Pode até parecer ficção científica, mas, acredite, esses 5 lugares bizarros existem mesmo. Para qual deles você mandaria um político corru...

lugares estranhos

Pode até parecer ficção científica, mas, acredite, esses 5 lugares bizarros existem mesmo. Para qual deles você mandaria um político corrupto?


1A Ilha dos Mascarados • Japão

E la se chamava Joaquina - nome muito usado naquela época – mas que, na intimidade, terminou virando Quininha. Ah, como eu a admira...


Ela se chamava Joaquina - nome muito usado naquela época – mas que, na intimidade, terminou virando Quininha. Ah, como eu a admirava e respeitava... Sempre muito bem limpinha, dela exalava um cheiro de alfazema. Minha avó era muitíssimo respeitada, inteligente, perspicaz e bem humorada. Dava gosto conversar com ela. Casou-se – imagine só, leitor – com a idade de 12 anos. Seu marido Vicente, meu avô, que tocava muito bem clarinete, era um próspero comerciante. Vendia couro. E sabe quem comprava o couro que ele vendia? O famoso Delmiro Gouveia, lá de Alagoas.
Mas, voltando à dona Quininha, ela fumava. Fumava um cigarro chamado “Deliciosos”. Dizia-me que o fumo não a ofendida, porque ela não tragava, isto é, não engolia a fumaça. E mais: não pegava no cigarro. Segurava-o com longos grampos.
Muito inteligente. Dava gosto conversar com ela. Outro vício seu era, todo dia, apostar no jogo do bicho. E quem ia fazer o jogo era o seu criado Liberato, um rapazinho moreno, muito esperto e trabalhador.
Ao que saiba, ela nunca acertou no jogo, mas me dizia que o jogo era o seu passatempo. Tinha seus palpites. ”Hoje sonhei com cachorro”. E o sonho nunca se realizava.
Dona Quininha teve sete filhas, minhas tias. Quase todas elas professoras formadas pela conceituada Escola Normal, que funcionava no prédio onde hoje é o Tribunal de Justiça, lá na praça João Pessoa.
Mas, do que eu mais gostava, quando ia visitá-la, lá numa espaçosa casa na rua Maciel Pinheiro, era ver o santuário de minha avô, que ela me dizia ser “o céu, cheio de santinhos, de ovelhas e outros animais domésticos”. O santuário ficava no seu quarto de viúva. Dona Quininha era uma católica que nunca entrou numa igreja, nunca assistiu a uma missa e que não se incomodou quando algumas filhas se tornaram espíritas. E eu ficava pensando: minha avó tinha tanta fé, mas nunca, ao que saiba, acertou no bicho...
Conversar com ela era uma maravilha, sobretudo pelo humor, o que me faz lembrar um casamento que iam fazer com dois de seus sobrinhos. Eles não tinham nada. E ela sorrindo, exclamou: ”deixem, meninos, trata-se de um casamento de bonecas... ”
Minha avó, quando ia passear, não gostava que a segurassem. Não queria ser velha. E, aqui para nós, tinha muita razão. Velho é aquele que se julga.
Guardo muitas lembranças dela. E não esqueço o seu santuário, cheio de santos. O céu da minha avó...

Q uando me disseram que em Buenos Aires havia uma livraria colossal, talvez uma das maiores do mundo, fiquei ansioso para conhecê-l...


Quando me disseram que em Buenos Aires havia uma livraria colossal, talvez uma das maiores do mundo, fiquei ansioso para conhecê-la, pois, se não sabe o leitor, minha cachaça é o livro, que para muita gente talvez não passe de um objeto sem significação maior, ou mesmo de um intruso. Tanto é assim, que uma ilustre dama da sociedade pediu ao seu arquiteto que “pelo amor de Deus, não estragasse a ambientação de seu novo apartamento deixando os livros do marido à mostra, e exigiu que fechasse com portas as prateleiras da biblioteca.
Melhor foi aquele ilustre industrial paraibano, de saudosa memória, que embora bom de dinheiro, nada entendia de livros, livrarias e bibliotecas, a ponto de informar aos mais íntimos que dera à esposa uma “biblioteca de perfumes”... Por incrível que pareça, o fato é verídico.
Mas, cada qual com os seus gostos. Já um Ariano Suassuna adora deitar-se na cama abraçado a um livro. E disse, em entrevista, que jamais faria isso com um iPad.
Ora, ora, mas eu comecei a crônica falando da grande livraria de Buenos Aires, a famosa El Atheneo, que quando assomei à sua porta, fiquei sem acreditar no que via. Um enorme e histórico espaço que já serviu de teatro, com seu ambiente original preservado e milhares de livros por toda parte, muitos deles enchendo os antigos camarotes e frisas daquela antiga casa de espetáculos. Fiquei de queixo caído. E sabe quando se fecha a livraria? Só à meia-noite. E que silêncio! Ali só os livros falam.
Senhores, jovens, muitos deles deitados no carpete, com um livro aberto aos seus olhos, certamente, em gostosa pesquisa. Um deles me pareceu um professor, um desembargador, talvez ministro, não sei. E gente entrando, subindo as escadarias do antigo teatro, num religioso silêncio. A livraria El Atheneo lembra um templo. Templo da sabedoria. E alguns ainda insistem em dizer que o livro vai desaparecer!...
Não há lugar mais propicio à reflexão do que uma livraria. É um verdadeiro templo religioso, Um templo religioso sem barulho...
Mas fiquemos por aqui, lamentando apenas os que ainda não descobriram o prazer da leitura.

Muitas vezes, comprar um presente pode ser uma grande dor de cabeça. Se não bastasse a grana curta, falta inspiração na hora da escolha. ...


Muitas vezes, comprar um presente pode ser uma grande dor de cabeça. Se não bastasse a grana curta, falta inspiração na hora da escolha. A lista abaixo poderá ajudá-lo a resolver esse dilema. A maioria dos produtos custa menos de 100 reais.

Parece inacreditável que uma banda de rock mantenha-se viva por meio século, fazendo sucesso, conquistando fãs e reunindo multidões durant...

the rolling stones
Parece inacreditável que uma banda de rock mantenha-se viva por meio século, fazendo sucesso, conquistando fãs e reunindo multidões durante todo esse tempo.

O portal Seterra apresenta um interessante desafio, com mapas interativos.

jogos para testar conhecimento de geografia
O portal Seterra apresenta um interessante desafio, com mapas interativos.

Todo mundo tem aquele 'amigo' esnobe, de nariz empinado, que se acha perfeito e vive a criticar o modo de vida, a religião e a roup...

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Todo mundo tem aquele 'amigo' esnobe, de nariz empinado, que se acha perfeito e vive a criticar o modo de vida, a religião e a roupa dos outros.

O incômodo causado por esse tipo de gente é bem antigo. Foi para eles que grandes pensadores da história, como Voltaire, Leonardo da Vinci e Machado de Assis, criaram frases sarcásticas e desconcertantes.

Oportunas e inteligentes, servem para dar respostas elegantes e à altura do que as circunstâncias merecem, e, por vezes, geram situações bem humoradas que jogam a arrogância por terra pelo menos por alguns instantes.

Eis algumas delas:


frases inteligentes e sarcásticas para quem se acha perfeito
Você se acha perfeito? Saiba que toda perfeição é um grande defeito.

F ui dormir bem ontem, à noite. Vi um espetáculo que me comoveu. E fiquei ainda mais satisfeito porque o fato se deu aqui na nossa capital, ...


Fui dormir bem ontem, à noite. Vi um espetáculo que me comoveu. E fiquei ainda mais satisfeito porque o fato se deu aqui na nossa capital, coisa que ainda não vi nos chamados países civilizados, ou de primeiro mundo. Nem na fria e solene Londres, na moderna Berlim e mesmo na minha querida Paris, testemunhei coisa igual.
E à medida que eu ia vendo o que estava acontecendo, aumentavam a minha alegria e o meu orgulho paraibano. Não, leitor, pelo amor de Deus não foi um carro de som, destruindo o silêncio e a paz, pois isso me envergonha. Mas, sabe quem imaginei presenciando o tal fato, com o sorriso nos lábios e no olhar? Jesus!..
Mas vou matar a curiosidade do leitor contando o que me emocionou: Nada mais, nada menos do que crianças, muitas delas ainda com a chupeta na boca, brincando com livros. A livraria, que não é outra, senão a “Leitura”, do Manaíra Shopping, reservou grande parte de seu espaço para livros infantis. A mesma coisa vem fazendo a Saraiva, também no Manaíra, onde você vai encontrar uma área só para leitura infantil. E o belo foi ver as mães orientando os filhos. Haja sorrisos e alegria. Livros com excelente e atraente visual. E os temas? Quase tudo, principalmente, ecologia, respeito ao meio ambiente e assim por diante. Os garotos iam descobrindo um novo mundo. Vi um deles folheando as obras de Lobato, outro interessado no desfecho de “Alice no país das maravilhas”, obra prima da literatura mundial, sem esquecer “O pequeno príncipe. ”Ah, como esse espetáculo me comoveu. Estou certo de que, se Jesus esteve ali, não deixou de abrir os braços dizendo: “Bem-aventurados os que encaminham seus filhos para a boa leitura”. Leitura que edifica, que eleva, que modifica comportamento.
Crianças, muitas delas ainda tropeçando no tapete, procurando seu livro predileto... De parabéns ambas as livrarias. Certa vez, entrei numa livraria de Londres, considerada uma das maiores do mundo. Ninguém para atender. Não vi uma criança, nem mesmo um adolescente. Ainda bem que havia poltronas, peças hoje indispensáveis numa livraria, porquanto leitura pede cadeira.
E saio da crônica emocionado com a visão que tive. Crianças fazendo dos livros brinquedos. E só em nosso país testemunhei tal fato. Nem em Paris, cidade que tem livros até pelo chão, vi a presença da criança, como nas livrarias Leitura e Saraiva, daqui da nossa terrinha.

E i s aí uma indagação que mexe com a nossa curiosidade. Sim, qual é a última, trazida pelo jornal, pela televisão, pelo rádio ou Internet? ...


Eis aí uma indagação que mexe com a nossa curiosidade. Sim, qual é a última, trazida pelo jornal, pela televisão, pelo rádio ou Internet? E foi com essa pergunta que ela, muito simpática, elegante e de excelente bom humor, foi dizendo para a gente, num encontro casual, lá no Shopping Manaíra, há alguns anos.
Diante de nossa negativa, ela foi logo dizendo: “Sabe da última” é o título do livro que estou escrevendo e que publicarei em breve.
Confesso que fiquei com água na boca, isto é, com um acentuado apetite para a leitura do livro de minha amiga, uma mulher inteligentíssima, muito bem humorada, como já disse, (aliás, humor é o tempero da sabedoria) e que tinha muito o que contar da vida. Personalidade forte, bastante viajada, ela sabia ver o espetáculo da vida como ninguém. Seu pai, era para ela um ídolo. Não só o admirava. Mais do que isto, venerava-o. Não me esqueço daquela manhã, em que foi prestada uma homenagem ao igualmente bem humorado magistrado, quando ela fez a saudação ao velho. Melhor perfil não era possível fazer daquele homem bonachão, sempre alegre, sempre sorrindo da vida e dos homens. Ela o amava, assim como o compreendia. Ambos se identificavam. Ele era ela, e ela era ele.
Escritora, boa cronista, vez por outra nos brindava com um texto, nos jornais. E lembro que, certa vez, eu lhe disse: “esta menina precisa escrever um livro. Tem talento e bagagem para isso”.
Aquela pergunta que ela nos fez, não me sai da cabeça “Sabe da última?”
Passou-se o tempo, até que, numa manhã, alguém me telefona, perguntando: “Sabe da última?”. Pergunta que muito me entristeceu. “Sua amiga, a quem você tanto admirava, não está mais neste mundo”...
Decerto, a amiga Sílvia Rique está num bom lugar pelas amizades que fez, pelo exemplo que deu na vida, pela inteligência e simpatia, que exalavam de sua personalidade, e, sobretudo, pela coragem de ser ela mesma. Inteligente no falar, no olhar, sabendo ficar sempre acima da mesquinhez humana.
“Sabe da última? Que belo título para um livro... Porque, pensando bem, a vida nos leva sempre a uma constante interrogação.

O castigo de quem não ama, ou nunca amou, é a solidão. Os que amam estão sempre acompanhados de amigos. Por conseguinte, leitor, cumpramos ...


O castigo de quem não ama, ou nunca amou, é a solidão. Os que amam estão sempre acompanhados de amigos. Por conseguinte, leitor, cumpramos o grande mandamento do “amai-vos uns aos outros. ”Difícil, não? Dificílimo. E Jesus disse que se identificariam os seus discípulos por muito se amarem. Esta a grande carteira de identidade do verdadeiro cristão.
Agora uma indagação: Desde quando o homem ama o seu irmão? Não, pelo amor de Deus, não olhe a nossa história, que provou que “o homem é o lobo do homem”, como disse Hobbes, um grande pensador. Já Sartre afirmava que “os outros são o inferno”. E nosso torturado Augusto dos Anjos disse num poema que “o homem que vive entre feras, sente necessidade de ser fera”.
Mas, muita gente poderá monologar: como é possível amar ao próximo como a si mesmo? Para cumprir tão dificílima lição é preciso, antes de amar, compreender. Amar é um sentimento, compreender é um pensamento, um raciocínio. O próximo é um enigma. É preciso decifrá-lo.
O escritor católico Gustavo Corção escreveu um belo livro intitulado “A descoberta do outro”. Muita gente ainda não descobriu o outro, esquecido de que ele é a nossa ponte para Deus. E qual foi a grande recomendação de Jesus? “Reconcilia-te, depressa, com o teu adversário enquanto estás a caminho com ele”. Bote isso na cabeça se queres ser um verdadeiro cristão. Reconciliação e nada de vingança, de ressentimento, nem de indiferença diante do semelhante.
Mas, como disse, e repito, o importante mesmo é compreender o outro. Para amar é preciso antes compreender. Jamais julgar. Da compreensão surge a compaixão, que nada mais é do que se colocar no lugar do outro, sem jamais julgá-lo. Dirá você: é tão difícil isso, senão impossível... Concordo. Mas não se esqueça que para Jesus só seremos seus discípulos e se amarmos uns aos outros. E lembrar que há muitos que conseguiram aprender essa difícil lição...
O ensinamento é muito difícil. Mas, lembremos, enfatizando o que dissemos acima, que são muitos os já conseguiram aprendê-lo e praticá-la, não esquecendo que o castigo do egoísta é a solidão.

O Ponto Nemo é o lugar do oceano que fica mais distante de qualquer pedaço de terra no planeta, habitada ou não.


O Ponto Nemo é o lugar do oceano que fica mais distante de qualquer pedaço de terra no planeta, habitada ou não.

P or que diabo nasci no mês de junho, lá em Alagoa Nova, num mês frio, úmido, pedindo agasalho, e cobertor? E para completar, minha cidade p...


Por que diabo nasci no mês de junho, lá em Alagoa Nova, num mês frio, úmido, pedindo agasalho, e cobertor? E para completar, minha cidade promove a danada da cachaça que, para muitos, é um excelente cobertor, e é um dos grandes fabricantes dessa bebida que traz tantos prejuízos à saúde. Que digam os médicos. Mas, isso pouco importa. O importante é faturar. E depois, os fabricantes pagam impostos.
E que tal o sabor da maldita? Sei não, leitor, só sei que quem a bebe faz aquela careta, e ainda estala o dedo... Pensando bem, a cachaça é o uísque do pobre. Porque, no frigir dos ovos, todas são bebidas alcoólicas. E a cerveja, como vimos, recentemente, mostrou a sua força. Vai entrar nos estádios da Copa. E me chega a pergunta: o que tem álcool a ver com o esporte, que favorece a saúde física. Nem cachaça, nem cerveja, nem uísque promovem a saúde, mas, fortalecem os bolsos de seus fabricantes...
A cerveja vai esquentar o juízo dos torcedores. E com a cabeça cheia, será que vão sair dos estádios, quietinhos, que nem cordeiros? E insisto na pergunta: o que tem a ver o álcool com esporte? Por que os jogadores também não provam da “loura”, antes das partidas?
Voltando ao começo, como se não fosse o frio que não gostei, quando nasci, tanto é assim que chorei alto, inventaram que junho e julho são de foguetões, bombas e outros destruidores do silêncio. João Batista, primo de Jesus, não gostava de fogo e sim de água. E foi com água que batizou Jesus.
E, aqui para nós, não há primitivismo mais grosseiro do que essas bombas juninas. Tradição? Ora, comer carne humana também foi costume bem aceito, em certa época...
Aliás, interrompendo a crônica, segundo informaram os jornais, são muitas as vítimas dos fogos, levadas para os pronto-socorros e hospitais de trauma...
Fogueiras, foguetões, tudo isso precisa ser extinto de uma vez por toda. Que venham as quadrilhas, que dancem o forró, que venham agradar o nosso paladar a saborosa canjica, a pamonha, o cuscuz, o milho assado. Mas, nada de primitivismo irracional, que teve a sua época, quando não se falava em ecologia, em poluição do ar, em respeito à Natureza.
Quando menino, brinquei nas festas juninas, mas, o que mais gostei foi receber, no meu aniversário, de minha tia Autinha, um livro de “História do Brasil para crianças”. Mulher inteligente é outra coisa. Senão teria me dado bombas...

A felicidade não se compra, não se fabrica e tampouco pode ser prescrita em uma receita médica. Isso não é nenhuma novidade, ok?

felicidade

A felicidade não se compra, não se fabrica e tampouco pode ser prescrita em uma receita médica. Isso não é nenhuma novidade, ok?

Comparando os valores que duas pessoas precisam desembolsar para curtir uma noite, em diversas cidades, o TripAdvisor , site especializado e...

Comparando os valores que duas pessoas precisam desembolsar para curtir uma noite, em diversas cidades, o TripAdvisor, site especializado em hotéis e viagens, concluiu que estes são os destinos turísticos mais baratos do planeta (preços em dólar norteamericano):

1Hanoi • Vietnam
Hotel 84,89 • Taxi 4,95 • Bebidas 22,56 • Jantar 28,71
Total 141,12
Veja onde fica no Google Maps

S im, foi o que a gente viu em fevereiro deste ano: o tradicional matutino comemorando os seus 119 anos de vida a serviço da cultura da Para...


Sim, foi o que a gente viu em fevereiro deste ano: o tradicional matutino comemorando os seus 119 anos de vida a serviço da cultura da Paraíba, sendo um dos terceiros jornais mais antigos do nosso país.
A União está tão dentro da Paraíba e de sua gente, que ninguém conseguiu ainda extingui-la. Entra governo, sai governo e ela se mantém cada vez mais viva, sempre acompanhando o progresso, gritando através de seus editoriais temas cada vez mais atuais. Houve um dia em que ela foi obrigada a se transformar num prosaico boletim de informações, chamado Diário Oficial. Foi justamente na ditadura, que o respeitável matutino teve de calar a boca, e quem governava o nosso estado era o respeitável e íntegro desembargador Severino Montenegro.
Extinta a Ditadura, A União, como um sol raiando depois de um longo inverno, voltou a exercer o seu verdadeiro papel de universidade de nossas letras, ensinando jornalismo às novas gerações, e cuja palavra tinha sabor de sentença, a exemplo do velho Times de Londres: “A União disse, acabou-se!”.
E lá se vão quase 120 anos de vida. Que respeito ela impunha, e ainda impõe. Quando um governador era eleito, a primeira indagação era: “quem será o seu diretor?” E de Carlos D. Fernandes até hoje o diretor do jornal é uma excelência muito respeitada. Sua sede histórica, lá na praça João Pessoa, altas horas da noite, o prédio todo aceso, lembrava um navio. E tudo no silêncio em que as linotipos iam costurando a matéria para seus inúmeros leitores. Revisores, tradutores de telegramas, redatores, repórteres dentro da grande sala, que lembrava uma oficina. E o diretor, no seu gabinte, ocupado na redação do editorial, peça importante, que trazia o pensamento do jornal.
Entrei nela como se entrasse numa universidade. E comecei a trabalhar na cozinha, isto é, na sala de revisores, trabalho que ia madrugada afora, e, à meia noite, vinha aquele café gostoso, aquele pão com manteiga, que beleza! Tanta coisa para dizer deste velho matutino... Que ele continue na sua missão. Que nenhum governador se meta a extingui-lo. E com sua nova cara, graças a Fernando Moura, não é que o governador Ricardo veio logo com uma crônica, esquecendo por alguns instantes, os problemas administrativos?
Ah, se fosse possível, na edição comemorativa dos seus 120 anos, que reuníssemos os grandes personagens que transitaram pelos caminhos do jornal, a começar pelo seu grande diretor, o culto Carlos D. Fernandes, grande estimulador das novas gerações, inclusive o poeta Eudes Barros... E Antônio Menino, o chefe de portaria, grande figura humana e possuidor de profundo sentimento de reponsabilidade? E o inesquecível cronista, teatrólogo Silvino Lopes? E João Lélis, na direção do jornal, escrevendo belos editoriais... E que dizer da cronista Germana Vidal, com suas crônicas cheias de humor e sabedoria?...
Mas já está bom de pingar o ponto final. O importante é que nosso grande matutino voltou mais bonito, e com todo o gás, ou melhor, com muito barulho. Afinal, o mês é de barulho. Mas, esqueçamos o barulho do São João, jamais o milho assado, a canjica, a pamonha, que já estão me dando água na boca.
E fiquemos por aqui. A chegada do jornal veio como uma explosão, Uma explosão de notícias, em pleno São João.

No post 50 Sites para Ouvir Músicas Online  fizemos uma seleção de links para escutar músicas na internet. Nos sites relacionados abaixo, vo...

No post 50 Sites para Ouvir Músicas Online fizemos uma seleção de links para escutar músicas na internet. Nos sites relacionados abaixo, você terá a oportunidade de descobrir novas músicas, a partir dos gêneros, das bandas e artistas de que você mais gosta. Boa navegação!

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No campo de pesquisa, digite o nome de uma banda e confira as suas músicas mais populares. Você poderá montar uma playlist e divulgar as canções nas redes sociais (twitter / facebook).