7.9.13
Você sabe quantos astronautas estão circulando a Terra lá em cima, na Estação Espacial Internacional, enquanto a gente fica aqui no marasmo da superfície?
Você sabe quantos astronautas estão circulando a Terra lá em cima, na Estação Espacial Internacional, enquanto a gente fica aqui no maras...
Quantas pessoas estão no espaço neste exato momento?
Você sabe quantos astronautas estão circulando a Terra lá em cima, na Estação Espacial Internacional, enquanto a gente fica aqui no marasmo da superfície?
6.9.13
Da leitura do texto sempre leve e sensível do blog Luz de Luma, em que a autora Luma Rosa nos convida a uma reflexão sobre as diferenças em nosso comportamento, enquanto jovens e adultos, lembrando de coisas que antes detestávamos e que, hoje, consideramos agradáveis (e vice-versa), veio a inspiração para elaborar essa pequena lista de bichos que costumávamos ver em nossa infância e que, atualmente, parecem ter sido exterminados por essa evolução desenfreada, em que só há espaço para os seres [des]humanos.
Da leitura do texto sempre leve e sensível do blog Luz de Luma , em que a autora Luma Rosa nos convida a uma reflexão sobre as diferenças ...
Você se lembra da última vez que viu um vagalume?
Da leitura do texto sempre leve e sensível do blog Luz de Luma, em que a autora Luma Rosa nos convida a uma reflexão sobre as diferenças em nosso comportamento, enquanto jovens e adultos, lembrando de coisas que antes detestávamos e que, hoje, consideramos agradáveis (e vice-versa), veio a inspiração para elaborar essa pequena lista de bichos que costumávamos ver em nossa infância e que, atualmente, parecem ter sido exterminados por essa evolução desenfreada, em que só há espaço para os seres [des]humanos.
6.9.13
31.8.13
Em geral, as causas dos acidentes aéreos costumam ser esclarecidas rapidamente, graças às famosas caixas pretas, em que são gravados os diálogos da tripulação, além das conversas com os centros de controle e outros dados importantes dos voos. Contudo, ao longo da história da aviação civil e militar, algumas tragédias ficaram sem uma resposta concreta. Veja abaixo cinco desses acidentes misteriosos.
Em geral, as causas dos acidentes aéreos costumam ser esclarecidas rapidamente, graças às famosas caixas pretas , em que são gravados os d...
5 misteriosos acidentes aéreos
Em geral, as causas dos acidentes aéreos costumam ser esclarecidas rapidamente, graças às famosas caixas pretas, em que são gravados os diálogos da tripulação, além das conversas com os centros de controle e outros dados importantes dos voos. Contudo, ao longo da história da aviação civil e militar, algumas tragédias ficaram sem uma resposta concreta. Veja abaixo cinco desses acidentes misteriosos.
31.8.13
31.8.13
N ão, eu não venho escrever sobre “Os Caminhos do Frio”, este roteiro turístico que vem sendo divulgado, há alguns anos, seguido de espetácu...
Os caminhos do calor
Não, eu não venho escrever sobre “Os Caminhos do Frio”, este roteiro turístico que vem sendo divulgado, há alguns anos, seguido de espetáculos de arte, e que abrangeu as cidades do nosso Brejo, lideradas pela "Atenas Paraibana", que não é outra, senão Areia, que deu berço ao genial pintor Pedro Américo.
Acontece que este cronista corre do frio como o diabo da cruz, apesar da preferência de sua Alaurinda e dos seus filhos pelo frio. Mas, ele é homem do calor, da brasa, ao invés do gelo. Dizem que contra o frio a solução é o cobertor ou a cachaça. E não foi outra a razão de terem erigido este slogan para publicidade da referida promoção cultural: “Galinha e Cachaça”, pois, como se sabe, é naquelas cidades geladas que estão os alambiques produtores da aguardente, que é tão “gostosa” que o seu bebedor faz uma bela de uma careta e ainda estala os dedos.
Mas deixemos a galinha, deixemos a cachaça, e louvemos os promotores dos “Caminhos do Frio”, caminhos que se constituíram numa verdadeira atração turística. E, desde já, confesso que foi em Areia que exerci, por algum tempo, o cargo de Promotor Público, ora, vejam só... E quem assinou o ato me nomeando para aquela missão foi o grande José Américo de Almeida. Mas, valeu a experiência.
Voltando aos “Caminhos do Frio”, fiquei matutando, e me veio a ideia: que tal promovermos, agora, Os “Caminhos do Calor”, ou “Caminhos do Sol”? E a culta e civilizada Cajazeiras seria líder dessa promoção. Outras grandes cidades sertanejas integrariam o movimento, a exemplo de Patos, Souza, Itaporanga, e outras.
Qual seria o slogan apropriado aos Caminhos do Calor? Ao invés da cachaça, o leite de cabra, pois foi esse leite que alimentou Gandhi por muitos anos. Lembrar também o queijo de leite de cabra, que não falta na minha mesa, já que sou meio macrobiótico. E é a ele que devo, em grande parte, a minha saúde, juntamente com o arroz integral. Lembrar que o grande maestro Eleazar de Carvalho, que honrou a paraíba quando esteve como regente de nossa Orquestra Sinfônica, tinha uma saúde invejável. E quando lhe perguntaram a razão de tanto vigor, ele não titubeou: “devo ao queijo e leite de cabra”.
Assim, o slogan dos “Caminhos do Calor” seria: ao invés de “Galinha e Cachaça”, ”Leite e Queijo”!
Que venham, pois, os Caminhos do Calor, com o seu rico folclore, seu baião, seu chapéu de couro, seu céu estrelado, o luar do sertão, seus belos crepúsculos, e o seu gostoso calor.
Sim, calor, que seria da vida sem ele? Dizem as más línguas que em Patos, ao meio-dia, você pode frigir um ovo na calçada quente, meio dia em ponto, só com o calor do Sol...
Caminhos do frio, caminhos do calor, caminhos da arte, caminhos do turismo, e viva o nosso lindo Nordeste!
31.8.13
31.8.13
N isso eu tenho inveja das mulheres. Elas não têm barba para fazer. Fazer barba é um verdadeiro suplício, tão doloroso como o de Sísifo, que...
Meu suplício de Sísifo
Nisso eu tenho inveja das mulheres. Elas não têm barba para fazer. Fazer barba é um verdadeiro suplício, tão doloroso como o de Sísifo, que, todos os dias, era obrigado a empurrar uma grande pedra até o alto de um monte. Mas, por que você não deixa a barba crescer, cronista, indagará o leitor? Acontece que gosto da cara lisa. Nem bigode, nem aquele cabelinho no queixo, tão ao gosto de certos executivos.
Mas, voltando ao suplício, mesmo depois de tão avançado em experiência, ainda não me acostumei com essa obrigação diária de raspar os pelos do meu rosto, ainda bem que com uma gilete, porquanto de navalha corro léguas.
E por que danado a gente não nasceu como as mulheres, de cara lisa? Se o leitor for machista, que me perdoe, pois eu acho que não é o cabelo no rosto que masculiniza o homem. E sabe de uma coisa? Já ouvi dizer que passar sangue de rato na pele do rosto inibe o crescimento dos pelos. Até hoje não tive coragem de fazer essa experiência... Mesmo que eu deixasse os cabelos do rosto crescerem, minha mulher seria a primeira a protestar. Nem bigode ela admite. Portanto, viva a cara lisa!
Mas as mulheres, também têm o seu suplício de Sísifo: A tal das “regras”. Não diariamente, é verdade, mas todo mês. É mais um sacrifício que Deus lhe impôs a serviço da maternidade. Deus quis que ela fosse divina.
Fazer a barba, todos os dias, repito, é o nosso sacrifício de Sísifo. Porém, digo que, escanhoando o rosto, surge um bom momento para uma reflexão. Mais ainda: abre-se uma oportunidade para você olhar-se no espelho. Feita a barba, que tal sorrir para a sua imagem refletida? Isto faz bem à saúde. Fazer a barba, todos os dias, pelo menos tem isto de bom.
E saber que, antigamente, os homens, gostavam de barba grande, um sinal de machismo. Ah, os preconceitos bestas. A masculinidade está no caráter, minha gente.
Minha primeira esposa gostava de me ver com bigode. Ainda bem que o larguei de uma vez, e ela me perdoou a cara limpa, graças à gilete.
31.8.13
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