S im, que seria de nós sem este instrumento de evolução?: o nosso corpo. Já se disse que o corpo humano é um santuário. Se é santuário, mere...

Nosso corpo de cada dia

Sim, que seria de nós sem este instrumento de evolução?: o nosso corpo. Já se disse que o corpo humano é um santuário. Se é santuário, merece o nosso maior respeito. Houve ainda quem o qualificasse de uma das “maravilhas do mundo”, seja do mundo antigo, seja do mundo moderno. Nosso corpo é tão belo como os Jardins Suspensos da Babilônia, as pirâmides do Egito, mais modernamente, a Torre Eiffel. Que o homem invente o computador, a Internet, o smartphone, iPod, iPad, está muito bem. Mas, um corpo humano, jamais nenhum cientista ou inventor criará. Nem mesmo o mosquito da Dengue. E vocês já viram esse mosquito? Lindo! Uma verdadeira obra de escultura e design. Por que Deus teria criado tal mosquito? Deve haver um motivo que a gente ignora. Talvez, um dia, quem sabe, nele esteja a cura do câncer, pois o ditado popular diz que Deus escreve certo por linhas tortas. O que, na verdade, significa “aparentemente tortas”...

Mas deixemos o mosquito e subamos os olhos para olhar o céu à noite, cheio de estrelas, outra maravilha. Todavia, contemplemos outro universo que se chama o corpo humano, tão maltratado pelo homem inconsequente.

Não devemos esquecer de que a vida terrena, uma caminhada do berço ao túmulo, é também um instrumento para a nossa evolução espritual.

O espírito Emmanuel, guia do grande Chico Xavier – “O maior brasileiro de todos os tempos”, eleito em pesquisa nacional –, qualifica o nosso corpo como um santuário. E chega a dizer: “A benção de um corpo, na Terra, ainda que mutilado ou disforme, é como uma preciosa oportunidade de aperfeiçoamento espiritual, o maior de todos os dons que o nosso planeta pode oferecer”. Escreve, ainda, Emmanuel que “o espírito tem o corpo que merece e de que necessita”. Já Francisco de Assis e Chico Xavier apelidaram o nosso corpo de jumentinho. É ele que nos carrega para todo canto.

Lembremos de que há milhares de quilômetros de artérias, veias e vasos dariam para dar duas vezes a volta da Terra.

E você já parou pre pensar em como é que estamos usando esse santuário? Que qualidade de alimento estamos lhe dando? E que dizer dos venenos que lhe damos: álcool, fumo, drogas. Sem esquecer a ociosidade, o sedentarismo que são outro veneno. O corpo precisa de ação, movimento, caminhada, de respiração e de uma boa alimentação, que é tão importante ao ponto de Hipócrates, considerado o “Pai da Medicina”, ter-nos ensinado: “Que o teu alimento seja o teu remédio”.

Todo homem precisa conhecer o seu corpo, tanto quanto um médico. Com esse conhecimento evitaríamos muitas enfermidades.

E a beleza dos nossos olhos? imagine-se sem eles. A beleza das nossas mãos, seja do pianista ou violinista. A beleza dos nossos pés... E agora chegou a vez de citar um alimento invisível e gratuito: o oxigênio que respiramos e que nunca nos lembramos dele.

A verdade é que vivemos rodeados de maravilhas. Somos dotados de muita riqueza que ignoramos.

Nosso corpo! Como necessitamos de cuidar dele, com muito amor e responsabilidade.

Nunca esqueça: Ele é o nosso instrumento de trabalho e de evolução. O santuário divino a que se referiu Emmanuel.

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