Quem estas três coisas tenha não resta dúvida que vence: trabalho que recompense, que a si e aos seus sustenha; que sua vida contenha um amor que entusiasme; um lar que acolha bem. E por mais que isto pasme, repito: se entusiasme quem estas três coisas tem.
TRÊS COISAS Quem estas três coisas tenha não resta dúvida que vence: trabalho que recompense, que a si e aos seus sustenha; q...
Até o fim da estrada
Quem estas três coisas tenha não resta dúvida que vence: trabalho que recompense, que a si e aos seus sustenha; que sua vida contenha um amor que entusiasme; um lar que acolha bem. E por mais que isto pasme, repito: se entusiasme quem estas três coisas tem.
“Sempre, às seis horas da manhã No Largo do Maracanã Eu ouço com emoção Uma mensagem que o sino Da igrejinha do Divino Dirige ao meu cora...
Os sinos de minha adolescência
A Deusa do Maracanã ▪ Jaime Guilherme
A música popular brasileira registra vários casos de canções que foram lançadas por determinado intérprete sem obter maior repercussão e, ...
Fracassos que se transformaram em êxitos
Lembrei de uma colega professora que perdera a filha. Uma senhora madura, sempre triste e desacompanhada num canto da sala dos professor...
A dor do outro
Uma senhora madura, sempre triste e desacompanhada num canto da sala dos professores. Um dia, num intervalo entre aulas, aproximei-me e ela me relatou a história, chorando muito.
A filha, uma jovem e promissora executiva, sofrera um acidente a caminho de uma reunião numa outra cidade.
Minha última publicação, no gênero, foi “Arkáditch” – ed. Ideia, 2011. Eis como foi criado: 1 - Assim como “Relato de Prócula...
Como de vários retalhos fiz uma colcha - ou romance
1 - Assim como “Relato de Prócula” teve o primeiro esboço na minha vontade de escrever algo como “A Cidade e as Serras”, do Eça, pois eu tinha muita coisa pra contar de meus sete anos de Pombal e do que já vivera aqui, Arkádtich – digo logo - é o nome do irmão de Ana Karenina. Tudo veio desse lance russo.
Que boa parte dos bolsonaristas não se toque ou não tenha consciência do que aconteceu no regime que o chefão voltou a exaltar, nesse 31 ...
Vem, vamos embora...
Muitas pessoas não se dão conta de que, ao dizer tataravô ou tataraneto , estão usando uma palavra grega – téssares ou téttares . A pala...
Etimologias
Esse tipo de conversa, com todas as verves locais e gírias de época, dominava os assuntos diários nos ‘papos’ trocados entre os jovens...
Direto da telona (final)

FELINA A gata prenhe, de primeira barriga, olha absorta, sem nenhuma perspectiva, o horizonte longínquo. Eu, absorta, olho, p...
Felina
A gata prenhe, de primeira barriga, olha absorta, sem nenhuma perspectiva, o horizonte longínquo. Eu, absorta, olho, prenhe, a perspectiva longínqua de algum horizonte.
Recentemente, fiz a leitura do livro Aprendendo a viver, do filósofo espanhol Lúcio Anneo Sêneca. É uma coletânea de cartas que ele escr...
Das coisas supérfluas
Conheci o antigo slogan da Rádio Jornal do Commercio, em fins dos anos de 1950, quando aportei no Recife para os estudos primários. Logo p...
Pernambuco falando para o mundo
A nuvem sai do vermelho abrasivo e paira no ar a partir da madeira negra transformada pelo fogo. Pequenas labaredas que ameaçam explodir ...
Das coisas do fogo
Provavelmente os queridos leitores já ouviram falar da empresa Agroceres, potência da agricultura nos mais diversos segmentos do tal agr...
Um brasileiro notável
Nasceu nos cafundós de Minas, filho de pequenos agricultores. Seu pai morreu quando ele era criança e sua mãe, que mal sabia ler e escrever, convenceu um vizinho que estivera 3 anos na escola a ensinar o básico do básico ao menino. Em troca presenteava esporadicamente o professor com uma galinha ou um bacorinho.
Quem somos nós, assim encerrados em corpos sexuados, construídos enquanto natureza, passageiros de identidades fictícias, construídas em c...
Pós Oito de Março
Espelho do outono Miro o espelho do outono estarrecida Os olhos como o fundo De um rio vasculhado... O tempo não perdoa. N...
Espelho do outono
Miro o espelho do outono estarrecida Os olhos como o fundo De um rio vasculhado... O tempo não perdoa. Novo prazo foi dado para a vida Mesmo assim Um velho rio do medo Com o resíduo das cheias Corre dentro de mim.
É espantosa a força ou a permanente novidade de certos livros. Li “O vermelho e o negro”, de Stendhal, na idade exata do seu protagoni...
Livros da vida inteira
Li “O vermelho e o negro”, de Stendhal, na idade exata do seu protagonista. Ele no 1830, a viver febrilmente o longínquo 18 Brumário do jovem general Bonaparte; eu aqui no bairro da Torre, 120 anos depois e na sua mesma idade, querendo atalhar seus passos, pois antevia, afundado na leitura, que pelo tipo que se desenhava, pelo seu bonapartismo, iria, como se impusera, colar o rosto e beijar a mão da patroa, a nobre e belíssima sra. de Renal, mulher do prefeito, em cuja casa havia pouco o acolhera como preceptor das crianças. O cálculo, o ímpeto,





















