30.11.13
Em geral, as compras realizadas nos sites brasileiros de comércio eletrônico são ágeis e práticas. Muitas lojas permitem o parcelamento e até oferecem frete gratuito. O problema, entretanto, são os preços cobrados nas terras tupiniquins. Os valores de certos produtos chegam à estratosfera, como reflexo da voracidade do nosso incompreensível e abusivo sistema tributário.
Em geral, as compras realizadas nos sites brasileiros de comércio eletrônico são ágeis e práticas. Muitas lojas permitem o parcelamento e...
Lojas Internacionais que Entregam no Brasil
Em geral, as compras realizadas nos sites brasileiros de comércio eletrônico são ágeis e práticas. Muitas lojas permitem o parcelamento e até oferecem frete gratuito. O problema, entretanto, são os preços cobrados nas terras tupiniquins. Os valores de certos produtos chegam à estratosfera, como reflexo da voracidade do nosso incompreensível e abusivo sistema tributário.
24.11.13
A flor é bela. Bela e perfumada. Mas eu não venho falar de flores, e sim, de pétalas. E que seriam das flores sem as pétalas? E que dizer das folhas das castanholas que caem no chão, depois que envelhecem? Envelhecem e amarelecem. Já viram esse espetáculo? Viram nada. Muitos de vocês passam pela calçada como robôs, prosaicamente, indiferentes. Não há nenhuma reflexão de sua parte em torno desse fato corriqueiro. E o vento parece que adivinha sua indiferença mórbida. Ele procura levar as folhas de castanholas para longe, a fim de que não sejam pisadas por você. Se você fosse uma pessoa, apanharia a folha, não digo que a beijasse, e ficaria a refletir, o que é próprio do homem. Refletir é fazer perguntas a si mesmo.
Dizia o escritor francês Anatole France que o seu cachorro não pensava, e isto o entristecia. Sim, porque pensar é a maior riqueza do homem. Muita gente pensa que pensa, mas não pensa.
Voltando às castanholas, todos os dias elas nos ensinam sobre a transcendência da vida. Ah, como eu gostaria de ver, em todo lugar, a escultura “O Pensador”, de Rodin. Muito mais significava do que aquele sorriso da Mona Lisa, que vai terminar numa carranca.
As folhas das castanholas, que, já velhas, são jogadas fora pelo tempo, que, como o vento, não gosta das coisas paradas.
Mas a vida não é isso, um eterno strip-tease? Assim como as bailarinas soltam suas vestes, as castanholas também procuram se desvencilhar daquilo que envelheceu. E com isso, dão uma lição de vida. Viva a didática da vida! Tudo ensina. O negócio é saber entender o que se ensina.
A pior doença de um homem é a indiferença, que é uma espécie de cegueira. Triste de quem não tem olhos de ver. Triste de quem jamais observou uma simples folha de castanhola sendo levada pelo vento, numa calçada. O vento é como o tempo. É invisível. E nessa invisibilidade é que está o perigo. Daí a necessidade de estarmos atentos à passagem do tempo, que o relógio e o galo, com seu canto, estão sempre nos lembrando.
Nem sempre é bom estarmos olhando para cima para ver as estrelas, as nuvens ou se vai chover. É aconselhável olhar também para baixo, para trás, e, sobretudo, para o lado, onde está muito de nós: O próximo, que temos de amá-lo como a nós mesmos.
A flor é bela. Bela e perfumada. Mas eu não venho falar de flores, e sim, de pétalas. E que seriam das flores sem as pétalas? E que dizer d...
As folhas das castanholas
A flor é bela. Bela e perfumada. Mas eu não venho falar de flores, e sim, de pétalas. E que seriam das flores sem as pétalas? E que dizer das folhas das castanholas que caem no chão, depois que envelhecem? Envelhecem e amarelecem. Já viram esse espetáculo? Viram nada. Muitos de vocês passam pela calçada como robôs, prosaicamente, indiferentes. Não há nenhuma reflexão de sua parte em torno desse fato corriqueiro. E o vento parece que adivinha sua indiferença mórbida. Ele procura levar as folhas de castanholas para longe, a fim de que não sejam pisadas por você. Se você fosse uma pessoa, apanharia a folha, não digo que a beijasse, e ficaria a refletir, o que é próprio do homem. Refletir é fazer perguntas a si mesmo.Dizia o escritor francês Anatole France que o seu cachorro não pensava, e isto o entristecia. Sim, porque pensar é a maior riqueza do homem. Muita gente pensa que pensa, mas não pensa.
Voltando às castanholas, todos os dias elas nos ensinam sobre a transcendência da vida. Ah, como eu gostaria de ver, em todo lugar, a escultura “O Pensador”, de Rodin. Muito mais significava do que aquele sorriso da Mona Lisa, que vai terminar numa carranca.
As folhas das castanholas, que, já velhas, são jogadas fora pelo tempo, que, como o vento, não gosta das coisas paradas.
Mas a vida não é isso, um eterno strip-tease? Assim como as bailarinas soltam suas vestes, as castanholas também procuram se desvencilhar daquilo que envelheceu. E com isso, dão uma lição de vida. Viva a didática da vida! Tudo ensina. O negócio é saber entender o que se ensina.
A pior doença de um homem é a indiferença, que é uma espécie de cegueira. Triste de quem não tem olhos de ver. Triste de quem jamais observou uma simples folha de castanhola sendo levada pelo vento, numa calçada. O vento é como o tempo. É invisível. E nessa invisibilidade é que está o perigo. Daí a necessidade de estarmos atentos à passagem do tempo, que o relógio e o galo, com seu canto, estão sempre nos lembrando.
Nem sempre é bom estarmos olhando para cima para ver as estrelas, as nuvens ou se vai chover. É aconselhável olhar também para baixo, para trás, e, sobretudo, para o lado, onde está muito de nós: O próximo, que temos de amá-lo como a nós mesmos.
24.11.13
24.11.13
Narra-se que no consultório de um famoso psiquiatra havia uma placa com os seguintes dizeres: quatro coisas que dão alegria a um homem: uma boa música, uma boa notícia, uma religião saudável e um bom sono.
E é sobre o sono, este fenômeno que ocorre todos os dias quando dormimos, que tanto ocupou e preocupou Sigmund Freud e Carl Jung, que continuaremos a falar. O vienense viu no sonho a projeção de nosso inconsciente, que ele chamou “Id” e onde estavam todos os nossos recalques, frustrações, complexos. E mais ainda: a projeção da nossa sexualidade, que o célebre vienense observou até num tranqüilo e gostoso mamar do seio materno.
As constatações freudeanas causaram escândalo, ao contrário do psicanalista suíço Jung, que foi seu aluno. Este falou de “super-ego”, trazendo nova ótica para o estudo do sonho.
Há sonhos que nos fazem felizes. O citado psiquiatra norte-americano tem razão. Quando sonhamos bem, acordamos bem. Horrível o chamado pesadelo. Não deixa de ser uma boa saudação quando uma pessoa nos diz: “tenha bons sonhos”. O médium Divaldo Franco nos recomenda que, antes de dormir, tenhamos algumas precauções: nada de ouvir noticiários deprimentes, nada de má leitura, nada de poluir nossa mente.
Mas Divaldo é médium espírita e a ótica espírita vê a coisa diferente. Afinal o homem não é somente matéria, mas um inquilino da casa física que é o corpo e através do qual evoluímos. E eu já estou imaginando Freud lendo a questão 400 de “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, a propósito do sonho. Estou quase certo que o vienense mal humorado e viciado no fumo que o matou, daria uma grande gargalhada. Existir espírito, que coisa absurda! Para ele, o homem era só matéria. Já Jung, ao contrário de Freud, era espiritualista, o seu “Self” é o espírito, e assim por diante.
Mas vamos à questão: por que sonhamos? E o que é que o sonho representa na nossa vida? Sonhos maus, sonhos bons, sonhos que nos fazem felizes... Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, um livro de perguntas e respostas, em ele que teve direta participação, trata do assunto na questão de nº 400, objeto do nosso texto. Vejamos a pergunta do Codificador do Espiritismo aos que não estão mais neste mundo, no capitulo VIII, intitulado Sono e Sonhos: “O espírito encarnado permanece, voluntariamente, no envoltório corporal?” A resposta veio, com uma certa ironia dos espíritos. Uma resposta que redundou numa pergunta. Ei-la: “É como perguntar se o prisioneiro está satisfeito sob as chaves”.
E concluem: “O espírito encarnado aspira, incessantemente, à libertação, e, quanto mais grosseiro é o envoltório, mais deseja ver-se desembaraçado”.
Portanto, segundo os espíritos entrevistados por Kardec, nossos sonhos também podem ser uma fuga, uma libertação do nosso espírito, que pode visitar outros mundos, reencontrar-se com os entes queridos que já não estão aqui neste planeta.
E viva o sonho, que quando bom nos faz felizes, a ponto de a gente dizer: “ontem, sonhei visitando fulano, que beleza, ou, senão, que lugar lindo vi no sonho!. ”Freud, Jung, Kardec, vale a pena estudá-los.
Ora, para quem não acredita no espírito, no espírito que está dentro de nós, tal informação dos que estão na vida espírita talvez pareça um absurdo.
N arra-se que no consultório de um famoso psiquiatra havia uma placa com os seguintes dizeres: quatro coisas que dão alegria a um homem: uma...
A libertação pelo sonho
Narra-se que no consultório de um famoso psiquiatra havia uma placa com os seguintes dizeres: quatro coisas que dão alegria a um homem: uma boa música, uma boa notícia, uma religião saudável e um bom sono. E é sobre o sono, este fenômeno que ocorre todos os dias quando dormimos, que tanto ocupou e preocupou Sigmund Freud e Carl Jung, que continuaremos a falar. O vienense viu no sonho a projeção de nosso inconsciente, que ele chamou “Id” e onde estavam todos os nossos recalques, frustrações, complexos. E mais ainda: a projeção da nossa sexualidade, que o célebre vienense observou até num tranqüilo e gostoso mamar do seio materno.
As constatações freudeanas causaram escândalo, ao contrário do psicanalista suíço Jung, que foi seu aluno. Este falou de “super-ego”, trazendo nova ótica para o estudo do sonho.
Há sonhos que nos fazem felizes. O citado psiquiatra norte-americano tem razão. Quando sonhamos bem, acordamos bem. Horrível o chamado pesadelo. Não deixa de ser uma boa saudação quando uma pessoa nos diz: “tenha bons sonhos”. O médium Divaldo Franco nos recomenda que, antes de dormir, tenhamos algumas precauções: nada de ouvir noticiários deprimentes, nada de má leitura, nada de poluir nossa mente.
Mas Divaldo é médium espírita e a ótica espírita vê a coisa diferente. Afinal o homem não é somente matéria, mas um inquilino da casa física que é o corpo e através do qual evoluímos. E eu já estou imaginando Freud lendo a questão 400 de “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, a propósito do sonho. Estou quase certo que o vienense mal humorado e viciado no fumo que o matou, daria uma grande gargalhada. Existir espírito, que coisa absurda! Para ele, o homem era só matéria. Já Jung, ao contrário de Freud, era espiritualista, o seu “Self” é o espírito, e assim por diante.
Mas vamos à questão: por que sonhamos? E o que é que o sonho representa na nossa vida? Sonhos maus, sonhos bons, sonhos que nos fazem felizes... Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, um livro de perguntas e respostas, em ele que teve direta participação, trata do assunto na questão de nº 400, objeto do nosso texto. Vejamos a pergunta do Codificador do Espiritismo aos que não estão mais neste mundo, no capitulo VIII, intitulado Sono e Sonhos: “O espírito encarnado permanece, voluntariamente, no envoltório corporal?” A resposta veio, com uma certa ironia dos espíritos. Uma resposta que redundou numa pergunta. Ei-la: “É como perguntar se o prisioneiro está satisfeito sob as chaves”.
E concluem: “O espírito encarnado aspira, incessantemente, à libertação, e, quanto mais grosseiro é o envoltório, mais deseja ver-se desembaraçado”.
Portanto, segundo os espíritos entrevistados por Kardec, nossos sonhos também podem ser uma fuga, uma libertação do nosso espírito, que pode visitar outros mundos, reencontrar-se com os entes queridos que já não estão aqui neste planeta.
E viva o sonho, que quando bom nos faz felizes, a ponto de a gente dizer: “ontem, sonhei visitando fulano, que beleza, ou, senão, que lugar lindo vi no sonho!. ”Freud, Jung, Kardec, vale a pena estudá-los.
Ora, para quem não acredita no espírito, no espírito que está dentro de nós, tal informação dos que estão na vida espírita talvez pareça um absurdo.
24.11.13
23.11.13
Eis-me, de novo, pisando o chão de Viena. A primeira vez em que estive aqui foi um deslumbramento. Lamentei apenas possuir dois olhos. E o que mais me chamou a atenção foi a presença de lindas jovens vendendo bilhetes para concertos, no centro da cidade, o que não é de estranhar, pois Viena é a terra dos grandes compositores, que para aqui vieram estudar, como foi o caso de Haydn, Mozart e Beethoven.
E já estou ouvindo, mentalmente, as valsas de Strauss. Não gostei de ver o rio Danúbio pela primeira vez, pois não tem nada de azul. Mas continuemos pisando Viena, outra vez. Pisando não. Viena não se pisa. Em Viena a gente levita. Se Paris ouvisse esta declaração de amor?... Mas Viena é Paris sem o Sena, sem as pontes, sem a História.
Visitar novamente a Casa de Freud? Sim, ligeiramente. Lá, vi vários jovens, de caderno na mão, fazendo anotações. Alguns sentados no chão. O divã vazio, o divã onde o Mestre mergulhava no inconsciente das pessoas cheio de sujeiras recalcadas.
Viena é plana, aberta, alegre e requintada. Cheira à música. Não vou ver as estátuas de Mozart e Beethoven. O turismo invade vários espaços urbanos. Gente pra lá e prá cá, movida pela embriaguez do consumismo, parando aqui e ali, sem tempo para pensar, que o negócio é comprar ou comer. E viva o turismo da boca!
Mas, o que mais desejamos é ouvir Beethoven, logo mais, à noite, E sabe o que vamos ouvir dele? A Nona Sinfonia, que termina convidando os homens à Alegria. Alegria é sol na alma, alegria é fé na vida, alegria é saúde. Alegria é amor. Ouvimos a Nona sob a regência de Gustavo Dudamel, já do nosso conhecimento. Teatro superlotado. Germano e Alaurinda não cabem em si de contentes. Ver Viena e ouvir nela a Nona do gênio de Bonn... O coração que me perdoe. Viena que cheira à cultura. Viena de boas livrarias. Mas exigir do cronista que saiba alemão é demais. Que ele fique apenas acariciando as capas dos livros.
Piso o chão de Viena pensando. Quantas vezes Mozart, Beethoven e o torturado Freud pisaram este chão... onde, infelizmente, vejo algumas pontas de cigarro. Que sacrilégio... Mas fiquemos por aqui. Amanhã, quem está nos chamando é Londres.
E is-me, de novo, pisando o chão de Viena. A primeira vez em que estive aqui foi um deslumbramento. Lamentei apenas possuir dois olhos. E o ...
Ver Viena
Eis-me, de novo, pisando o chão de Viena. A primeira vez em que estive aqui foi um deslumbramento. Lamentei apenas possuir dois olhos. E o que mais me chamou a atenção foi a presença de lindas jovens vendendo bilhetes para concertos, no centro da cidade, o que não é de estranhar, pois Viena é a terra dos grandes compositores, que para aqui vieram estudar, como foi o caso de Haydn, Mozart e Beethoven. E já estou ouvindo, mentalmente, as valsas de Strauss. Não gostei de ver o rio Danúbio pela primeira vez, pois não tem nada de azul. Mas continuemos pisando Viena, outra vez. Pisando não. Viena não se pisa. Em Viena a gente levita. Se Paris ouvisse esta declaração de amor?... Mas Viena é Paris sem o Sena, sem as pontes, sem a História.
Visitar novamente a Casa de Freud? Sim, ligeiramente. Lá, vi vários jovens, de caderno na mão, fazendo anotações. Alguns sentados no chão. O divã vazio, o divã onde o Mestre mergulhava no inconsciente das pessoas cheio de sujeiras recalcadas.
Viena é plana, aberta, alegre e requintada. Cheira à música. Não vou ver as estátuas de Mozart e Beethoven. O turismo invade vários espaços urbanos. Gente pra lá e prá cá, movida pela embriaguez do consumismo, parando aqui e ali, sem tempo para pensar, que o negócio é comprar ou comer. E viva o turismo da boca!
Mas, o que mais desejamos é ouvir Beethoven, logo mais, à noite, E sabe o que vamos ouvir dele? A Nona Sinfonia, que termina convidando os homens à Alegria. Alegria é sol na alma, alegria é fé na vida, alegria é saúde. Alegria é amor. Ouvimos a Nona sob a regência de Gustavo Dudamel, já do nosso conhecimento. Teatro superlotado. Germano e Alaurinda não cabem em si de contentes. Ver Viena e ouvir nela a Nona do gênio de Bonn... O coração que me perdoe. Viena que cheira à cultura. Viena de boas livrarias. Mas exigir do cronista que saiba alemão é demais. Que ele fique apenas acariciando as capas dos livros.
Piso o chão de Viena pensando. Quantas vezes Mozart, Beethoven e o torturado Freud pisaram este chão... onde, infelizmente, vejo algumas pontas de cigarro. Que sacrilégio... Mas fiquemos por aqui. Amanhã, quem está nos chamando é Londres.
23.11.13
23.11.13
Qualquer que seja a sua idade, certamente existe um cantinho na memória onde ficam guardadas as recordações dos bons desenhos animados, que faziam você ficar grudado na tela da TV, sem ligar para os insistentes chamados de sua mãe, da avó, da madrinha ou da irmã mais velha, para tomar banho ou para o jantar.
Qualquer que seja a sua idade, certamente existe um cantinho na memória onde ficam guardadas as recordações dos bons desenhos animados, qu...
18 Desenhos Animados Inesquecíveis
Qualquer que seja a sua idade, certamente existe um cantinho na memória onde ficam guardadas as recordações dos bons desenhos animados, que faziam você ficar grudado na tela da TV, sem ligar para os insistentes chamados de sua mãe, da avó, da madrinha ou da irmã mais velha, para tomar banho ou para o jantar.
23.11.13
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