23.9.12
T êm muitas delas, é claro, mas deixem que cite algumas, que estão sempre me chamando a atenção. E chego até a me imaginar exercend...
Profissões que reverencio
Têm muitas delas, é claro, mas deixem que cite algumas, que estão sempre me chamando a atenção. E chego até a me imaginar exercendo algumas delas Viva o sentimento de empatia, que é muito mais profundo do que o de simpatia. Este fica por fora, enquanto o outro é mais profundo. Sábio é aquele que o usa.
Vou começar citando a profissão de cozinheiro. O inesquecível Einstein disse que a pessoa mais importante de sua vida era a cozinheira, responsável por sua comida. E comer é o ato mais exercido no mundo. Há pesquisadores que estudam seriamente a gastronomia, a exemplo, portanto, do nosso imortal Wills Leal, meu conterrâneo de Alagoa Nova, que escreveu substancioso estudo sobre o turismo gastronômico.
Ah, o turismo! Visitar museus, salas de concerto, monumentos, paisagens e outras atrações! Depois disso, o estômago começa a pedir comida. E para matar a nossa fome turista, eis os restaurantes. E quanto mais chique melhor. E o hábito da bebida está tão presente, que mal a gente pega no cardápio, o senhor garçon vai logo perguntando se desejamos beber antes de comer.
Sim, é, justamente, esse garçon que admiro, o que já afirmei em outras crônicas. Eis aí um verdadeiro artista para não dizer equilibrista. Têm deles que demonstram uma certa cultura. Sem os senhores garçons que seria do turismo culinário? Agora vejamos outra profissão que admiro, a de médico. Como precisei deles, um tempo desses. Eles foram ótimos, não ao ponto de eu ficar com saudade do hospital, que, ainda bem que não bota, na saída aquela placa que a gente lê nos supermercados: “Volte sempre”.
Fiz referência aos médicos e me esqueci das enfermeiras, abnegadas profissionais, cujo sono, à noite, é constantemente perturbado por uma chamada do enfermo. E com que desvelo, com que dedicação, elas os atendem. Como são maternais! Usam sempre o diminutivo: ”dê-me o bracinho para a injeção”; “chegou a sopinha”. O enfermo se torna uma mimada criança.
Mas a consciência me pede para citar outros extraordinários profissionais. E como já é tarde da noite, com todo mundo já dormindo, ouço um barulho na rua. Vou à janela e avisto homens colocando no caminhão o nosso lixo. Suados e, decerto, com fome... São as raízes, que ninguém vê. Coloco-me no lugar deles. Basta isso para admirá-los.
22.9.12
P erdoe-me a obviosidade (o computador não quer reconhecer a palavra, sublinhando-a em vermelho, mas eu insisto em escrevê-la), Ref...
O morcego e a consciência
Perdoe-me a obviosidade (o computador não quer reconhecer a palavra, sublinhando-a em vermelho, mas eu insisto em escrevê-la), Refiro-me à consciência, que é tudo em nós. Costumamos dizer “Fulano não tem consciência”. ”Mentira, todo mundo tem consciência, que é o nosso eu, aquilo que fica dentro de nós, quer aplaudindo, quer censurando. Acho que só o homem tem consciência, o que, justamente, falta nos nossos irmãos irracionais, seja bicho, seja árvore.
Viver em paz com sua consciência é ter dentro de si um paraíso. Muita gente, equivocadamente, fala de um paraíso e de um inferno. Neste último há muito fogo e um diabo espetando a gente com um tridente, ora vejam só... Mas, pensando, metaforicamente, uma consciência torturada pelo remorso é um inferno. Aliás, o verdadeiro inferno. O fogo do remorso é um fogo moral. Então, repetimos: viver em paz com sua consciência é viver num céu.
Por conseguinte, leitor, muito cuidado com a sua vida. Que ela não lhe traga, depois, o fogo do remorso, que se inicia com o arrependimento. Quantos suicídios ocorrem em conseqüência do desespero por conta de um grande remorso? Não há nada pior do que esse “morcego” com o olho vivo em nós. Ora, ora, a idéia de morcego me traz à lembrança um extraordinário poema do nosso Augusto dos Anjos, que tem como título: “O morcego”, em que o poeta, com sua extraordinária imaginação, fruto de sua genialidade incomparável, compara a consciência com um morcego que ele viu, à meia noite, no seu quarto, quando ia dormir. Ele compara o horrendo animal a um olho. E a consciência é mesmo como um olho intimo, de que não podemos nos libertar. Daí o poeta chegar a esta conclusão: ”A consciência humana é um morcego”! Que metáfora admirável!
E esse quarto é a nossa cabeça em que entra o remorso. Portanto, leitor, cuidado com a sua vida, porque, no final de tudo, quando você deixar este mundo, seu encontro é com você mesmo, é exatamente com a sua consciência.
A propósito, li, outro dia, uma lista de definições de felicidade. A que mais gostei foi aquela que disse: felicidade é estar em paz com sua consciência.
E que tal dar uma lidinha no poema de Augusto, um poeta que vale por um enciclopédia e cujos poemas nos induzem a reflexões profundas sobre a vida?
22.9.12
21.9.12
Diferentemente da maioria das fontes manuscritas, que são cansativas e nauseantes, as fontes listadas abaixo são elegantes, bem elaboradas e ficam bem em muitos projetos.
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16 fontes elegantes em estilo caligrafia
Diferentemente da maioria das fontes manuscritas, que são cansativas e nauseantes, as fontes listadas abaixo são elegantes, bem elaboradas e ficam bem em muitos projetos.
21.9.12
16.9.12
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14 Coisas Substituídas pelos Smartphones
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16.9.12
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Esse desafio vai levar você à loucura
Fique sentado em uma cadeira, no sofá ou na cama. Mantenha o seu pé direito dois centímetros acima do assoalho e, com ele, comece a fazer círculos no sentido horário.
16.9.12
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