Março é mês de reflexão, de luta e de celebração consciente. É tempo de reconhecer a força, a coragem e a determinação das mulheres que, ao longo do processo histórico, abriram caminhos, romperam silêncios e conquistaram direitos fundamentais.
Foto: Mesut çiçen
É dia de nos posicionarmos com indignação diante da persistente onda de atrocidades perpetradas contra as mulheres.
Neste breve texto, não poderia deixar de destacar, com tristeza, o famigerado feminicídio que assola todos os quadrantes do nosso Brasil, realidade cruel que segue ceifando vidas, destruindo famílias e revelando o quanto ainda precisamos enfrentar estruturas opressoras naturalizadas ao longo da história.
É preciso fazer valer a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340), sancionada em 7 de agosto de 2006, que expressa, no Capítulo II:
▪️ Art. 5º: Define o que é violência doméstica e familiar contra a mulher.
▪️ Art. 6º: Define a obrigação do poder público na proteção à mulher.
▪️ Art. 7º: Enumera as formas de violência (física, psicológica, sexual, patrimonial e moral).
Foto: Mesut çiçen
Espero que minha voz some-se a tantas outras no enfrentamento às injustiças, no combate ao machismo, ao patriarcalismo e ao cruel feminicídio, na construção irmanada de uma sociedade mais justa, igualitária e verdadeiramente humana.
Foto: Mesut çiçen
Março é mês para ecoar
(É memória e é ação),
Contra a fria opressão
Que insiste em maltratar.
Faz-se urgente confrontar
A ordem patriarcal,
Que sustenta tanto mal...
Feminicídio é terror,
Crime cruel, falso amor,
Num país tão desigual.








