Ao invés do título acima, esta crônica bem que poderia denominar-se “Terapia do Esquecimento”. Sim, esquecer, muitas vezes, pode vir a ser um bálsamo, um alívio. Já pensou se não esquecêssemos? Se conservássemos uma mágoa por muito tempo, por exemplo? Deus sabe amenizar as nossas dores. Esquecer nos traz paz, nos renova, nos dá saúde. Que tal, aqui ensina o Evangelho, se conservássemos o ódio no coração, ou melhor, se não esquecêssemos um mal que alguém nos fez? Horrível. Enquanto o que nos fez mal, talvez nem se lembre do mal que fez. E você se torturando, não esquecendo o mal que ele lhe fez.
26.4.13
Ao invés do título acima, esta crônica bem que poderia denominar-se “Terapia do Esquecimento”. Sim, esquecer, muitas vezes, pode vir a ser um bálsamo, um alívio. Já pensou se não esquecêssemos? Se conservássemos uma mágoa por muito tempo, por exemplo? Deus sabe amenizar as nossas dores. Esquecer nos traz paz, nos renova, nos dá saúde. Que tal, aqui ensina o Evangelho, se conservássemos o ódio no coração, ou melhor, se não esquecêssemos um mal que alguém nos fez? Horrível. Enquanto o que nos fez mal, talvez nem se lembre do mal que fez. E você se torturando, não esquecendo o mal que ele lhe fez.
A o invés do título acima, esta crônica bem que poderia denominar-se “Terapia do Esquecimento”. Sim, esquecer, muitas vezes, pod...
Lembrar, esquecer...
Ao invés do título acima, esta crônica bem que poderia denominar-se “Terapia do Esquecimento”. Sim, esquecer, muitas vezes, pode vir a ser um bálsamo, um alívio. Já pensou se não esquecêssemos? Se conservássemos uma mágoa por muito tempo, por exemplo? Deus sabe amenizar as nossas dores. Esquecer nos traz paz, nos renova, nos dá saúde. Que tal, aqui ensina o Evangelho, se conservássemos o ódio no coração, ou melhor, se não esquecêssemos um mal que alguém nos fez? Horrível. Enquanto o que nos fez mal, talvez nem se lembre do mal que fez. E você se torturando, não esquecendo o mal que ele lhe fez.Perdoar e esquecer, eis uma formula saudável. Vingança é uma tremenda estupidez. Bobo é aquele que diz: “Perdôo, mas não esqueço”. Enquanto isso, o mestre Gandhi, na sua sabedoria, disse a alguém que lhe perguntou se ele perdoava, e ele respondeu, naquela simplicidade que lhe era familiar. “Não, não perdôo”. Todos ficaram estupefatos. Mas, em seguida, veio o complemento de sua resposta. “Não perdôo, porque nunca me sinto ofendido”. Que resposta, hein? A lição é a do esquecimento. Mas para isso é necessário muita grandeza de espirito. Lembre-se de que a vida é muito curta para a gente estar se martirizando, remoendo...
Vamos para diante, e procuremos limpar a nossa mente de muita sujeira. Agora estou me lembrando do ex-presidente Figueiredo, quando ao deixar o governo, um repórter lhe perguntou: “Presidente, dê uma mensagem de despedida ao povo brasileiro. E ele apenas disse: “Quero que me esqueçam!” O general já estava cheio de críticas ao seu governo. Desejava, agora, paz.
O negócio é saber usar esta terapia maravihosa. A terapia do esquecimento, esquecimento das más lembranças, do desejo de vingança, que não levam a nada.
Olho para traz e não sinto nenhum desejo de criticar alguém, de me sentir ofendido, mesmo que tenha sido agredido. Esquecer o inimigo é tirá-lo de seu caminho. Eis a solução. Depois, segundo me ensinou a Doutrina Espirita, não morremos, apenas o corpo vai adubar a terra (que excelente adubo... O espírito continua, assim como os que nos amam e nos odeiam. Quando reencarnamos o passado é esquecido. Vamos, então iniciar uma nova vida.
Esquecer, sim, remoer nunca. Bote isso na cabeça.
21.4.13
N o dia 9 de outubro de 1861, na cidade de Barcelona, onde ainda havia o ranço da Inquisição, foi queimado em praça pública, O Livro dos Esp...
Os tempos são outros
No dia 9 de outubro de 1861, na cidade de Barcelona, onde ainda havia o ranço da Inquisição, foi queimado em praça pública, O Livro dos Espíritos, obra básica da Doutrina Espírita, entre outros, inclusive o fragmento de uma Sonata, que o espírito de Wolfgang Amadeus Mozart havia transmitido ao médium francês Bryon D'Orgeval. E quem presidiu a solenidade foi o Arcebispo da cidade.
O Livro dos Espíritos, codificado por Allan Kardec, foi considerado obra satânica, embora o sacerdote encarregado de estudá-la, o abade Leçanu, autor do livro “História de Satanás “, depois que leu a obra disse: “Quem quer que leia este livro e observe seus preceitos faz-se bastante para tornar-se santo na Terra”.
A verdade é que o livro foi queimado. O livreiro, antes, ainda tentou recorrer às autoridades, mas um espírito aconselhou a que nada fizesse, porquanto a queima de O livro dos Espíritos despertaria ainda mais a curiosidade do público e o resultado é que não chegou para quem queria.
Esse fato aconteceu há muito tempo. O Livro dos Espíritos é hoje o livro mais vendido da literatura espírita. E agora, que estamos comemorando os 156 anos da Doutrina, houve em nossa capital, em plena praça do Ponto de Cem Réis uma exposição dos livros espíritas, com destaque para O Livro dos Espíritos. Muita gente prestigiando o acontecimento, e isto sob a batuta de Marco Lima, atual presidente da Federação Espírita Paraibana.
Só faltaram o nosso Arcebispo Dom Aldo Pagoto, com o seu admirável ecumenismo e o pastor Estevam para, com sua presença, mostrarem que os tempos são outros. A lei é a da evolução e o verdadeiro cristão é aquele que ama ao próximo como a si mesmo. A fogueira da Inquisição está apagada para sempre.
O Espiritismo completou no dia 18 de abril 156 anos. Um tempo muito curto diante das antigas e milenares religiões. Seu lema é “Fora da caridade não há salvação”. Haverá ecumenismo maior do que este?
Os tempos são outros. Está aí o novo Papa Francisco com uma nova mensagem, procurando se inspirar no humilde São Francisco de Assis, cuja famosa oração deveria ser lida todos os dias.
21.4.13
21.4.13
P ara esta espécie de terapia há necessidade do olhar. Um deficiente visual, por exemplo, não pode se utilizar dessa terapia. Mas, ...
Paisagem terapia
Para esta espécie de terapia há necessidade do olhar. Um deficiente visual, por exemplo, não pode se utilizar dessa terapia. Mas, diz o ditado que “o pior cego é aquele que não quer ver”. Para este, é inútil a “paisagem-terapia”. Ele olha um por do sol e não o vê, uma madrugada, a mesma coisa, um jardim, idem. Tem jardineiro que exerce o seu trabalho com a cegueira da ignorância. Não digo que chegue a falar com as plantas, como procedia um príncipe inglês, mas que as olhe com um sentimento de amor.
Eu sempre estou usando essa terapia e me sinto muito bem. Parece que lavamos a alma. Jesus já convidava: “Olhai os lírios do campo”. E desse convite deu uma lição. A lição da despreocupação, da fé, da confiança na vida, na providência divina.
Deus encheu o mundo de belezas naturais para que o homem alegre a sua alma. Olhar e não ver é a mesma coisa de não olhar... A Natureza é a grande riqueza que Deus nos deu, de graça. Eu estou sempre pondo o olhar nas coisas belas da vida e saio delas com outro astral. E aqui, repito: uma das coisas belas de uma viagem aérea é olhar as nuvens pela janelinha do avião. As nuvens ficam lá embaixo nos infundindo uma tranquilidade interior enorme. Lembram, às vezes, um campo cheio de ovelhas. Ora, e foi justamente isso que vimos, não só nos caminhos pelo interior da Escócia, como agora nova Nova Zelândia. Que paz, esta paisagem rural nos transmite! Só as ovelhas não elevam o olhar para ver a dança silenciosa das nuvens. Elas se comportam como certos homens de negócio. Fixados nos seus interesses imediatos, não têm tempo para ver as coisas belas.
Ah, a terapia da vista aérea! E que dizer das florestas e das montanhas, sem esquecer as cascatas? As montanhas, no seu silêncio, dão lições de misticismo. Não foi sem motivo que Jesus aproveitou aquela elevação de terra para proferir o seu primeiro sermão.
Terapia da paisagem! É difícil sair de uma praia, como a nossa de Tambaú, com a alma suja de pessimismo, de ódio ou mau humor.
O poeta Bilac convidou-nos a “ouvir” as estrelas. O físico e matemático Pascal, vez por outra, derramava os olhos no Infinito, o que alimentou muitas de suas reflexões.
Terapia da paisagem. Não custa nada, e faz muito bem ao espírito!
21.4.13
20.4.13
Na história da música, especialmente do Rock'n'Roll, algumas capas de discos, elaboradas com grande criatividade, acabaram se tornando mais conhecidas do que as próprias canções, sendo copiadas e parodiadas exaustivamente, até mesmo por outros artistas.
Na história da música, especialmente do Rock'n'Roll, algumas capas de discos, elaboradas com grande criatividade, acabaram se torn...
As 10 capas de discos mais famosas de todos os tempos
Na história da música, especialmente do Rock'n'Roll, algumas capas de discos, elaboradas com grande criatividade, acabaram se tornando mais conhecidas do que as próprias canções, sendo copiadas e parodiadas exaustivamente, até mesmo por outros artistas.
20.4.13
14.4.13
G ermano, meu filho e mestre, escreveu, outro dia, em sua coluna no Correio da Paraíba, uma crônica sobre a Nova Zelândia exaltando as belez...
Só vendo para crer
Germano, meu filho e mestre, escreveu, outro dia, em sua coluna no Correio da Paraíba, uma crônica sobre a Nova Zelândia exaltando as belezas daquele país, com destaque para suas enormes montanhas, espetáculo que tanto o maravilhou, na nossa segunda viagem àquela ilha, isolada de tudo, entre o Oceano Pacífico e o Mar da Tasmânia.
E como os meus, os olhos dele se juntaram na mesma emoção. Aqui para nós, é um espetáculo único no mundo. São quilômetros e mais quilômetros entre florestas primitivas e montanhas, com a estrada se curvando pelo meio. Montanhas imensas, gigantescas agarradas umas às outras, como se estivessem brincando de ciranda. Nunca um silêncio falou tão alto. Era a voz de Deus, o autor daquela maravilha da Natureza. E assim íamos entre as matas e as montanhas. Curioso, não vimos pássaros voando sobre aquelas montanhas, mas, segundo Germano, que se adentrou pela floresta, ouviu-os cantar lindamente. Mas, o bonito mesmo eram as cascatas que desciam daquelas alturas, silenciosas e belas, como se fossem lágrimas. Será que as montanhas choram?...
Lembrei-me, ligeiramente, de Atenas e do Havaí, cujas montanhas também são belas, juntamente com as ilhas.
Mas, como já disse, essas montanhas da Nova Zelândia são um espetáculo único no nosso planeta. Elas pareciam que estavam resguardando as cidades de qualquer ataque, de qualquer invasão.
Em baixo, vez por outra, um rio ou riacho correndo, alimentado pelas cascatas. E nada havia além do silêncio, a única música que se ouvia naquele ermo.
Germano dirigindo o carro, por sinal pela mão esquerda, coisa de inglês. Seus olhos de arquiteto chegavam às lágrimas. A verdade é que aquelas montanhas falavam. Pareciam querer proteger a Natureza contra a invasão do homem.
E a contemplação de uma montanha vale por uma prece, assim como contemplar o mar. Mas o mar – desculpe-me a Nova Zelândia – só o de Tambaú ou de Manaíra, que estão a exigir mais cuidado do Poder Público, sobretudo pelo lixo e contaminação de suas águas.
Nossas praias são um local ótimo para a meditação. E nada de patins e patinetes no passeio público, ameaçando a integridade física das pessoas.
Impossível esquecer as montanhas da Nova Zelândia, só vendo para crer.
14.4.13
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