Viver, conviver e transcender. Eis aí três verbos muito significativos. Muitos apenas vivem, isto é, atendem às suas necessidades fisiológic...

Viver, conviver e transcender. Eis aí três verbos muito significativos. Muitos apenas vivem, isto é, atendem às suas necessidades fisiológicas, isto é, comem, fazem sexo, dormem e trabalham, que ninguém é de ferro. Mas viver mesmo é respirar. A gente não pode passar mais de um minuto de narinas tapadas. Absorver o oxigênio, esse alimento gratuito e invisível, é uma maravilha. Quando nascemos e recebemos pelas narinas o ar, os pulmõezinhos doem e a criança chora. Eis aí um importante ato de viver. E tudo graças aos pulmões, que muitos intoxicam de nicotina.


Viver é fundamental. Vivem o vegetal, o animal e o homem. Acontece que não se pode viver sozinho, a não ser para respirar. O resto dos nossos atos devemos aos outros. Enquanto o pessimista e ateu Sartre disse que "o outro é o inferno". Esqueceu ele esta verdade, quase um truísmo, que tudo que temos devemos aos outros.


Continuando, podemos também dizer que mais importante do que viver é conviver. E poucos querem aceitar esta verdade: nada somos sem os outros. Se, como disse o filósofo pessimista, o outro é o inferno, então procuremos transformá-lo num paraíso, isto é, num amigo ao invés de um inimigo. Não há maior burrice do que fazer inimigos. Procuremos, portanto, fazer amigos. Amigos de verdade. Só assim teremos paz, dormiremos bem, viveremos melhor. Manter inimigos é dormir sobre um barril de pólvora. Quer saber de uma coisa? Você conhece uma pessoa pelos amigos que tem, não é meu amigo Roberto Carlos, tu que desejas um milhão de amigos?


Nada, portanto, de inimizades. Daí aquela recomendação de Jesus: "Reconcilia-te, depressa, com o teu adversário enquanto estás a caminho com ele". Sim, porque depois, vai ser mais difícil. Aproveitemos a oportunidade para uma reconciliação.


Viver, conviver... E o que vem a ser transcender? Transcender é sublimar-se. É muito mais do que viver e conviver. É sair da materialidade, da horizontalidade para a verticalidade. Transcender é espiritualizar-se. É sair da animalidade para a angelitude. Muitos já conseguiram esse estado divino.


Certa vez Jesus disse que "éramos deuses". Disse mais. Disse deveríamos ser perfeitos como o Pai, isto é, Deus.


Mas a subida para esse estado de sublimação só ocorre com a transcendência.


Você começa a transcender nas pequenas coisas. Uma leitura edificante, uma boa música, uma conversa sadia, um passeio à beira-mar, uma oração fervorosa, uma visita a um jardim e assim por diante. A vida não é somente comer, fazer sexo, trabalhar incessantemente. Muitos procuram transcender bebendo álcool ou tomando droga. Eis aí uma transcendência que não lhe dá paz.


Viver, conviver, transcender. Uma trindade muito importante em nossa existência. Mas o importante é fazer bem tudo isso. Não sejamos apenas animais ou homens. Sejamos deuses, como advertiu Jesus. A vida é muito importante para se botar fora. E ninguém é feliz sem a transcendência.

Que seria do turismo sem os garçons? Eis aí uma classe que merece todo o nosso respeito e admiração. Seja nos restaurantes, seja nos hotéis,...

Que seria do turismo sem os garçons? Eis aí uma classe que merece todo o nosso respeito e admiração. Seja nos restaurantes, seja nos hotéis, sua presença é indispensável. O garçom é, sobretudo, um artista. Artista em atender os fregueses, artista na maneira de trazer os pratos solicitados, artista no bom humor, na excelente memória que não os deixa esquecer de nada.


Garçom mal humorado nunca vi. O bom humor é o melhor dos temperos para que haja uma boa refeição. E quando a gente viaja por este mundo afora, o garçom é tão necessário como o taxista, o recepcionista do hotel, a camareira, esta muito pouco valorizada pelos hóspedes, que, às vezes, nem sequer as cumprimentam.


Mas o personagem mais importante nas viagens que empreendemos, é sua excelência o garçom Não esquecer, por outro lado, a garçonete. Lembro-me de umas jovens, num restaurante da cidade de Sidney, na Austrália, que nos acolheram com muita amabilidade, sobretudo, quando souberam que éramos brasileiros. Elas eram gaúchas, estudavam na universidade australiana, no curso de hotelaria, e nas horas vagas se dedicavam ao serviço de garçonete naquele restaurante.


Em Londres, na recente viagem que fizemos, muito me impressionou, no hotel Sofitel St. James, onde nos hospedamos, o garçom-chefe, chamado "maitre", tinha toda a pinta de um diplomata. Elegantíssimo, bem humorado, sabia até português. E no amplo salão do restaurante, onde ele se movimentava com o seu sorriso e sua maestria, muito nos impressionou. O homem era de uma mobilidade admirável. Não parecia que tinha apenas dois olhos. Estava atento a tudo. Um verdadeiro maestro regendo uma orquestra.


Eu admiro muito aquilo que não sei, ou não posso fazer. A profissão do garçom é um exemplo. Jamais eu daria para aquela profissão, assim como nunca tive jeito para advocacia e muito menos para dentista.


Há garçons admiráveis pela postura, pela maneira como se afeiçoam com as pessoas. E quando sabem que somos brasileiros, aí vêm logo citando Ronaldinho. Ah, como gostaria que eles mencionassem Villa Lobos, a presidenta Dilma ou mesmo o Lula. Até quando o nosso país será apenas conhecido pelas chuteiras ou carnaval?


E os garçons são equilibristas admiráveis, carregando os pratos cheios de comida, numa desenvoltura que faz gosto. Aqui para nós, não vejo profissão mais difícil do que a de garçom. Palmas para eles!

Eis-me, aqui, frente ao computador e pensando em Sócrates, filósofo de minha predileção. Acabo de tomar um gostoso banho de chuveiro elétric...

Eis-me, aqui, frente ao computador e pensando em Sócrates, filósofo de minha predileção. Acabo de tomar um gostoso banho de chuveiro elétrico. Não há coisa melhor do que um bom banho morno. E fico pensando: será que o filósofo do "conhece-te a ti mesmo", teria o conforto de um banho desse? Ignoro se o filósofo cuidava do asseio do corpo, ele que viveu o tempo todo cuidando do espírito?...


E o computador, cujas teclas parecem sorrir para mim, como a dizerem: "vem, cronista, escrever tuas crônicas"? Sócrates, com toda a sua inteligência, jamais imaginou que o homem inventasse essa tela em cujas teclas vou digitando a crônica.


Escrevo num clima de muita paz, de muito silêncio, e ninguém para me importunar. Mas vá ver que o filósofo tinha a mulher Xantipa para, vez por outra, importuná-lo, embora, graças a ela, que cuidava das coisas práticas da vida, o grande pensador pôde pensar, meditar e construir sua filosofia. Quem ia ao mercado fazer compras, era Xantipa, cujo senso prático era admirável. O filósofo pensava, e ela varria a casa, fazia a comida e cuidava da roupa do marido. O trabalho de Sócrates era arquitetar idéias. Ora, ora, isso para Xantipa era negócio de doido. E um dia, devido à falta de dinheiro para ir ao mercado, onde o marido ensinava sua filosofia, ela não agüentou e desabafou. Disse-lhe o diabo, enquanto ele se postava em profundo silêncio. Diante do indiferentismo do marido, Xantipa pegou uma lata d'água e jogou em cima dele. Foi um banho inesperado. Mas, enxugando-se, o filósofo apenas monologou: "depois da trovoada vem a chuva".


Logo após, o maior filósofo da História, saiu de casa e foi a pé até a praça. Nenhum transporte para levá-lo até lá.


E fico pensando. Como a vida mudou! Estou ainda sentindo o frescor de um bom banho, sentado diante do computador, o carro na garagem me esperando, o celular aqui junto, enquanto Alaurinda toca o seu violino, pois, quinta-feira próxima tem concerto.


Mas será que Sócrates construiria sua filosofia com tantas solicitações da vida moderna, tanta poluição sonora, e tanto engarrafamento na rua? Está muito difícil pensar nos tempos de hoje. A vida é um corre-corre constante. A TV só traz propaganda de automóveis e más noticias. A propaganda domina o mundo de hoje. Tudo virou negócio. Até a tradicional revista Veja, outrora tão gostosa de ler, virou catálogo de anúncios.


Vende-se tudo, hoje em dia. E o estudante universitário costuma dizer que pagou determinada disciplina. Vá ver que pagou mas não estudou, e deve estar mais interessado em fazer um concurso do que o próprio curso.


E vou encerrar a crônica, pois o estômago está gritando de fome. Fome de comida, enquanto o nosso filósofo tinha fome de conhecimentos, e costumava, humildemente, dizer "o que sei é que nada sei".

Algumas cenas memoráveis de grandes filmes são representadas nessas gifs animadas. Tente lembrar qual produção cinematográfica relaciona-s...

Algumas cenas memoráveis de grandes filmes são representadas nessas gifs animadas.

Tente lembrar qual produção cinematográfica relaciona-se a cada uma das imagens, mas não precisa forçar a mente, porque a resposta você encontrará no final do post, com links para as sinopses e trailers.

Se conseguir acertar, no mínimo, os títulos de dez desses filmes, parabéns, o seu conhecimento cinematográfico é invejável.


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A série Friends ficou no ar durante uma década, de 1994 a 2004, tornando-se uma das produções televisivas de maior êxito no cenário mundial...

A série Friends ficou no ar durante uma década, de 1994 a 2004, tornando-se uma das produções televisivas de maior êxito no cenário mundial. Até hoje, as reprises dos episódios, que são transmitidos no Brasil pelo Warner Channel, continuam fazendo grande sucesso.

Após o encerramento do seriado, os seis atores principais, milionários, tomaram rumos distintos e alguns deles ingressaram em projetos que não renderam a mesma fama. Veja, nas fotos abaixo, como eles estão, hoje.

Se quiser ver as suas biografias, clique em seus respectivos nomes. E mais adiante, logo após a foto do Joey, você encontrará um link para um site interessante onde há informações sobre o que cada um está fazendo atualmente.


Monica | Courteney Cox

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