Na Carta de São Paulo aos Romanos (Rm 4,18), lemos: “Abraão, contra toda humana esperança, firmou-se na esperança e na fé.”
A esperança é um bem comum a todos. Temos o livre-arbítrio de acolhê-la ou não em nosso coração. Nem todos conseguem fazer brilhar essa bússola estimuladora da transformação e da reforma íntima.
A passividade não é atributo da esperança. Ela não aceita que o sofrimento faça morada na mente e no coração das pessoas como um fim em si mesmo. Nos momentos de escuridão, a esperança se faz luz, que ilumina o presente e a possibilidade de um futuro de voo sublime.
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Costumo dizer sempre: tudo, ao seu tempo, se fará; senão, perderemos a esperança. Lembro da época em que Painho me mandava ao Banco Noroeste para fazer pagamentos, retirar dinheiro e fazer depósitos. Eu me encantava com aquele ambiente. Foi quando decidi que passaria para o lado de dentro daquela instituição. Fiz meu cadastro para ocupar a primeira vaga que surgisse. Acompanhava as tratativas das operações de leasing dele. A máquina de calcular de Euzanir era diferente e continha funções que eu não conhecia. Vi a necessidade de fazer um curso de matemática financeira enquanto não era chamada. Novamente recorri ao SENAC e, quando terminei, a vaga surgiu. Iniciei minha caminhada pelo mundo bancário como Auxiliar de Caixa, terminando como Caixa Executiva.
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Que nossa esperança e fé não sejam como a névoa da manhã, que desaparece com os primeiros raios do sol, mas que subsistam tanto nos momentos ensolarados quanto nos de tempestade.











