Denis Diderot, escritor, filósofo e profeta do livre pensar, foi um dos primeiros indivíduos que fizeram da literatura seu ofício. Sempre foi um admirador e entusiasta da vida em todas suas manifestações. Por 21 anos ele trabalhou em sua obra-prima, a Encyclopédie (1750-1772) ou Dictionnaire raisonné des sciences des arts et des métiers (Dicionário razoado das ciências, artes e ofícios), em que buscou reportar todo o conhecimento que a humanidade havia produzido até sua época.
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A destruição das superstições pôde ter início com a ciência escrita e falada, pois o acesso ao conhecimento humano nos mostra a verda...
O caminho é sempre melhor que a pousada
Denis Diderot, escritor, filósofo e profeta do livre pensar, foi um dos primeiros indivíduos que fizeram da literatura seu ofício. Sempre foi um admirador e entusiasta da vida em todas suas manifestações. Por 21 anos ele trabalhou em sua obra-prima, a Encyclopédie (1750-1772) ou Dictionnaire raisonné des sciences des arts et des métiers (Dicionário razoado das ciências, artes e ofícios), em que buscou reportar todo o conhecimento que a humanidade havia produzido até sua época.
Há escritores que pressentiram o futuro de modo surpreendente. Talvez o mais notável de todos, nesse quesito, seja o extraordinário f...
Livros e Profecias
A formação social da consciência geralmente, apresenta aspectos do comportamento humano e se potencializa com estas habilidades: na rel...
Construção social do pensamento
Falar em delicadezas da professora Neide Medeiros é até uma redundância. Ela própria é uma delicadeza. O físico frágil, a voz baixa e...
As delicadezas da professora Neide
“Quando volta já é outro Trouxe até sinhá mocinha para apresentar Já tem nome de doutor E agora na fazenda é quem vai mandar E seu...
Morro Velho: o escravagismo resiste
Trouxe até sinhá mocinha para apresentar
Já tem nome de doutor
E agora na fazenda é quem vai mandar
E seu velho camarada
Já não brinca mais, trabalha"
A letra constrói a amizade de dois meninos numa fazenda do interior de Minas Gerais. Um branco, filho do dono da terra. O outro, preto, filho de lavrador dessa mesma propriedade. Mas não sentiam diferenças, a amizade era superior a qualquer outro sentimento negativo.
Terra vermelha da minha terra, falo de Tatuí Um poema para Segador Solé Um pianinho solto a guitarra suja Figa par...
Terra vermelha da minha terra
Um poema para Segador Solé
Um pianinho solto a guitarra suja Figa para a vida dar certo o banco à beira da estrada céu limpo verde da minha terra vermelha, tinta bonita que ela só A terra
Em “Mar do olhar” vem esta dedicatória de Juca Pontes ao amigo-irmão Milton Nóbrega: “Para Milton Nóbrega, amigo-irmão, com quem apren...
Das dobras do aço ao infinito
Com meu tanto no ramo gráfico, acompanhei essa harmoniosa parceria. Com inveja, às vezes, não da harmonia, como desse infinito que eles juntos enxergavam. O que não chegava a um chegava ao outro. E se completavam, contrariando aquela ansiedade sem fim feliz do negro Cruz e Souza:
No início de 1637, se aproximava de sete anos a presença dos holandeses no Nordeste brasileiro, mas a conquista da região pelos batavos...
O começo do governo holandês do alemão Maurício de Nassau
Um susto. Um olhar. Sem timidez. Percorro a vista como quem já conhece o território. Mas, por outros caminhos. Não conheço o nome das...
Sobrevivente do desejo
Imagine que você é um contratenor iniciante e está celebrando com seus amigos, após uma apresentação num festival, quando recebe um tel...
A humanidade tem potencial para fazer inveja aos deuses
A Juca Pontes , in Memoriam Juca, meu querido, das cartas que escrevi para os amigos, esta será a primeira a ser lida pelo destinatá...
''Estou esperando...''
Quando comecei a fazer literatura, primeira metade dos anos 60, com meus vinte e poucos anos, dei com o passado remoto, nessa área, tã...
Por que teimo em continuar escrevendo?
PROMESSA DE CONTRATO O cavalo - este que em mim galopa - sou eu sóbrio, farto de portar certezas e testemunhas que cat...
Sombras somadas
O cavalo - este que em mim galopa - sou eu sóbrio, farto de portar certezas e testemunhas que cato pelo caminho Talvez por não resistir à história, insisto nas fábulas dos ladrilhos revirados pelos cascos das mãos nuas Mas quem sabe, em uma manhã despercebida das ausências, eu desabe sobre uma almofada, aqui mesmo nesta sala, onde por vezes, me vejo um tolo E desista de assinar meu nome; de distribuir elogios à loucura.
Nerivan e Zenildo discutiam aos berros no café da manhã da padaria Bonfim. Era tanto barulho que a professora de natação da academia Pr...
Jesus Cristo e o disco voador
O tema da discussão? Nerivan sustentava que os homens são iguais na doença e na morte enquanto Zenildo apontava diferenças entre ricos e pobres,
Um desses passeios costumeiros pelas trilhas infindas da Internet leva-me ao regate de conversa com a professora Adylla Rabello para A ...
Saudade de Adylla
Mais do que isso, Adylla torcia pelo auxílio do Programa Biblioteca da Paraíba a fim de publicar sua tese de Mestrado, um exercício de crítica genética relacionada ao protocolo de crônicas
Dedicado a Juca Pontes 🙌🏽 É preciso lembrar frequentemente que da vida não se sabe o que acontecerá no minuto seguinte. Essa é a ma...


































