É o que os jornais estão avisando. E ela virá muito elegante, bem vestida, perfumada, recém-saída do salão de beleza, e com aquele...
Dilma vem aí!
Q ual é o maior crime que um homem pode praticar na vida? É o crime contra si mesmo. O crime de extinguir a própria existência, que...
O paraíso do nada
N ão, não foi a recente eleição para prefeito da capital, sob o comando seguro e eficiente do jovem desembargador Marcos Cavalcanti...
A eleição foi uma festa!
D entre os animais irracionais, o homem se afina muito com o cachorro em várias coisas. Talvez seja por isso que, de vez em quando,...
O cachorro e o homem
Se você ainda não tem noção do que seja uma vaquejada, experimente digitar o termo no Google Imagens .
Participe do movimento contra as vaquejadas
Se você ainda não tem noção do que seja uma vaquejada, experimente digitar o termo no Google Imagens.
J esus ia caminhando com os apóstolos, na ardente areia, quando notou que dois deles discutiam, lá na frente, quebrando o silêncio da serena...
A grandeza do pequeno
T anto barulho, tanta bebedeira, tanta festa, tanta comida, tanta zoada, tantos fogos, só porque mais uma folhinha do calendário é ...
A grande pergunta
N inguém amou mais esta nossa capital, a antiga Felipéia, também chamada Frederika, do que o escritor e poeta Ascendino Leite, que chegou a ...
Paraibanismo
V ocê já viu um peru no quintal? Vez por outra, ele se incha e sai exibindo suas penas aos outros animais. Eis aí a imagem da vaidade. Mas a...
O peru e o Natal
Mas deixemos de coisas lúgubres e voltemos ao peru, que, decerto, gostaria de ser poupado na festa comemorativa do nascimento de Jesus. Animal simples, o peru. O poeta Sérgio de Castro bem que deveria aproveitá-lo para um poema no seu próximo “Zoo Imaginário”...
O peru é dócil. Se você der um grito, ele responde com outro grito. E, cá entre nós, como diz a amiga Rose Silveira, eu, na meninice, me diverti muito com isso.
Mas essa inofensiva e bonita ave não se incha de vaidade. Estufa-se de contentamento, embora, vez por outra, se entristeça com a festa de Jesus, quando ele papado. Eu imagino a sua reflexão, a sua angústia, o seu medo. Se ele pudesse, voaria bem alto, para um lugar que nem uma águia e iria pousar, bem longe, numa montanha, até que o Natal passasse.
Dizem que o peru é uma ave supersticiosa, meio boba, pacífica. Não sei como ele não esteve na manjedoura, junto com outros animais, vendo Jesus nascendo.
E quer ver uma coisa? Trace um círculo em torno do peru e ele não sairá deste círculo. Ele é como certas pessoas que ficam presas à rotina, incapazes de uma aventura, incapazes de sair do círculo mental do comodismo, da mesmice. Não indagam, não pesquisam, não estudam, não refletem. O dia de ontem é sempre o mesmo de hoje, e de amanhã...
Não seja peru, leitor, seja águia, gaivota, busque novos horizontes, não se prenda ao fanatismo religioso. Fanatismo é a doença da fé. Foi o fanatismo que levou os sábios à fogueira, e que queimou Joana D”Arc.
É o peru no Natal, o peixe na Semana Santa... Sei não. É melhor encerrar essa crônica...
E stive ouvindo recentemente a sinfonia nº 9, de Bruckner, mas, antes de assistir à mesma peça sob a regência do famoso maestro Her...













