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S im, quem era aquele homem de linho branco, que está ali, a conversar com os amigos, e só ele falava? Estávamos, no Ponto de Cem ...
Aquele homem de branco
E , de repente, eis o cronista num salão de beleza, acompanhando a esposa, informando que iria demorar um pouco. Fiquei meio tonto ...
Cronista no salão de beleza
V ou concluir, hoje, minhas impressões sobre a Nova Zelândia, aquela ilha paradisíaca que dorme, isolada, no oceano Pacifico. Como já mencio...
Ah, como sofri...!
N ada mais triste do que um olhar de despedida. A presença, aos poucos, vai se tornando ausência. Mas o que é a vida senão uma sucessão de a...
Lua de Mel de enamorados
E aconteceu o inesperado. De repente, nos deu aquela vontade de um passeio à beira-mar. Nossos olhares se demoraram na linha do horizonte que limitava o mar. Silêncio absoluto. E eis que ela, numa euforia de namorada, gritou: “Vamos curtir este momento”. Sim, a paisagem estava para o amor, para a alegria interior, para um poema. E nossos olhos, acostumados a muitos horizontes, daqui e de além-mar, se maravilhavam com o que víamos. Sim, estávamos naquela enseada de nossa Tambaú, onde o Cabo Branco continua tentando subir o planalto, desejando ver de perto o sol que, ali, nasce primeiro.
E , de repente, me veio aquele súbito desejo de fazer uma oração. Não como aquela do “Pai Nosso”, com a qual o Meigo Nazareno ensin...
Oração de um cronista
V ez por outra, estou cutucando a memória. É gostoso e terapêutico trazer à nossa presença pessoas que nos deixaram forte impressão, belos e...
Eles eram príncipes
Mas deixemos Oscar e vamos a outro príncipe, a outro homem de ética e que me impressionou, profundamente, pela sua maneira de ser. Também pertenceu à nossa Academia de Letras. Escreveu livros admiráveis, cuja temática foi nossa terra. Historiador autêntico. Escrevia com muita leveza. Mas, o que mais importa nessas rememorações é o homem, sua ‘maneira de relacionar com os outros, sua ética.
A melhor maneira de aprender uma língua estrangeira é morar ou fazer intercâmbio em outro país. A segunda é matricular-se em centros de es...
5 dicas simples para aprender um idioma estrangeiro
A melhor maneira de aprender uma língua estrangeira é morar ou fazer intercâmbio em outro país. A segunda é matricular-se em centros de estudos de idiomas, os quais, como se sabe, costumam cobrar uma mensalidade muito alta. Outras formas de aprendizado são igualmente caras e até mesmo impossíveis para a maioria dos brasileiros.
A primeira vez que a vi, fiquei encantado com o seu desembaraço no falar e, sobretudo, com a sua inteligência e desenvoltura. Eu tinha ido ...
Mardênia, você foi demais!
N ão satisfeita com a primeira viagem, eis que a nossa equipe projeta a segunda viagem à Nova Zelândia, aquela ilha perdida no Pacífico co...
A Nova Zelândia de novo
Não satisfeita com a primeira viagem, eis que a nossa equipe projeta a segunda viagem à Nova Zelândia, aquela ilha perdida no Pacífico com o Japão lá em cima. O dedo deslizando no Mapa num instante chega lá, mas de avião... São 14 horas de vôo, somente no último trecho sobre o Pacifico. Vôo direto, sem escala. Na nossa primeira viagem, minha sobrinha cardiologista, lá de São Paulo me telefonou, dizendo: cuidado com essa longa viagem. Não se esqueça da meia de pressão para evitar trombose. E para quem já teve uma... Cumpri a recomendação da médica e enfrentei o problema. E sabe que cheguei a gostar da viagem? Na aeronave da LAN Chile nada faltava. E ainda me recomendaram fazer, ali, um ligeiro “cooper”. E lá vou eu num caminho estreitíssimo entre poltronas cumprindo a recomendação. Veja o leitor como é importante, vez por outra, movimentar as pernas. O sangue corre que é uma beleza.
Depois de saltarmos de um trampolim, após uma escala em Santiago do Chile (ah, cidade para eu gostar...) nos atiramos no abismo oceânico, armados de nova coragem para o segundo vôo, de 14 horas. E nada de trombose. Dessa vez a viagem foi uma beleza. Viajar é mesmo sonhar. Foi numa madrugada que aterrissamos naquela ilha paradisíaca. Aeroporto de primeira. Mas, o frio me encabulou. Quanta roupa por cima e por dentro. Descemos em Auckland, que já foi capital e que muito nos encantou.
Agora Nova Zelândia estava mais íntima. Um povo educadíssimo. Educação no trânsito, educação nos restaurantes, educação na rua, educação nos hotéis, educação em tudo. Impossível ouvir uma buzina insistente de automóvel. Silêncio absoluto nas ruas. E que cidade agradável essa Auckland! Cidade de todas as idades, desde aquela elegante senhora, com seus oitenta ou mais anos, ao garoto com um iPhone no ouvido, discutindo não sei para quem.
Mas o que mais me encantou foi a limpeza da cidade com o seu chão colorido. A cidade não tem um buraco no chão, mesmo do tamanho de um dedal. E caminhando, eis que vejo um espaço cheio de livros, com bancos, para você e descansar. Tudo de graça. Ninguém pensando em levar um livro para casa. Ah, leitor, não perdi tempo. Sentei-me num puff e fiquei folheando uma revista. Quantos livros à disposição de quem quisesse ler...
Auckland! Quase toda plana. Sem trânsito ostensivo. Mas, o sol se esqueceu de aquecer o cronista. Um sol que iluminava mais do que esquentava.
A noite foi chegando e a gente nem deu fé do tempo. E cadê a Natureza dessa decantada Nova Zelândia. A Natureza que é o seu cartão de visita? Fica para depois, pois a fome começa a apertar. O restaurante que nos acolheu, servido por duas garotas bonitas e educadas, que quando descobriram que éramos brasileiros, foi uma festa. Ah, Brasil para ser amado e exaltado!...
Pois é, leitor, o nosso país tem qualquer coisa de lendário. Espero, como já dizia o grande Zweig, que ele seja ainda o país do futuro.
Mas, a crônica está terminando, agora dispondo de espaço maior, o que faz aumentar a responsabilidade do cronista.
A o invés do título acima, esta crônica bem que poderia denominar-se “Terapia do Esquecimento”. Sim, esquecer, muitas vezes, pod...
Lembrar, esquecer...
Ao invés do título acima, esta crônica bem que poderia denominar-se “Terapia do Esquecimento”. Sim, esquecer, muitas vezes, pode vir a ser um bálsamo, um alívio. Já pensou se não esquecêssemos? Se conservássemos uma mágoa por muito tempo, por exemplo? Deus sabe amenizar as nossas dores. Esquecer nos traz paz, nos renova, nos dá saúde. Que tal, aqui ensina o Evangelho, se conservássemos o ódio no coração, ou melhor, se não esquecêssemos um mal que alguém nos fez? Horrível. Enquanto o que nos fez mal, talvez nem se lembre do mal que fez. E você se torturando, não esquecendo o mal que ele lhe fez.N o dia 9 de outubro de 1861, na cidade de Barcelona, onde ainda havia o ranço da Inquisição, foi queimado em praça pública, O Livro dos Esp...
Os tempos são outros
P ara esta espécie de terapia há necessidade do olhar. Um deficiente visual, por exemplo, não pode se utilizar dessa terapia. Mas, ...
Paisagem terapia
Na história da música, especialmente do Rock'n'Roll, algumas capas de discos, elaboradas com grande criatividade, acabaram se torn...
As 10 capas de discos mais famosas de todos os tempos
Na história da música, especialmente do Rock'n'Roll, algumas capas de discos, elaboradas com grande criatividade, acabaram se tornando mais conhecidas do que as próprias canções, sendo copiadas e parodiadas exaustivamente, até mesmo por outros artistas.
G ermano, meu filho e mestre, escreveu, outro dia, em sua coluna no Correio da Paraíba, uma crônica sobre a Nova Zelândia exaltando as belez...
Só vendo para crer
Não me surpreendeu a morte dele, como também não me surpreende a morte dos outros. É da lei que assim seja. Ninguém escapa à sua dura inexor...
A saída de Terceiro
Não me surpreendeu a morte dele, como também não me surpreende a morte dos outros. É da lei que assim seja. Ninguém escapa à sua dura inexorabilidade. Agora a reflexão a fazer é esta: o que fez ele da vida e na vida? Há quem diga que ele foi para o céu, outros para o inferno, e, por fim o purgatório. Depois há aqueles que acreditam que tudo vira pó, nada mais resta. E surge a pergunta, que adianta a vida seja digna ou não, se não há nada, nem ninguém para nos julgar?
Os anos 70 são conhecidos como a era da pacificação, do flower power , do psicodelismo e das discotecas alucinantes. Nesse período de libe...
10 gírias dos anos 70 que quase ninguém fala mais
Os anos 70 são conhecidos como a era da pacificação, do flower power, do psicodelismo e das discotecas alucinantes. Nesse período de liberação política e cultural, as gírias proliferaram e muitas delas foram incorporadas à linguagem cotidiana, sendo faladas até nos dias atuais. Outras, contudo, caíram no desuso e dificilmente são reconhecidas pelas gerações mais novas. Você, por exemplo, conhece ou lembra de algum desses 10 vocábulos?







































