um texto e ignoraram a autoria (a propósito, este texto foi escrito por Alê Félix).
- [...]
A inserção da palavra "saúde" na designação é puro engodo, pois estamos cansados de saber que a taxa não terá como destinação certa o bem-estar social e, apesar de sua soma vultosa, jamais terá o condão de resolver o calvário hospitalar da população.
Agora só nos resta esperar e ver como a situação do tributo vai ser desenhada, costurada e negociada no Senado.
Em época de eleições e de campanha política, a "saúde" do caixa do governo estará muito bem garantida...
Como eu gostaria que as teclas deste computador fossem as de um piano e me fosse dada a faculdade de compor música. Só assim poderia transpor para a partitura, ao invés do blog, esse doce e silencioso bailado das borboletas que, desde a madrugada, acontece aqui no jardim.
Dá gosto vê-las no seu vôo manso, sutil, saltitante, diferente do vôo do besouro que inspirou Korsakow. A revoada das borboletas está pedindo um minueto de Mozart ou Haydn, ou um prelúdio de Debussy, tal é a delicadeza de seus gestos. Delicio-me a contemplá-las soltas, lembrando acenos de despedida, coisas assim... não sei. Só sei que elas me distraem e me encantam. Como diferem das formigas, das disciplinadas formigas, das prosaicas e pragmáticas formigas.
Digo isto sem saber se você, leitor, também aprecia o bailado das borboletas. Talvez, não. Talvez esteja ocupado e preocupado com outras coisas. Coisas sérias, que são tantas. E se você for executivo, por exemplo, dirá, censurado: “Que tolice é esta de andar contemplando borboletas?"
Decididamente, este cronista está fora da moda, fora de órbita, quem sabe? Ficar assistindo ao bailado das borboletas quando há tantas coisas para ver, tantos problemas para resolver, tantos espetáculos para aplaudir. Basta ligar a TV e uma cascata de maravilhas sairá de lá: as corridas de Fórmula 1, os programas de auditório, o Pânico, as piadas do Zorra Total, os enlatados da violência que importamos... Quantas coisas fantásticas, hein?!
É preciso estar possuído do encantamento lírico para sentir a beleza do espetáculo aqui no jardim. E o curioso é que, neste momento, os passarinhos emudeceram. O quintal está mergulhado no silêncio e lembra um imenso auditório verde. Parece que todos os elementos deste pequeno universo estão com atenção voltada para esse festival gratuito que a Natureza oferece. Um festival mudo. E para que música, se o silêncio, às vezes, é a própria melodia? Quem sabe lá se essas dançarinas de asas não estão executando uma canção imperceptível aos nossos ouvidos. Ah, como somos grosseiros e opacos!
Como elas se vestem bem! Que riqueza de cores em suas asas! Nenhuma dama da sociedade, por mais rica que seja, desfila com tal elegância e simplicidade... Arrepia imaginar que há caçadores de borboletas, que as prendem, que as espetam numa tela, que as colecionam.
Para quem gosta de mudar frequentemente o visual de seu desktop com os mais variados wallpapers, eis alguns sites com boas opções:
Desenhos magníficos criados pelos próprios usuários. |
DevianArt Um dos melhores sites de arte digital da internet. |
![]() Também é considerado um dos melhores na arte digital. |
Western Washington University PlanetariumBelas imagens do planeta Terra e do espaço sideral. |
Ah, esse mês de junho... Como eu gosto dele! Comecemos pela chuva. Que bom vê-la caindo sobre a terra, molhando tudo, esfriando tudo. Que bom ver o sertanejo pulando de alegria diante dos açudes cheios. Que bom sentir aquele frio gostoso na cama.
Agora mesmo o meu paladar está me pedindo que fale das comidas boas das festas juninas: a canjica, a pamonha, o milho assado, o milho cozido. Haverá coisa mais gostosa? E como essa comida tem cheiro de minha infância!
Mês de junho! Metade do ano! Como o tempo passa rápido! Foi ontem que a gente esteve comemorando a passagem de 2008.
Mês de junho! E aqui vai uma revelação: é o mês em que abri os olhos para o mundo. Nasci num dia de domingo, lá
E aqui para nós, que junho não saiba, eu gostaria de ter vindo no mês de setembro. Mas deixe assim mesmo. Quem sou eu para dirigir os acontecimentos? Mês de junho! Mês do meu aniversário, de minha saída do útero materno e de minha entrada no útero terreno, onde até hoje vivo...
Um dos vídeos mais impressionantes que circulam na internet é este, que mostra uma batalha entre búfalos e leões nas savanas africanas.
Embora tenha uma duração considerável (cerca de 8,5 minutos) e contenha algumas cenas bastante penosas, a filmagem merece ser vista integralmente, porque o seu final é SURPREENDENTE.
Para aqueles que vivem em Portugal, Angola e Moçambique e desejam saber quais os grandes portais brasileiros de notícias, em que se pode encontrar a maior diversidade de assuntos em português, englobando tecnologia, política, economia, cinema, saúde, televisão, música e esportes, segue a dica:
Pra começo de conversa, tome nota desta observação: quem não se sente velho não vive com o olho na idade dos outros. A pior bisbilhotice é a etária. Veja lá se as crianças e os jovens têm tal obsessão.
Desde já, aconselho também a não exibir sua idade em qualquer circunstância. Para quê e por quê? Se você tem 60 anos e alguém lhe pergunta a idade, não diminua, aumente-a. Diga que tem 80. Aí a pessoa termina exclamando: “Mentira! Você tem muito menos!”.
Jamais fique remoendo coisas do passado. Nunca diga que antigamente era muito melhor do que hoje. Não pronuncie expressões tais como “no meu tempo não era assim”. O seu tempo é este que você está vivendo. Ou será que você já morreu? Antigamente, a vida era uma pasmaceira. Até para satisfazer suas necessidades fisiológicas você tinha que andar um quilômetro. O peso dos preconceitos era maior. Os meios de comunicação eram precários. Houve tempo em que uma carta chegava ao destino em um mês. E vinha em navios, apelidados de paquetes. Ninguém sonhava com a Internet...
Evite a ociosidade. Tudo que pára, termina enferrujando.
Esteja sempre muito bem informado e muito ocupado. Jamais hostilize as mudanças. Se for homem, não use gorro, e se mulher, evite os trajes muitos fechados. Não perca o apetite pela vida. Lembre-se que é pra frente que se anda. Aceite de bom grado as novidades.
Ocupe todo o seu tempo com coisas úteis. O trabalho (sem exagero) é uma excelente terapia, chamada ergoterapia. Multiplique seus interesses. A vida é uma emocionante aventura. Fique certo de que toda idade tem sua beleza. Se você está aposentado, ótimo. É mais uma oportunidade para fazer o que gosta. Que tal se dedicar a um serviço comunitário?
Nada mais estimulante do que o exercício de uma vocação. Se você passou o tempo todo como funcionário público, procure agora uma atividade diferente. Que tal pintar ou pescar?
Vejamos agora o sorriso. Olhe-se no espelho e sorria. O sorriso espalha as rugas, já reparou? Portanto, nada de cara amarrada. Procure ver o lado bom e belo da vida, assumindo uma atitude otimista diante das pessoas e dos acontecimentos. Dedique-se a um ideal. Orgulhe-se das experiências vividas, da sabedoria adquirida ao longo dos anos.
E o traje? Não vá nessa onda de que tal roupa ou tal vestido não ficam bem na sua idade. Use indumentárias de que você gosta. Veja as antigas árvores. Elas estão sempre florindo, enfeitando a paisagem. O mar nunca envelhece. Sabe por que? Porque está sempre em movimento, sempre sorrindo o seu sorriso de espuma, sempre mudando.
Se pretende fazer cooper ou realizar uma pequena caminhada no parque de sua cidade, é recomendável verificar a probabilidade de cair aquele dilúvio capaz de "molhar" os seus planos.
A imagem de satélite do site Weather Channel, que é atualizada a cada três horas, é uma ferramenta satisfatória para programar o seu passeio. E, para quem vive em Portugal, o site do Instituto de Meteorologia pode ser uma excelente opção.
No mapa referente ao território brasileiro, as manchas coloridas (alaranjadas, com bordas brancas) indicam a presença de nuvens carregadas, que podem ocasionar fortes chuvas.
Geralmente, nas regiões sul, sudeste e centro-oeste, o avanço das nuvens, ao longo do dia, se dá no sentido sul-norte (de baixo para cima), enquanto nas regiões Nordeste e Norte elas se deslocam no sentido leste-oeste (da direita para a esquerda). Clique nas imagens abaixo para ver o mapa ampliado do Brasil em uma nova janela.
Em um dia comum da vida, estava eu transitando de carro pelas ruas da cidade, e, ao ligar o auto-rádio em uma emissora de FM local, ouvi o locutor anunciando que, durante uma hora, os ouvintes poderiam se deliciar com uma série das "melhores canções" da chamada Música Popular Brasileira, sem intervalo comercial (ressaltava alegremente).
Fiquei interessado, uma vez que, embora tenha preferência pela música erudita, não dispenso uma boa canção do repertório nacional. Mas o que comecei a ouvir, naquele momento, foi uma zoada de tanto mau-gosto, tão estúpida, tão dissonante, que jamais poderia ser classificada exatamente como... música.
Surpreende notar como a MPB entrou em declínio de uns tempos para cá. De repetente, encontramo-nos imersos em meio a uma proliferação incessante de ritmos barulhentos, com letras de baixíssimo nível... e tudo sendo vomitado em nossos ouvidos mesmo sem a nossa permissão. São axés, funks, forrós pornográficos, raps, hip-hops, difundidos aos quatro ventos, principalmente em carros equipados com alto-falantes potentes, nos mais inconvenientes lugares.
Nos anos 60, tivemos uma produção musical decente, rica em melodias. Sob a influência genial dos Beatles, floresceram movimentos interessantes, a exemplo do Tropicalismo e da Jovem Guarda, que nos deram bons cantores e bandas como Os Mutantes, Gal Costa, Gilberto Gil e até mesmo
o Roberto Carlos dos primeiros tempos.
Desse universo, também se destacou um jovem de sobrenome aristocrático que talvez seja a melhor tradução para os tempos áureos vividos pela música brasileira: Francisco Buarque de Hollanda, ou, de forma mais simples, Chico Buarque, autor das inesquecíveis “Apesar de Você”, “A Banda” e “ConstruçãoMaria Bethânia, Nara Leão, Elis Regina, Rita Lee, Boca Livre, 14Bis.
Nesse rol não pode deixar de figurar Toquinho, responsável pela criação daquela que já foi descrita como a mais bela canção brasileira de todos os tempos: “Aquarela.
Infelizmente todas esses artistas e sua arte foram sobrepujados por uma parafernália infernal que alguns insistem em chamar de música. Duplas de “cantores” sertanejos surgem a cada dia, com suas vozes de musicalidade questionável. Alguns não têm o menor talento para a arte de cantar. Mesmo assim, ganham rios de dinheiro e geralmente fazem questão de ostentar as suas conquistas materiais em revistas de celebridades, exibindo seus carros milionários e as incontáveis cabeças de gado que lograram adquirir com o sucesso de suas “músicas”.
Uma certa cantora baiana é campeã de vendas de CD’s pronunciando uma baboseira que tem como indigesto refrão “... quer andar de carro velho, amor? então venha, porque sei que andar a pé, amor, é lenha...”. Uma outra, que dizem ser carioca, nos azucrina com uma repetição sonora estafante, capaz de levar qualquer um à loucura: “... amor, i love you. amor, i love you. amor, i love you...”.
O forró nordestino, que antes encontrava em Luiz Gonzaga um expoente de poesia doce e melódica, deturpou-se por completo. E hoje o que se vê, não só na época junina, são grupos com os mais estapafúrdios e ridículos nomes cuspindo em nossas orelhas canções estrangeiras vertidas para um português sofrível, com um apelo fortemente sexual.
As rádios, então, perderam de vez as estribeiras. Certamente
massacradas em virtude do aparecimento de instrumentos tecnológicos que permitem a gravação de canções em dispositivos portáteis, no formato mp3, as emissoras se transformaram em ambiente de divulgação de igrejas evangélicas, e algumas poucas ainda sobrevivem no mundo musical, sendo obrigadas, entretanto, a aderir ao mau gosto que parece ter se instalado de vez na população.
O processo de declínio da Música Popular Brasileira é perene e acelerado. É um caminho sem volta. Não dá para ser otimista em cenário tão tenebroso, mesmo porque as crias dessas celebridades sertanejas também resolveram enveredar no meio "musical", o que torna sombrio o futuro da MPB. O quadro atual é lamentável. A única certeza que temos é a de que somente no passado podemos encontrar a verdadeira música brasileira.
São tantas as coisas que nos dão paz! Comecemos com o chamado dever cumprido, que desencadeia uma sensação tão agradável. Ninguém dorme bem quando está em falta com as suas obrigações.
Perdoar nos proporciona conforto espiritual. O sentimento de vingança perturba o nosso equilíbrio interior, assim como o ressentimento, que é uma espécie de azia emocional. O perdão é um refrigério excelente.
Esquecer traz paz interior. Para que lembrar dos maus feitos de ontem? O esquecimento é uma ótima escova, que limpa muitas falhas, muitos deslizes. Tem ele um sabor anestésico.
Outra coisa que nos dá muita paz é... fazer o bem. Que eficiente e perfeita terapia! Praticar a maldade não é vantagem, pois como ensina a sabedoria popular, o feitiço termina caindo sobre o feiticeiro.
A paz de espírito é a melhor coisa da vida. Quem a possui dorme e acorda tranquilamente, não exala mau humor, não entra em depressão, não sente inveja, não se orgulha
, não se vinga, não se omite diante do sofrimento alheio, não julga ninguém, não age com soberba.
Encerro a crônica, que veio com cheiro de sermão, dizendo que não há inferno maior do que uma consciência culpada, envenenada de remorsos e arrependimentos. Inferno íntimo que leva muita gente à depressão, ao suicídio e à doença.
Ilustração:
"Rest" (1932) - Pablo Picasso
Quem gosta de praticar a língua inglesa mediante a leitura de bons livros, vai a sugestão de um site que permite o download gratuito de importantes obras da literatura do idioma de Shakespeare.
o Planet Book oferece clássicos como "1984", de George Orwell, "Of Woman Bondage", de Somerset Maughan, "Sense and Sensibility", de Jane Austen, "Frankenstein", de Mary Shelley, entre muitos outros.

Quem não fica de queixo caído quando vê uma fotografia impressionante de um lugar, de uma pessoa ou de um animal?
Fotografar é uma arte. E, nos dias atuais, com toda a tecnologia colocada em nossas mãos, existe uma outra arte digna de elogios, que é a técnica de remodelar as imagens no Photoshop ou programas assemelhados.
Não sei se as imagens abaixo foram submetidas a esse processo, mas que são incríveis, isso elas são. Trata-se de uma parte da seleção feita pelo site Smashing Magazine com fotos publicadas na web. O belo painel merece uma visita:
O noticiário anuncia que, na India, um tribunal decidiu favorável a uma companhia aérea, reconhecendo-lhe o direito de impedir o embarque de aeromoças com peso acima do que é considerado normal.
O motivo que deu lastro à inusitada decisão – no país asiático que tem um indecoroso sistema de castas sociais – teria sido a necessidade de garantir a segurança dos vôos, evitando o sobrepesso, além de propiciar uma melhor imagem para as empresas de aviação, de modo a permitir apenas o ingresso de pessoas com um padrão de beleza no qual a gordura não tem vez.
No Brasil, mesmo com todas as lei e jurisprudências absurdas, seria inconcebível uma decisão com semelhante conteúdo, diante das instituições sólidas de que dispomos contra a discriminação, a exemplo do Ministério Público do Trabalho.
Entretanto, não sejamos tolos ao ponto de imaginar que, nas terras brasileiras, preconceitos no ambiente de trabalho não acontecem como lá na Índia. Acontecem, sim, porém de forma implícita, velada. A mais inocente das criaturas é capaz de perceber que há uma certa tendência das companhias aéreas para contratar pessoas com uma aparência – digamos – de modelo: jovens, altas, esguias e de cabelo impecável.
Em países mais avançados que o nosso, é comum ver, nos aviões das empresas de aviação, comissários e comissárias de bordo de todas as idades, de todas as origens, de todos os matizes e dos mais variados manequins, sem essa exigência de "beleza física" que vigora, sem um sentido plausível, nas nações ditas em desenvolvimento, as quais costumam valorizar mais a aparência efêmera do que o conteúdo e a nobreza do ser humano.
Tenho mania de colecionar, nos meus favoritos, esses sites que contêm listas classificando as melhores e piores coisas que existem na internet, mais especificamente na chamada Web 2.0.
Não importa se são listagens de softwares, de links, de filmes, de músicas, de agregadores de notícias etc... eu guardo tudo. Até mesmo as listas que enumeram as mais horripilantes tolices do universo eu me atrevo a guardar nos bookmarks.
Para os list-a-holics como eu, apresento alguns links interessantes que têm como tema principal as listas do que existe de bom e ruim na web. Infelizmente, são todos em inglês.
Ultimate List of Free Essential Software
Lista de softwares grátis essenciais, livres de espiões.
The Web 2.0 Traffic Trends
Lista dos sites mais visitados da web 2.0.
The List UniverseEsta é a lista das listas. Desde as melhores bands de heavy metal até as 10 mais famosas pessoas que desapareceram sem deixar vestígios. Se você tem uma boa idéia para uma lista, é só enviá-la para o site e poderá até ganar $ 20 por lista aprovada.
Go2Web20
Um diretório de aplicativos e serviços da web 2.0.
ListIo
O nome já diz tudo: um site especializado em listas de tudo quanto é tipo na internet.
Web2.0 Directory
1200 sites da Web 2.0 em 50 categories.
ListAl
Liste o que você gosta, associe a marcadores, recomende para amigos, compartilhe.
Ache tudo o que lhe interessa mediante sugestões de usuários. Classifique livros, filmes, canções, pessoas, cidades, trabalhos artísticos e compartilhe uma biblioteca virtual. E mais: encontre pessoas que têm o mesmo gosto do seu.
A verdade é que muitos se entorpecem com a lembrança das tragédias aéreas e morrem de medo de entrar em uma aeronave.
E eu fico pensando: onde é que não existe o perigo, ou melhor, o risco de morrer? O grande Guimarães Rosa já sentenciou que "viver é perigoso".
Não adianta se esconder da morte. Ela está sempre vigilante e pronta para nos levar para a outra margem da vida. No avião, ou fora dele, o perigo está sempre a nos rondar.
A morte é assim: imprevisível. Mas quando chega a hora não tem jeito. Ninguém mais democrata do que ela. Não adianta você ser rico, ter o poder nas mãos, possuir títulos honoríficos. Para ela todos são iguais perante a lei da evolução...
Besteira ter medo de entrar no avião. Perigo existe em toda parte. Bem diz a sabedoria popular: para morrer basta estar vivo...
Com o meu exemplar semanal da Revista Veja eu costumo manter uma relação meio "colorida", como se dizia em tempos passados. Gosto dele, mas não sou muito fiel. Quando o recebo, nos sábados, apenas folheio rapidamente as páginas, de trás para a frente, e dou-lhe uns cheirinhos para sentir aquele odor agradável de papel impresso. Degusto as notícias aos poucos, ao longo da semana, e, muitas vezes, torço o nariz e não dispenso a menor importância a algumas matérias veiculadas no periódico.
maçantes, enfadonhos, cheios de coisas que todo mundo já está cansado de
saber, que não despertam, em mim, nem mesmo a vontade de passar a vista nas ilustrações. Não tenho o hábito de me deter naquelas reportagens que trazem à tona algum escândalo que estava escondido sob sete chaves, porque sei que o acontecimento vai, cedo ou tarde, transformar-se naquela iguaria originada da Itália, feita de massa, que tem forma redonda e geralmente é coberta de orégano.
Esta semana, ao folhear a última edição da revista, cinco dias após a sua entrega, deparo-me com uma manchete "bombástica", cujo texto eu nem me dei ao trabalho de ler. Diz o subtítulo da chamada que a CPI dos Cartões “terminou sem apurar nada e revelou a ação da bancada dos coveiros”. Eu nem sabia que havia sido instalada uma CPI para apurar aquele uso escancaradamente ilegal do dinheiro público. Confesso: sou meio desinformado. Por que se inicia tanta CPI no Brasil, sendo que a maioria delas com o propósito de investigar as coisas mais óbvias do mundo político? Não dizem que os fatos notórios independem de prova?
Para quem não vive no país, ou, se vive, tem a cabeça no Planeta Saturno, os cartões corporativos são instrumentos de compra semelhantes aos cartões de crédito, distribuídos para alguns agentes públicos com a finalidade teórica de facilitar a execução de pequenas despesas ou de permitir a realização de gastos em situações que, dada a urgência, requerem a atuação rápida da Administração, dispensando o procedimento de licitação. O uso do cartão deve ter sempre em mira (teoricamente, repita-se) a eficaz satisfação do interesse público.
(Parênteses: motel, no português do Brasil, não significa simplesmente aquele albergue localizado às margens das rodovias. Recomenda-se a consulta à Wikipedia para saber a conotação verdadeira do vócabulo no lado de baixo do Equador).
A CPI dos Cartões não deu
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Quer ver mais sobre a inoperância da tal CPI dos Cartões?
Então, visite os seguintes sites:
Blog do Valério Sobral
Revista Veja Online
UmTudo.Com
Isto é Dinheiro
Ao que tudo indica, buraco é algo que não falta naquele gigantesco território euro-asiático. Vejam essas curiosas imagens de uma mina de diamantes, já desativada, que fica na cidade de Mirna, no interiorzão da Rússia.
O abismo, que fica encostadinho no povoado, é famoso por ser uma das maiores crateras do planeta Terra. Tem 535 metros de profundidade e seu diâmetro atinge 1,25 Km. Vai ser grande e profundo assim na... Rússia.
Para se ter uma idéia do "gigantismo exagerado" do buraco (perdoem a redundância), observem na última foto uma seta vermelha, indicando um caminhão de grande porte estacionado na espiral da mina.
A verdade é que ninguém muda para melhor se não fizer uma reflexão. As pessoas, em geral, continuam sendo o que foram há alguns anos. Acham que estão certas, que não têm nada a modificar nos seus pensamentos, na sua visão da vida e do mundo, nos seus atos, nos seus sentimentos, nas suas atitudes, no seu comportamento.
Passam os dias, passam os meses, passam os anos, e elas permanecem sem grandes alterações. Não procuram conhecer mais, aprender mais, multiplicar seus interesses, pular o círculo da rotina. E como continuam imodificáveis, atoladas no pântano da mesmice, se surpreendem quando os outros conseguem crescer. É costume ouvirmos alguém assim dizer: "Por que você quer ser melhor dos que os outros?" Ou senão: "O que é que está havendo com você? Está tão diferente...". Há pessoas assim, que não admitem mudanças. Elas adoram a rotina. Perderam, se é que já tiveram, a capacidade de refletir.
Esquecem essas pessoas que a vida é mudança. E quem não muda, fossiliza-se. Há necessidade de estarmos sempre multiplicando nossos interesses. Quando se perde o interesse, cai-se no indiferentismo, que é uma espécie de morte. Também não é recomendável viver apenas em função de um único interesse. A vida perde toda a sua beleza nessa unilateralidade. Sua beleza está na multiplicidade, na variedade e na diversidade de motivações.
E aqui vai um conselho aos mais idosos: continuem com o espírito de criança, sempre descobrindo interesses na vida, e a velhice deixará de ser um fardo. Não se deixem morrer na rotina ociosa e sem proveito. Assim como as estações, cada faixa etária possui as suas singularidades e belezas. Dizem que Rousseau, já moribundo, confessou: "gostaria de ver o sol pela última vez”.
É essa identificação com a natureza, com a vida, que faz uma pessoa feliz. Uma alma cética e medíocre talvez dissesse: "para que ver o sol se já estou no fim?”
Muito cuidado, pois, com a nossa maneira de ver a vida. Somos o que vemos - sentenciou um moderno psicoterapeuta. É preciso estar sempre desejando ver o sol. É preciso estar sempre com o olhar iluminado pela alegria, pelo bom ânimo, pela curiosidade, pelo entusiasmo, pelo desejo de servir e ser útil.
A grande e urgente mudança de nós mesmos é a mudança na maneira como estamos vendo o mundo.
Há 35 anos, geólogos soviéticos efetuaram estudos de viabilidade para a extração de gás natural no lugar. E eles efetivamente encontraram o que estavam procurando. Durante as escavações, porém, foi descoberta uma caverna subterrânea de grande profundidade, repleta de um gás venenoso. Por causa dessa substância, as perfurações foram suspensas e alguém teve a brilhante idéia de "acender um pequeno fósforo" na boca da cavidade, a fim de que o conteúdo tóxico fosse consumido pelo processo de combustão. Eles também receavam que o gás escapasse do imenso buraco, trazendo consequências maléficas para a população.
Resultado desse ato "brilhante": o fogo, nesses 35 anos, jamais se extinguiu, e a cratera continua flamejante até hoje. Não há nenhuma previsão de quando as labaredas vão finalmente cessar, já que ninguém tem noção da quantidade de gás que ainda existe nas profundezas daquele caloroso "inferno".

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Veja mais sobre a Porta do Inferno em:
Slightly Warped Curiosities
Blue Star Chronicles
EnglishRussia.com
YouTube
A internet aproxima pessoas distantes, possibilitando a comunicação mais rápida e mais barata. A internet facilita a compra de passagens. A internet permite alugar um carro no Japão. A internet pode ser usada para pagar contas. Com a internet é possível encomendar aquele vinho chileno que não está à venda em sua cidade. A internet, em si, é responsável pelos índices cada vez mais decrescentes da televisão. A lista de possibilidades, quando se trata de uso da internet, é infindável...
Podcast é algo parecido com um programa de rádio, ao qual você tem pode ouvir no momento que quiser, seja no PC
Praticamente a cada dia ele lê um determinado texto, roteirizado por sua colega, Lucy Tse, falando em um inglês pausado que até mesmo aquele que nunca freqüentou uma aula de língua estrangeira vai entender. O número de episódios transmitidos já passa de 300.
E não vá pensando que se tratam de liçõeszinhas bobas como “the book is on the table” e “my name is José”. Jeff e Lucy discorrem sobre os mais diversos assuntos e ainda explicam os termos citados nas conversações. Entre um e outro desses pocdasts com diálogos explicativos, McQuillan trasmite o ESL Café, uma espécie de talk show, em inglês cristalino, no qual ele fala sobre temas atuais ou mesmo sobre alguns hábitos do povo norteamericano, muitos dos quais ele mesmo condena.
Levante a mão quem ainda não se inscreveu em algum site de compartilhamento de notícias e favoritos, tais como o Del.icio.us, o Technorati, o Blinklist, o Furl, o Stumble Upon, entre centenas de outros que existem na internet.
A grosso modo, esses sites funcionam assim: alguém visita uma determinada página e, por considerá-la interessante, lança o respectivo endereço em uma lista de compartilhamento para que outras pessoas possam conhecer a sua descoberta. Esse tipo de procedimento, mais conhecido como social bookmarking, é de grande utilidade para a divulgação de blogs, fotos e vídeos ou para armazenamento de favoritos (bookmarks).
Os compartilhadores de grande peso são americanos e, por óbvio, a grande massa de notícias que neles são divulgadas interessam mais a quem tem alguma afinidade com a língua inglesa. Muitos até vedam a divulgação de links que não sejam escritos em inglês.O destaque maior fica com o Stumble Upon, que já é considerado um vício entre os internau
tas. Com o simples clicar de um botãozinho, a pessoa se depara com um site aleatório na janela do navegador, indicado por alguém que tem gosto semelhante ao seu. Há quem navegue até altas horas da madrugada fazendo o “stumbling” sem parar, ou seja, garimpando coisas interessantes na internet.O Blinklist também cumpre um grande papel, notadamente por pemitir o fácil compartilhamento de favoritos.
No Brasil, há uma notória escassez de ferramentas que ofereçam esse tipo de serviço em língua portuguesa. Porém, entre os poucos que existem, um deles vem se destacando cada dia mais. Trata-se do Uêba, um site de cara enxuta, que permite o envio de links e notícias sem que haja necessidade de fazer registro.
Os links são listados de forma genérica e também por tópicos, podendo o usuário fazer comentários sobre aqueles que mais lhe despertam interesse. E também há uma coluna específica com blogs mais acessados e outra com uma lista de matérias e vídeos postados pelos mais diversos blogueiros.
Um ponto alto do Uêba é que as matérias são previamente filtradas antes de divulgadas, evitando-se, assim, as inconveniências do spam, que tanto assola muitos sites colaborativos.
Mas, como diz o brocardo, quem não tem cão caça com gato, e o Uêba, nesse safári cibernético tupiniquim, pode ser comparado a um felino de grande porte, preenchendo satisfatoriamente a nossa carência em relação ao social bookmarking em língua portuguesa.
Para ler mais sobre sites de compartilhamento, visite:
Wikipédia
Revista Info Online
30 Largest Social Bookmarking
125 Social Bookmarking Sites
Tapa na Cara: Uêba, o Maior Site Colaborativo do Brasil
Quando o vi, não quis acreditar. Ele ia muito contente, todo sorriso, caminhando pela avenida à beira-mar, fazendo o seu cooper.
Mas, o que tem isso demais? É que ele tinha olhos para ver, cabeça para pensar, coração para pulsar, pernas para andar, mas tinha os braços e mãos atrofiados. Assim mesmo, caminhava alegre, como se tivesse aqueles membros perfeitos... E cumprimentava as pessoas com o sorriso e a fala. E teve momento em que ele parou um pouco para contemplar o mar.
Pus-me a refletir. O que é que um homem sem braços pode fazer sozinho? Quase nada. Como se alimentar? Como tomar banho? Como escrever? Como acariciar? Ah, leitor, ter os membros superiores atrofiados deve ser muito doloroso. Faça uma experiência: imagine-se sem eles... Numa época de tecnologia tão sofisticada como a nossa, o dedo é tudo; com ele fazemos o eletrodoméstico funcionar; com ele discamos; com ele digitamos; com ele pressionamos uma campainha...
Tudo isso eu ia pensando, enquanto o homem andava à minha frente. Muito moço, deveria ter uns 30 anos. Qual seria a sua religião? Protestante? Católica? Espírita? Por que tanta conformação diante do sofrimento? Por que não ficou em casa, amargando a sua sorte? Por que não se revoltava? Por que? Por que?...
Como esse homem me ensinava com a didática de seu sofrimento... Aí, monologuei: o importante não é sofrer. O importante é saber sofrer... Enquanto ele sorria para a manhã de sol, quanta gente se lamentando, se queixando, se revoltando, maldizendo e - o que é pior - tirando a própria vida... Quanta gente culpando Deus pelo seu sofrimento.
Mas ele tinha os olhos para contemplar as belezas da natureza, tinha a boca para falar e sorrir, tinha a cabeça para pensar, tinha as pernas para caminhar, tinha um coração para sentir e amar, um pulmão para respirar o ar puro da praia... E, decerto, tinha uma religião saudável, uma religião sem medos e sem mistérios.
Agora, o homem conversava com um grupo de amigos, contente e feliz. Depois continuou movimentando as pernas, sempre atento, sempre alegre. Meu medo era que ele tropeçasse e caísse... Que pensamento pessimista...
Leia Também:
Quem costuma relaxar ao som de uma música suave precisa conhecer o SoundSleeping.
O site, que tem uma interface bastante simples, apresenta um painel com cinco botões que possibilitam controlar o volume de alguns sons aprazíveis ao ouvido humano.
Os "ruídos" foram cuidadosamente escolhidos em virtude de sua habilidade para induzir o sono e reduzir o stress, proporcionando uma atmosfera de relaxamento ideal para a prática de atividades como a yoga, o tai-chi-chuan e a meditação.
Procure no menu os sons que mais lhe agradam, ajuste o dial, e - pronto - você poderá fazer seus exercícios mentais ouvindo o barulhinho bom de um córrego, das ondas quebrando na praia, do criquilar de um grilo, de doces acordes tirados de uma flauta, do canto de um pássaro, da queda da chuva, de trovões, do estalido de uma lareira, de gaivotas... É possível combinar até cinco desses suaves ruídos.
Ilustração: "O Sonho", Pablo Picasso, 1932
Como se costuma dizer aqui na região brasileira onde moro, com uma certa entonação carregada de espanto e empolgação: "Pense num lugar...!"
Pois é. Estive há pouco tempo nessa cidadezinha encravada na parte meridional da Ilha Sul, na Nova Zelândia, chamada Queenstown, tendo nela permanecido alguns dias do mês de março.
O lugar, apesar de não ser tão comentado como as famosas Auckland, Wellington e Christchurch, é bem conhecido daqueles que praticam esportes radicais, principalmente o bungee jump. Ouso afirmar que se trata de um das mais belas e impressionantes paisagens do planeta.
Cercada por montanhas imponentes (Remarkables) - para onde se dirige anualmente uma multidão de esquiadores -, Queenstown é a imagem do paraíso na Terra. O Lago Wakatipu (fotos) apresenta uma curiosa variação em seu nível, que sobe e desce rapidamente, tal qual uma maré em ritmo acelerado. Na mitologia do povo Maori (nativos de origem polinésia), o fenômeno é associado às batidas do coração de um grande monstro que habita o fundo das águas cristalinas.
Fica aqui a dica para quem for à Oceania: não deixe de se aventurar na aconhegante Queenstown, reservando pelo menos três dias de estada, principalmente para conhecer Milford Sound, imenso fiorde que se traduz no cartão postal mais famoso da Nova Zelândia.
Para saber mais sobre Queenstown, visite:
Portal Oceania
TimeOut Queenstown
Queenstown Videos
Site Oficial de Queenstown
Queenstown, NZ
Queenstown 100% Pure
Wikipedia
Estou me referindo a certos programas indecorosos e de mau-gosto que, exibidos em horários inoportunos, fazem degradar ainda mais a formação intelectual do brasileiro.
Agora mesmo, por um infeliz acaso, deparo-me, de supetão, com a TV ligada no indigesto programa do Faustão. Um certo "convidado" mostrava, orgulhoso, suas proezas com uma serpente, a qual era arrastada pelo "domador" e agonizava, com sua fúria natural, sem saber o que estava fazendo naquele cenário estúpido do show dominical.
Diante de uma visão tão grotesca, até agora estou a indagar, sem resposta, por que as autoridades ainda permitem, no estágio atual da civilização, a prática de diversão humana à custa de animais? Aliás, como o Poder Público pode conceder autorização a uma emissora para exibir tão absurdo festival, e, o que é pior, classificá-lo como programa "livre"?
Os bichos selvagens, por mais peçonhentos que sejam, devem ser preservados em seu habitat, ou, quando muito, ser utilizados de forma racional, em benefício da ciência. A sua aparição desnecessária e cruel, sob os holofotes de uma emissora de TV, é algo desumano e merece o repúdio da sociedade, ou melhor, deveria constituir crime, com punição severa para os infratores.
Para ler mais sobre a degradação da TV, visite:
É preciso reconhecer, entretanto, que grande número dessas "entidades filantropas" apresenta uma faceta que se esconde por trás da máscara da solidariedade humana. Nelas, o objetivo não é outro senão o de captar dinheiro público para abastecer bolsos particulares.
É sempre assim: em todos os programas nos quais há subsídios governamentais para dar suporte à concretização de atividades com fins sociais, algumas associações são criadas com fins sorrateiros, deturpando-se o objetivo original do planejamento e trazendo prejuízos para o Erário (leia-se: dinheiro do povo).
É preciso que a sociedade saiba diferenciar as entidades que efetivamente prestam serviços assistenciais daquelas outras que de filantropia nada têm, e que deveriam ser classificadas, na verdade, como ONCs (organizações não-confiáveis).
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