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25.12.12
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22.12.12
O menino nasceu para melhorar o mundo. O mundo dos poderosos, dos fazedores de guerra, dos viciados do poder, que moram em palácios luxuoso...
O Menino da Manjedoura
O menino nasceu para melhorar o mundo. O mundo dos poderosos, dos fazedores de guerra, dos viciados do poder, que moram em palácios luxuosos, dos analfabetos do amor e doutores do ódio.
O menino nasceu com a difícil missão de salvar o mundo. Veio ensinar o caminho da felicidade, da concórdia e da paz. E sua primeira lição a da humildade, talvez a lição mais difícil do mundo. Ao invés de um palácio, escolheu uma manjedoura, ora vejam só. Isto é lugar para se nascer? Mas uma estrela desceu à Terra para iluminar a manjedoura humilde. Nenhum palácio por mais luxuoso, foi iluminado daquela maneira.
Teve como pais um carpinteiro e uma mulher do povo. E cresceu na pobreza material. Não pôde frequentar uma escola, consequentemente, não recebeu diplomas de Mestre, nem PHD. Assim mesmo enfrentou um caloroso debate com os doutores da lei, com apenas doze anos. Donde teria vindo aquela cultura ? O menino da manjedoura começou a perturbar os doutos, a provocar invejas, a inquietar os religiosos. Depois, o Menino da Manjedoura começou a dar vista aos cegos, a limpar leprosos, a movimentar paralíticos, praticar curas incríveis, sem ser doutor. Mas a sua missão na Terra era implantar o Reino de Deus. O Reino do amor, o da paz e da sabedoria. Mas, sozinho, como cumprir a sua missão? Teve de convocar gente para o difícil trabalho. E não foi à procura dos doutos, e sim, de humildes pescadores, que largaram suas redes, para acompanhar aquele homem de voz cativante, cujo olhar era de uma doçura nunca vista. Depois, foi atrás de comerciantes, de cobradores de impostos, que também atenderam ao seu chamado, sem tergiversar. O menino da manjedoura começou a sua jornada.
E pelo crime de pregar o amor, do “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”, foi acusado, condenado, insultado, humilhado e, por fim, pregado numa cruz de braços abertos e tendo como companheiros dois malfeitores. Mas, no alto da cruz, todo ensanguentado, ainda teve ânimo de pedir ao Pai perdão aos seus acusadores. Morrendo de sede, pediu água e lhe deram vinagre.
Estamos, neste Natal, comemorando o seu nascimento, cada um ao seu modo. Mas o que o Menino da Manjedoura deseja é que transformemos nosso coração numa humilde manjedoura. É no intimo de cada um que Jesus deseja nascer, pois, deixou o mundo rogando que amássemos uns aos outros.
22.12.12
21.12.12
O painel acima mostra quatro simples regrinhas para alguém enfrentar a vida. Nenhuma delas é espinhosa. Pense bem nas mensagens: divertir-se; não causar sofrimento aos outros; não se deixar abater diante de dificuldades e focar sempre na felicidade. Nada do outro mundo.
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O painel acima mostra quatro simples regrinhas para alguém enfrentar a vida. Nenhuma delas é espinhosa. Pense bem nas mensagens: divertir-se; não causar sofrimento aos outros; não se deixar abater diante de dificuldades e focar sempre na felicidade. Nada do outro mundo.
21.12.12
20.12.12
Veja bem a imagem acima. Observe as cores e os detalhes. Grampeador, tesoura, cubo mágico, fita azul, tênis, macã, CDs e resma de papel. Nada demais, não é mesmo? Apenas a bancada em desordem de algum estudante desleixado.
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As aparências sempre enganam
Veja bem a imagem acima. Observe as cores e os detalhes. Grampeador, tesoura, cubo mágico, fita azul, tênis, macã, CDs e resma de papel. Nada demais, não é mesmo? Apenas a bancada em desordem de algum estudante desleixado.
20.12.12
16.12.12
P ego no jornal e leio a notícia que eu esperava. Deputados resolveram ver pessoalmente o drama da seca, problema que inquieta o no...
Muito bem, deputados!
Pego no jornal e leio a notícia que eu esperava. Deputados resolveram ver pessoalmente o drama da seca, problema que inquieta o nosso sertão desde a gestão do Presidente Epitácio Pessoa, que chegou a ir para a Tribuna e, de dedo em riste, apontar para o Nordeste, gritando: “Ide ver a tragédia que assola o nosso Sertão!" Aquele gesto emocionou a todos. E se mobilizou no busto, em homenagem ao Presidente, colocado no início de nossa principal avenida. Faz muito tempo, esse discurso do Presidente, mas o problema ainda não foi resolvido. A seca continua castigando o nosso sertanejo, matando gado, gente e vegetação, secando açude, transformando pães em pedras.
Ah, se a seca fosse no Sudeste, em São Paulo ou no Rio Grande do Sul! A Presidenta Dilma já estaria em companhia de seus ministros e de seus assessores, visitando “in loco” a tragédia... O rio São Francisco já estaria doando um pouco de suas águas para a solução do gravíssimo problema, aliás, uma obra que está ainda em grande parte no papel, e o que foi construído se deteriorando, se acabando.
Acontece que o Nordeste sempre foi, e ainda é um eterno esquecido. José Américo, no seu livro "A Parahyba e seus problemas" trata muito bem da velha questão.
A verdade é que o problema continua desafiando os nossos administradores. Mas, às vezes, basta a vontade política, como se viu em Petrolina, no sertão pernambucano, há muitos anos, através dos projetos de irrigação idealizados pelo governador Nilo Coelho.
Estou vendo, aqui, uma foto mostrando um açude quase seco, o gado morto. A vida do Sertão se acabando.
Será que Dilma não vê isso? Mas os nossos deputados saíram de suas poltronas legislativas e resolveram ver a tragédia de perto.
Resolveram ir ao Sertão, ver toda a triste realidade dessa dramática estiagem. Para depois entregar o relatório a Dilma. Quem sabe...
E tudo isso ocorrendo em plena comemoração natalina. Num clima de muita alegria e muita confraternização.
Parabéns deputados. Só assim os senhores estão honrados os seus mandatos.
16.12.12
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