Muitos sites promovem o ensino de inglês usando os mais diversos métodos de aprendizagem, como textos, vídeos, arquivos de áudio e exercíc...



Muitos sites promovem o ensino de inglês usando os mais diversos métodos de aprendizagem, como textos, vídeos, arquivos de áudio e exercícios didáticos. O problema é que, na maioria deles, as explicações e as dicas são expostas também em inglês, o que pode dificultar a compreensão dos temas propostos, principalmente por quem está começando a estudar o novo idioma.

P edra, símbolo de inflexibilidade, de dureza e firmeza, foi sempre citada no Evangelho, a começar quando Jesus se dirigindo ao apóstolo Ped...

Pedra, símbolo de inflexibilidade, de dureza e firmeza, foi sempre citada no Evangelho, a começar quando Jesus se dirigindo ao apóstolo Pedro, disse: “Tu és pedra e sobre ti edificarei minha igreja”.

Acontece que a pedra era humana. Daí ter dito, diante do tribunal que julgou Jesus, que desconhecia o seu mestre. Fato que ocorreu “antes que o galo cantasse”, como foi previsto.

A pedra também foi obstáculo no belo poema de Drummond e que começa: ”No meio do caminho tinha uma pedra”. Mas, deixemos Drummond e voltemos a Jesus, que começou a marcha da evangelização, num monte ou montanha, quando proferiu o mais belo sermão de todos os tempos, a ponto de o iluminado Gandhi dizer que se tudo acabasse, restando apenas o Sermão, nada estaria perdido.

Montanha é pedra. Pedra silenciosa. Pedra que fala. Jesus escandalizou os judeus quando disse que o templo de Jerusalém seria derrubado, não ficando pedra sobre pedra.

No episódio da Mulher Adultera, acusada pelos fariseus, o Mestre não fez nenhum julgamento. Apenas disse “aquele que estiver sem pecado, que lhe atire a primeira pedra”.

A pedra sozinha não fere ninguém. É neutra. E quem a utiliza para o mal, responde pelo ato. No “Sermão da Montanha” Jesus ensinou que casa construída sobre rocha, isto é, sobre a pedra, não ruirá, mesmo que venha tempestade.

Na tentação no deserto, o Diabo desafiou Jesus a transformar pedras em pães, querendo, assim, testar Jesus. É o que narram as escrituras.

A pedra não serve de travesseiro. Todavia, num momento de profunda melancolia, fez Jesus esta dolorosa confissão: “O Filho do Homem não tem uma pedra para repousar a cabeça". Inobstante exaltemos a pedra como símbolo de fé, a água pode simbolizar o amor. Tanto é assim que, segundo o ditado, ”água mole em pedra dura, tanto bate até que fura".

Portanto, não esqueçamos a didática da pedra. Ela ensina fé e firmeza. Jesus, ao deixar o mundo, disse que era seu verdadeiro discípulo: aquele que muito ama. Será que estamos cumprindo a receita do Mestre? Já não digo amando, mas pelo menos compreendendo o próximo?...

Tallinn, a pérola do Mar Báltico, é uma cidade aprazível, barata, de gente alegre e festiva. Reservamos apenas duas noites para percorre...



Tallinn, a pérola do Mar Báltico, é uma cidade aprazível, barata, de gente alegre e festiva.

Reservamos apenas duas noites para percorrer a Old Town, mas ficou aquele gostinho de quero mais.

Q ue história é esta, cronista? Onde você soube disso? Quem descobriu essa luz? É verdade que Jesus disse, certa vez, aos seus discípulos ”B...

Que história é esta, cronista? Onde você soube disso? Quem descobriu essa luz? É verdade que Jesus disse, certa vez, aos seus discípulos ”Brilhe a vossa luz!” Disse mais o mestre: “Não esconda a lâmpada debaixo do alqueire, mas no velador, para que a luz ilumine a todos".

Viva, portanto, a luz, seja do vagalume seja do sol. Luz é alegria. Diz a Bíblia que a primeira coisa que Deus disse ao criar o mundo foi: ”Faça-se a luz”.

E chega-nos esta indagação: qual das curas de Jesus a mais importante? Dar locomoção aos paralíticos, limpeza aos leprosos, voz aos mudos? Eu acho que foi dar luz aos cegos. Imagine-se na escuridão, num mundo cheio de belezas para ver

Goethe, já moribundo, a vista enfraquecida, pediu: ”Luz, mais luz!”. Já imaginaram um mundo sem luz? Mas Deus é tão bom que, todos os dias, acende a luz do sol para nós, sem que paguemos um centavo. Aliás, tudo que Deus nos dá é de graça, a começar pelo nosso maior alimento que é o oxigênio que respiramos sem nos lembrarmos disso.

Voltemos à luz. O genial Einstein recebeu o Prêmio Nobel pela tese da “quantização da luz” e não pela “Teoria da relatividade”, como muita gente talvez pense.

De uma coisa, porém, eu não sabia. Não sabia que dentro do nosso corpo, desse magnífico cosmo, existe luz. Mas como pode ser isso? Não, não sou eu que estou afirmando tal verdade, e, sim, o genial filósofo francês Descartes, conhecidíssimo pelo seu Discurso do Método”, que tanto disciplinou o nosso comportamento. Dele é aquela profunda reflexão, tão vulgarizada “Penso, logo existo”. E ninguém pensou mais do que o filósofo francês, que nunca conheceu as manhãs, pois acordava ao meio dia. E haja pensamento naquela cachola erudita, e tanta gente por aí preocupada mais com a distração do que com a reflexão.

Aqui para nós, certamente Descartes gostaria muito de haver conhecido o escultor Rodin, autor do conhecidíssimo “O Pensador”.

Mas o que tem o filósofo a ver com luz? Ora, ele descobriu que há dentro de nós uma glândula iluminada e que esta luz provava a existência de Deus. Os céticos não gostaram, tanto é assim que poucos se referem a essa afirmação do filósofo. Lembrar que Descartes tinha sonhos fantásticos. Sonhou, certa vez, com a visão matemática do Universo, sem esquecer que ele era um grande matemático.

Eu fico pensando, ah se o nosso pensador lesse a obra de André Luiz, psicografada pelo grande Chico Xavier, que no livro “Missionários da Luz” fala com muita clareza sobre uma glândula que fica na base do cérebro, chamada epífise, que brilha que é uma beleza. A glândula minúscula, também chamada pineal – acentua o autor - transforma-se em núcleo radiante e, em derredor, seus raios formavam um lótus de pétalas sublimes”.

Agora é o caso de dizer, procuremos iluminar as nossas mentes. Jesus tinha razão quando recomendou: “brilhe a vossa luz. ”
Lembremos que o Mestre, certa vez, realizou uma reunião mediúnica, no Monte Tabor, quando então se transformou em luz. Uma luz tão intensa como aquela que fez Paulo de Tarso cegar, na estrada de Damasco.

E is aí os limites aquáticos de nossa bela capital, que nasceu à beira de um rio, o rio Sanhauá, afluente do Paraíba. Nascida, a cidade-cria...

Eis aí os limites aquáticos de nossa bela capital, que nasceu à beira de um rio, o rio Sanhauá, afluente do Paraíba. Nascida, a cidade-criança começou subindo, ou melhor, engatinhando pelas ladeiras, até que encontrou a lagoa, lá no centro, com seus pés de acácia, seus paus-brasil, seus flamboyants e palmeiras. A cidade, vinda do rio, repousou um pouco à beira da lagoa, seu espelho aquático.

Mas o tempo não pára. A cidade teve de acompanhar a sua marcha, derrubando árvores, a golpe de machado, e casas, até chegar ao mar, o mar de Tambaú. E o Cabo Branco, lá no alto, parecia querer indicar que, ali, o sol nasce primeiro. Mas a cidade não desejou subir o Planalto. Fico, por alguns tempos, cá embaixo, que o mar era uma beleza.

E para se chegar até a praia de Tambaú, cadê transporte? Muita gente se valeu dos pés. Depois apareceu o automóvel. Mas automóvel era transporte de rico. O povo ainda não tinha acesso ao mar de Tambaú. Só as famílias abastadas podiam desfrutar as delícias da praia. E assim, todo fim de ano, havia uma verdadeira correria para o mar de Tambaú. Para o chamado veraneio. O povo ainda estava se contentava com a Lagoa. Praia de Tambaú só depois de muito tempo.

O tempo, porém, foi passando. E eis a praia, agora, à disposição de todos. Tornou-se atração turística. Cidade Baixa já era, com suas ladeiras, com sua história, que não atraem turista. Este só quer ir para a praia, a praia de Tambaú, onde há barracas para comer, para beber, para esquecer a vida. Ninguém deseja sair de perto do mar, onde se toma banho, seja de água, seja de sol. Os nossos visitadores ignoram, completamente, a outra parte da cidade, o sítio histórioc. O rio Sanhauá também não os atrai, a Lagoa muito menos.

Mas a capital das acácias não ficou apenas na praia. Resolveu subir o Planalto do Cabo Branco, onde o sol nasce primeiro e onde há a Estação Ciência, projeto do maior arquiteto do Brasil, o famoso Niemeyer, e outras atrações turísticas. E tudo leva a crer que cada vez mais a capital se distanciará de suas nascentes. Nada da Cidade Baixa, nada do Rio Sanhauá, completamente abandonado, nada de Lagoa, por mais bela que seja.

Eis aí um problema de difícil solução. Sim, existe o Jardim Botânico, mas quem danado vai visitá-lo, ainda mais fechado nos fins de semana? A Capital, hoje, nada mais é do que uma ladeira que começa no Sanhauá e desemboca no mar. E daí para o Planalto...

O turismo ficou na periferia. Que fazer? Como atrair o turista para o centro da Capital? Eis a questão. Nem que se promovesse, ali, espetáculos de striptease. O mar de Tambaú, ou outros mares da nossa orla, são nossas maiores atrações. E há até praia de nudismo, ora vejam só...

O que o turista gosta mesmo é espreguiçar-se à beira-mar, comer naquelas barracas, passear na calçada, beber água de coco, comprar artesanatos da terra e esquecer, se for paulista, sua cidade sem mar e de muita poluição, tão bem decantada por Caetano Veloso...

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